Eduardo Bolsonaro se manifesta após STF torná-lo réu

Após Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, votar pela aceitação da denúncia da Procuradoria-Geral da República contra Eduardo Bolsonaro (PL-SP), o deputado foi às redes sociais para criticar a decisão, classificando-a como uma “caça às bruxas”.

O parlamentar foi acusado de ‘coação’ por reportar a situação jurídica do Brasil aos EUA. A PGR diz que o parlamentar pressionou pelas sanções a Ministros do STF, em especial Alexandre de Moraes. O parlamentar afirma que as decisões couberam exclusiva ao presidente Donald Trump.

Flávio Dino também se posicionou a favor da aceitação da denúncia. Nas redes, Eduardo Bolsonaro afirmou que outros políticos considerados “anti-establishment”, incluindo Jair Bolsonaro, estam sujeitos à mesma perseguição. (continua)

O Ministério do Trabalho e Emprego confirmou que um lote extra do abono salarial PIS/Pasep será liberado neste sábado (15), contemplando 152,4 mil trabalhadores que ainda não realizaram o saque neste ano. Saiba mais!

(segue) “É o sistema se reinventando para sobreviver. Tudo que sei é via imprensa, já que jamais fui citado. Por que Moraes não usa os canais oficiais com os EUA?”, escreveu o deputado.

Em vídeo publicado no X (antigo Twitter), Eduardo Bolsonaro acrescentou: “Se eu estiver cometendo um crime nos Estados Unidos, Moraes está acusando os Estados Unidos de proteger um criminoso. Eu nunca trabalhei pela absolvição do meu pai. Eu trabalho pela anistia ser votada por um Congresso livre das ameaças de Alexandre de Moraes.” (assista ao fim da reportagem)

Momentos antes, ele havia compartilhado mensagem do empresário Paulo Figueiredo, que classificou a denúncia como uma ação sem citação formal e afirmou que Eduardo seria o primeiro político julgado in absentia em tempos recentes.

Segundo Figueiredo, trata-se de uma “vingança pessoal” de Moraes, mas também de uma tentativa de impedir a participação do deputado nas urnas.

Caso a posição de Moraes seja aceita pela maioria do STF, Eduardo Bolsonaro se tornará réu, e a ação penal será aberta. O julgamento do mérito, que poderá resultar em absolvição ou condenação, ocorrerá posteriormente. No voto, o ministro destacou que “a Procuradoria-Geral da República demonstrou presença da justa causa necessária para a instauração de ação penal contra o acusado Eduardo Nantes Bolsonaro, detalhando sua conduta criminosa”.

O julgamento teve início nesta sexta-feira em plenário virtual e deve se estender até 25 de novembro, com participação da ministra Cármen Lúcia e dos ministros Cristiano Zanin e Flávio Dino.

 

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Após Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, votar pela aceitação da denúncia da Procuradoria-Geral da República contra Eduardo Bolsonaro (PL-SP), o deputado foi às redes sociais para criticar a decisão, classificando-a como uma “caça às bruxas”.

O parlamentar foi acusado de ‘coação’ por reportar a situação jurídica do Brasil aos EUA. A PGR diz que o parlamentar pressionou pelas sanções a Ministros do STF, em especial Alexandre de Moraes. O parlamentar afirma que as decisões couberam exclusiva ao presidente Donald Trump.

Flávio Dino também se posicionou a favor da aceitação da denúncia. Nas redes, Eduardo Bolsonaro afirmou que outros políticos considerados “anti-establishment”, incluindo Jair Bolsonaro, estam sujeitos à mesma perseguição. (continua)

O Ministério do Trabalho e Emprego confirmou que um lote extra do abono salarial PIS/Pasep será liberado neste sábado (15), contemplando 152,4 mil trabalhadores que ainda não realizaram o saque neste ano. Saiba mais!

(segue) “É o sistema se reinventando para sobreviver. Tudo que sei é via imprensa, já que jamais fui citado. Por que Moraes não usa os canais oficiais com os EUA?”, escreveu o deputado.

Em vídeo publicado no X (antigo Twitter), Eduardo Bolsonaro acrescentou: “Se eu estiver cometendo um crime nos Estados Unidos, Moraes está acusando os Estados Unidos de proteger um criminoso. Eu nunca trabalhei pela absolvição do meu pai. Eu trabalho pela anistia ser votada por um Congresso livre das ameaças de Alexandre de Moraes.” (assista ao fim da reportagem)

Momentos antes, ele havia compartilhado mensagem do empresário Paulo Figueiredo, que classificou a denúncia como uma ação sem citação formal e afirmou que Eduardo seria o primeiro político julgado in absentia em tempos recentes.

Segundo Figueiredo, trata-se de uma “vingança pessoal” de Moraes, mas também de uma tentativa de impedir a participação do deputado nas urnas.

Caso a posição de Moraes seja aceita pela maioria do STF, Eduardo Bolsonaro se tornará réu, e a ação penal será aberta. O julgamento do mérito, que poderá resultar em absolvição ou condenação, ocorrerá posteriormente. No voto, o ministro destacou que “a Procuradoria-Geral da República demonstrou presença da justa causa necessária para a instauração de ação penal contra o acusado Eduardo Nantes Bolsonaro, detalhando sua conduta criminosa”.

O julgamento teve início nesta sexta-feira em plenário virtual e deve se estender até 25 de novembro, com participação da ministra Cármen Lúcia e dos ministros Cristiano Zanin e Flávio Dino.

 

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