
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) participou de um fórum internacional sobre segurança pública em El Salvador, onde apresentou um panorama crítico sobre o cenário brasileiro de violência e sobre o papel do Estado no crescimento das facções criminosas.
Diante de Bukele, parlamentares e embaixadores de diferentes países, o deputado iniciou sua fala explicando sua origem social e motivação: “Eu nasci e fui criado em uma favela e vi de perto como a violência destrói um bairro, uma cidade, um estado e agora um país inteiro”, afirmou.
Em sua apresentação, Ferreira disse que o Brasil é incapaz de enfrentar grupos criminosos porque “as facções já estão dentro do próprio governo”. Segundo ele, atualmente existem 88 organizações criminosas mapeadas, sendo duas com atuação internacional. (Continua)
E veja também: O Conselho Curador do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) aprovou nesta terça-feira (11) o aumento do valor máximo de imóveis financiados pelo Minha Casa, Minha Vida. Além disso, retornou com o retorno do financiamento de 80% do valor do imóvel pelo SBPE. Saiba mais!
(segue) O deputado afirmou que mais de 11% da população vive em áreas sob influência direta desses grupos e citou um levantamento regional para reforçar o impacto: “Entre 50 e 60 milhões de brasileiros vivem sob ordens de criminosos, autoritários e violentos, que decidem quem entra e quem sai”.
Ele classificou o sistema de facções como “um governo paralelo, totalitário, armado e impune”, citando casos de cobranças de taxas, torturas, execuções e controle de setores essenciais, como água, gás e transporte. Um dos pontos mais fortes de sua fala foi a denúncia sobre práticas de punição extrema: “O método mais recente envolve tortura e descarte de corpos usando jacarés”, afirmou.
Ferreira ainda comparou dados nacionais de homicídios com conflitos armados internacionais, destacando o número de mortes no período recente:
“Em dois anos, 73.190 brasileiros foram assassinados dentro do território nacional… o Brasil, sem guerra declarada, mata mais que uma guerra”. Ele também relatou aumento de mortes e suicídios entre policiais e disse que os agentes de segurança estariam sendo tratados como criminosos.
O deputado citou ainda episódios históricos envolvendo o PCC, como o assalto ao Banco Central em 2005, a onda de ataques de 2006 em São Paulo e o assassinato de uma autoridade judicial este ano. Para ele, o avanço do crime estaria relacionado a decisões políticas e jurídicas tomadas nas últimas décadas: “A tragédia da segurança pública no Brasil não é só policial, é política”, afirmou.
Ferreira responsabilizou líderes de esquerda pelo que chamou de “aliança ideológica e tolerância ao crime”, mencionando o encontro político conhecido como Foro de São Paulo e decisões judiciais que, segundo ele, teriam favorecido a atuação das facções. Ele também criticou a falta de mecanismos de controle sobre o Supremo Tribunal Federal: “Vivemos um sistema onde 11 ministros não apenas interpretam, mas definem a pauta do país”.
O parlamentar encerrou sua fala afirmando que o Brasil precisa restaurar o equilíbrio entre poderes e que o exemplo de El Salvador mostraria que medidas duras podem transformar a realidade: “O Brasil não precisa de mais leis, precisa de justiça que cumpra a lei”.
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O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) participou de um fórum internacional sobre segurança pública em El Salvador, onde apresentou um panorama crítico sobre o cenário brasileiro de violência e sobre o papel do Estado no crescimento das facções criminosas.
Diante de Bukele, parlamentares e embaixadores de diferentes países, o deputado iniciou sua fala explicando sua origem social e motivação: “Eu nasci e fui criado em uma favela e vi de perto como a violência destrói um bairro, uma cidade, um estado e agora um país inteiro”, afirmou.
Em sua apresentação, Ferreira disse que o Brasil é incapaz de enfrentar grupos criminosos porque “as facções já estão dentro do próprio governo”. Segundo ele, atualmente existem 88 organizações criminosas mapeadas, sendo duas com atuação internacional. (Continua)
E veja também: O Conselho Curador do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) aprovou nesta terça-feira (11) o aumento do valor máximo de imóveis financiados pelo Minha Casa, Minha Vida. Além disso, retornou com o retorno do financiamento de 80% do valor do imóvel pelo SBPE. Saiba mais!
(segue) O deputado afirmou que mais de 11% da população vive em áreas sob influência direta desses grupos e citou um levantamento regional para reforçar o impacto: “Entre 50 e 60 milhões de brasileiros vivem sob ordens de criminosos, autoritários e violentos, que decidem quem entra e quem sai”.
Ele classificou o sistema de facções como “um governo paralelo, totalitário, armado e impune”, citando casos de cobranças de taxas, torturas, execuções e controle de setores essenciais, como água, gás e transporte. Um dos pontos mais fortes de sua fala foi a denúncia sobre práticas de punição extrema: “O método mais recente envolve tortura e descarte de corpos usando jacarés”, afirmou.
Ferreira ainda comparou dados nacionais de homicídios com conflitos armados internacionais, destacando o número de mortes no período recente:
“Em dois anos, 73.190 brasileiros foram assassinados dentro do território nacional… o Brasil, sem guerra declarada, mata mais que uma guerra”. Ele também relatou aumento de mortes e suicídios entre policiais e disse que os agentes de segurança estariam sendo tratados como criminosos.
O deputado citou ainda episódios históricos envolvendo o PCC, como o assalto ao Banco Central em 2005, a onda de ataques de 2006 em São Paulo e o assassinato de uma autoridade judicial este ano. Para ele, o avanço do crime estaria relacionado a decisões políticas e jurídicas tomadas nas últimas décadas: “A tragédia da segurança pública no Brasil não é só policial, é política”, afirmou.
Ferreira responsabilizou líderes de esquerda pelo que chamou de “aliança ideológica e tolerância ao crime”, mencionando o encontro político conhecido como Foro de São Paulo e decisões judiciais que, segundo ele, teriam favorecido a atuação das facções. Ele também criticou a falta de mecanismos de controle sobre o Supremo Tribunal Federal: “Vivemos um sistema onde 11 ministros não apenas interpretam, mas definem a pauta do país”.
O parlamentar encerrou sua fala afirmando que o Brasil precisa restaurar o equilíbrio entre poderes e que o exemplo de El Salvador mostraria que medidas duras podem transformar a realidade: “O Brasil não precisa de mais leis, precisa de justiça que cumpra a lei”.
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