
O ex-advogado e ex-secretário do governo Jair Bolsonaro, Fabio Wajngarten, voltou a se manifestar publicamente sobre o processo que resultou na condenação do ex-presidente a 27 anos e três meses de prisão. Em artigo na Folha de SP, Wanjgarten afirma que o Brasil está prestes a presenciar “a maior injustiça política de sua história”, caso Bolsonaro seja recolhido à Papuda nos próximos dias.
Conforme Fabio, “dói constatar que um homem honesto, com mais de 40 anos de carreira política irretocável, passe a conviver com criminosos de toda a ordem. É uma injustiça que corrói os corações de milhões de brasileiros que o veem como um verdadeiro mito”.
Ele ainda questiona a condenação de Bolsonaro pelo suposto planejamento de um golpe de Estado: “Afinal, como se pode condenar um ex-presidente da República a 27 anos e três meses por supostamente ter planejado um golpe de Estado sem nenhuma prova concreta, cabal e irrefutável? Uma simples análise factual, desprovida de paixão, é devastadora”, disse. (Continua)
E veja também: O Conselho Curador do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) aprovou nesta terça-feira (11) o aumento do valor máximo de imóveis financiados pelo Minha Casa, Minha Vida. Além disso, retornou com o retorno do financiamento de 80% do valor do imóvel pelo SBPE. Saiba mais!
(segue) Segundo Wanjgarten, ações do ex-presidente demonstram exatamente o contrário de uma tentativa de perpetuação no poder.
“Como acreditar que um presidente da República —sentado na cadeira principal do país— queira se perpetuar no poder se nomeia novos ministros militares a pedido do candidato que o derrotou nas urnas? Como imaginar que esse mesmo presidente pediu aos caminhoneiros —que o apoiavam em novembro de 2022— para liberarem as rodovias do país e, assim, impediu o caos no abastecimento de produtos? Não deveria ser o contrário?”, questiona.
Fávio também destacou que o ex-presidente se manteve afastado do governo após a eleição, evitando tumultos e conflitos:
“Esse mesmo presidente da República decidiu ir para os Estados Unidos e ficar longe do cenário político da formação do novo governo. Não queria tumulto, bate-boca ou alimentar intermináveis discussões sobre a legitimidade das eleições. Preferiu a distância e se preservar do ritual de passagem da faixa presidencial —o que é um direito dele, por mais que se questione”, afirma Wanjgarten.
O advogado ainda critica a associação de Bolsonaro aos atos do 8 de Janeiro, ressaltando que não há documentos que vinculem o ex-presidente às ações.
“Não só ele não estava no Brasil como quase que imediatamente repudiou os protestos por seu caráter violento e agressivo contra os Poderes da República. Nos autos do volumoso processo contra Bolsonaro e mais seis réus —a quase totalidade militares de alta patente— não se encontra um documento sequer oficial da Presidência da República, com sua assinatura, determinando qualquer ação conspiratória. Nenhum! É evidente que o julgamento da 1ª Turma da Suprema Corte do país foi político”, enfatiza Fabio.
Wajngarten também critica a condenação baseada em discursos políticos do ex-presidente: “A prisão domiciliar em que se encontra nos dias de hoje tem origem em suas falas, em sua retórica eleitoral de palanques nos eventos de 7 de Setembro, que nem de perto permitiriam uma condenação de 27 anos. Em cima de um trio elétrico em São Paulo, o homem calejado, o político ofendido de maneira vil pelos esquerdistas, desabafava e atendia aos apelos do seu eleitorado. Dessa postura a prendê-lo e condená-lo a quase três décadas é um acinte ao Estado democrático de Direito. Encarcerá-lo num presídio de segurança máxima é mais uma vendeta pessoal do que o respeito às leis e à Constituição”, avalia o ex-advogado.
Por fim, Wanjgarten ressalta a situação pessoal e física de Bolsonaro, lembrando a facada sofrida em Juiz de Fora e o desgaste político enfrentado:
“Um homem idoso que ainda sofre as graves sequelas da covarde facada de Juiz de Fora (MG) e que ainda hoje os esquerdopatas inventam que não existiu. Vê-lo sendo espezinhado, escorraçado, perseguido politicamente, sendo objeto de retaliações judiciais incompreensíveis à luz da Constituição, dói. A Justiça e a história vão reconhecer, cedo ou tarde, essa brutal injustiça”, conclui. (Foto: EBC; Fonte: Folha de SP)
Meu artigo hoje na Folha. pic.twitter.com/nciudVj06c
— Fabio Wajngarten (@fabiowoficial) November 17, 2025
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O ex-advogado e ex-secretário do governo Jair Bolsonaro, Fabio Wajngarten, voltou a se manifestar publicamente sobre o processo que resultou na condenação do ex-presidente a 27 anos e três meses de prisão. Em artigo na Folha de SP, Wanjgarten afirma que o Brasil está prestes a presenciar “a maior injustiça política de sua história”, caso Bolsonaro seja recolhido à Papuda nos próximos dias.
Conforme Fabio, “dói constatar que um homem honesto, com mais de 40 anos de carreira política irretocável, passe a conviver com criminosos de toda a ordem. É uma injustiça que corrói os corações de milhões de brasileiros que o veem como um verdadeiro mito”.
Ele ainda questiona a condenação de Bolsonaro pelo suposto planejamento de um golpe de Estado: “Afinal, como se pode condenar um ex-presidente da República a 27 anos e três meses por supostamente ter planejado um golpe de Estado sem nenhuma prova concreta, cabal e irrefutável? Uma simples análise factual, desprovida de paixão, é devastadora”, disse. (Continua)
E veja também: O Conselho Curador do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) aprovou nesta terça-feira (11) o aumento do valor máximo de imóveis financiados pelo Minha Casa, Minha Vida. Além disso, retornou com o retorno do financiamento de 80% do valor do imóvel pelo SBPE. Saiba mais!
(segue) Segundo Wanjgarten, ações do ex-presidente demonstram exatamente o contrário de uma tentativa de perpetuação no poder.
“Como acreditar que um presidente da República —sentado na cadeira principal do país— queira se perpetuar no poder se nomeia novos ministros militares a pedido do candidato que o derrotou nas urnas? Como imaginar que esse mesmo presidente pediu aos caminhoneiros —que o apoiavam em novembro de 2022— para liberarem as rodovias do país e, assim, impediu o caos no abastecimento de produtos? Não deveria ser o contrário?”, questiona.
Fávio também destacou que o ex-presidente se manteve afastado do governo após a eleição, evitando tumultos e conflitos:
“Esse mesmo presidente da República decidiu ir para os Estados Unidos e ficar longe do cenário político da formação do novo governo. Não queria tumulto, bate-boca ou alimentar intermináveis discussões sobre a legitimidade das eleições. Preferiu a distância e se preservar do ritual de passagem da faixa presidencial —o que é um direito dele, por mais que se questione”, afirma Wanjgarten.
O advogado ainda critica a associação de Bolsonaro aos atos do 8 de Janeiro, ressaltando que não há documentos que vinculem o ex-presidente às ações.
“Não só ele não estava no Brasil como quase que imediatamente repudiou os protestos por seu caráter violento e agressivo contra os Poderes da República. Nos autos do volumoso processo contra Bolsonaro e mais seis réus —a quase totalidade militares de alta patente— não se encontra um documento sequer oficial da Presidência da República, com sua assinatura, determinando qualquer ação conspiratória. Nenhum! É evidente que o julgamento da 1ª Turma da Suprema Corte do país foi político”, enfatiza Fabio.
Wajngarten também critica a condenação baseada em discursos políticos do ex-presidente: “A prisão domiciliar em que se encontra nos dias de hoje tem origem em suas falas, em sua retórica eleitoral de palanques nos eventos de 7 de Setembro, que nem de perto permitiriam uma condenação de 27 anos. Em cima de um trio elétrico em São Paulo, o homem calejado, o político ofendido de maneira vil pelos esquerdistas, desabafava e atendia aos apelos do seu eleitorado. Dessa postura a prendê-lo e condená-lo a quase três décadas é um acinte ao Estado democrático de Direito. Encarcerá-lo num presídio de segurança máxima é mais uma vendeta pessoal do que o respeito às leis e à Constituição”, avalia o ex-advogado.
Por fim, Wanjgarten ressalta a situação pessoal e física de Bolsonaro, lembrando a facada sofrida em Juiz de Fora e o desgaste político enfrentado:
“Um homem idoso que ainda sofre as graves sequelas da covarde facada de Juiz de Fora (MG) e que ainda hoje os esquerdopatas inventam que não existiu. Vê-lo sendo espezinhado, escorraçado, perseguido politicamente, sendo objeto de retaliações judiciais incompreensíveis à luz da Constituição, dói. A Justiça e a história vão reconhecer, cedo ou tarde, essa brutal injustiça”, conclui. (Foto: EBC; Fonte: Folha de SP)
Meu artigo hoje na Folha. pic.twitter.com/nciudVj06c
— Fabio Wajngarten (@fabiowoficial) November 17, 2025
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