
Uma publicação exclusiva da coluna de Paulo Cappelli, no portal Metrópoles, revelou que o Palácio do Planalto está insatisfeito com o ritmo da negociação tarifária com os Estados Unidos.
Segundo a coluna, a redução de 10% anunciada recentemente pelos norte-americanos, aplicada somente a determinados produtos brasileiros, foi considerada insuficiente pela administração petista e não atende às principais demandas apresentadas oficialmente por Brasília. Além do mais, o Brasil segue com uma tarifa extra de 40%, enquanto outras nações voltaram a não ser tributadas.
O Metrópoles informou que o governo brasileiro encaminhou um documento formal aos EUA na terça-feira (04/11), apresentando reivindicações e pendências comerciais. Como mostra a reportagem, apesar da entrega do material diplomático, “boa parte das questões colocadas ainda permanece sem resposta”.
Irritação crescente
De acordo com Cappelli, um embaixador diretamente envolvido na negociação apontou que o Brasil ainda aguarda retorno sobre tarifas impostas durante o governo do ex-presidente Donald Trump, especialmente em setores estratégicos.
Segundo a coluna, o diplomata destacou que a expectativa envolve taxas incidentes sobre produtos como carne bovina, açúcar e equipamentos metálicos ligados à engenharia.
Ainda conforme o Metrópoles, existe um clima de frustração entre diplomatas brasileiros, que enxergam lentidão e falta de avanços no diálogo com Washington. Integrantes do Palácio do Planalto afirmaram ao colunista que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva estaria “frustrado” com a falta de evolução.
Segundo publicado, o petista cogita uma ação direta: “planeja ligar diretamente para Trump nos próximos dias, para tentar reverter a sobretaxa de 40% e revogar a Lei Magnitsky aplicada pela Casa Branca contra o ministro Alexandre de Moraes (STF)”.
O trecho reforça o tom de preocupação interna, sobretudo porque, conforme a coluna, os Estados Unidos seguem resistentes: “Até o momento, Washington se mostra irredutível quanto a retirar a sanção imposta ao magistrado da Suprema Corte.”
Próximos passos
Apesar das dificuldades, a agenda diplomática vai continuar ativa. Segundo o Metrópoles, uma rodada de reuniões está prevista até o encerramento deste mês, incluindo encontros do chanceler Mauro Vieira com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e com o responsável pelo comércio exterior norte-americano, Jamieson Greer. Além disso, Fernando Haddad, ministro da Fazenda, também deverá participar das tratativas.
Segundo o texto original, o governo brasileiro considera que o avanço das relações com Washington é parte de uma estratégia geopolítica de longo prazo, com foco na ampliação da influência econômica, tecnológica e regional.
Para o Planalto, uma solução negociada poderia reduzir pressões internas, melhorar o fluxo de exportações e redesenhar a presença brasileira em cadeias globais de investimentos.
A reportagem publicada aponta que há expectativa de definições em curto prazo: “A expectativa é que os próximos dias tragam mais clareza sobre a disposição do governo Trump em atender às reivindicações feitas pelo Brasil.”. E mais: Galvão Bueno é internado em São Paulo. Clique AQUI para ver. (Foto: reprodução vídeo; Fonte: Metrópoles)
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Uma publicação exclusiva da coluna de Paulo Cappelli, no portal Metrópoles, revelou que o Palácio do Planalto está insatisfeito com o ritmo da negociação tarifária com os Estados Unidos.
Segundo a coluna, a redução de 10% anunciada recentemente pelos norte-americanos, aplicada somente a determinados produtos brasileiros, foi considerada insuficiente pela administração petista e não atende às principais demandas apresentadas oficialmente por Brasília. Além do mais, o Brasil segue com uma tarifa extra de 40%, enquanto outras nações voltaram a não ser tributadas.
O Metrópoles informou que o governo brasileiro encaminhou um documento formal aos EUA na terça-feira (04/11), apresentando reivindicações e pendências comerciais. Como mostra a reportagem, apesar da entrega do material diplomático, “boa parte das questões colocadas ainda permanece sem resposta”.
Irritação crescente
De acordo com Cappelli, um embaixador diretamente envolvido na negociação apontou que o Brasil ainda aguarda retorno sobre tarifas impostas durante o governo do ex-presidente Donald Trump, especialmente em setores estratégicos.
Segundo a coluna, o diplomata destacou que a expectativa envolve taxas incidentes sobre produtos como carne bovina, açúcar e equipamentos metálicos ligados à engenharia.
Ainda conforme o Metrópoles, existe um clima de frustração entre diplomatas brasileiros, que enxergam lentidão e falta de avanços no diálogo com Washington. Integrantes do Palácio do Planalto afirmaram ao colunista que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva estaria “frustrado” com a falta de evolução.
Segundo publicado, o petista cogita uma ação direta: “planeja ligar diretamente para Trump nos próximos dias, para tentar reverter a sobretaxa de 40% e revogar a Lei Magnitsky aplicada pela Casa Branca contra o ministro Alexandre de Moraes (STF)”.
O trecho reforça o tom de preocupação interna, sobretudo porque, conforme a coluna, os Estados Unidos seguem resistentes: “Até o momento, Washington se mostra irredutível quanto a retirar a sanção imposta ao magistrado da Suprema Corte.”
Próximos passos
Apesar das dificuldades, a agenda diplomática vai continuar ativa. Segundo o Metrópoles, uma rodada de reuniões está prevista até o encerramento deste mês, incluindo encontros do chanceler Mauro Vieira com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e com o responsável pelo comércio exterior norte-americano, Jamieson Greer. Além disso, Fernando Haddad, ministro da Fazenda, também deverá participar das tratativas.
Segundo o texto original, o governo brasileiro considera que o avanço das relações com Washington é parte de uma estratégia geopolítica de longo prazo, com foco na ampliação da influência econômica, tecnológica e regional.
Para o Planalto, uma solução negociada poderia reduzir pressões internas, melhorar o fluxo de exportações e redesenhar a presença brasileira em cadeias globais de investimentos.
A reportagem publicada aponta que há expectativa de definições em curto prazo: “A expectativa é que os próximos dias tragam mais clareza sobre a disposição do governo Trump em atender às reivindicações feitas pelo Brasil.”. E mais: Galvão Bueno é internado em São Paulo. Clique AQUI para ver. (Foto: reprodução vídeo; Fonte: Metrópoles)
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