Eduardo e Flávio Bolsonaro chegam a El Salvador; veja vídeo

Os irmãos Flávio e Eduardo Bolsonaro chegaram a San Salvador, capital de El Salvador, para uma série de compromissos voltados à segurança pública.

A expectativa era de uma reunião com o presidente Nayib Bukele, que se tornou referência internacional em políticas de combate ao crime. Até o momento, porém, o encontro não foi confirmado pela Presidência salvadorenha.

Nesta terça-feira (18/11), os dois parlamentares se reuniram com o ministro da Segurança, Gustavo Villatoro, figura central da estratégia de endurecimento adotada pelo país desde 2021. Villatoro tem sido responsável por recepcionar políticos brasileiros interessados no modelo salvadorenho — na semana anterior, recebeu o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG). (Continua)

Veja também! Os brasileiros recuperaram R$ 455,68 milhões em dinheiro esquecido no sistema financeiro apenas em setembro, segundo dados divulgados nesta terça-feira (11) pelo Banco Central (BC). Desde que o Sistema de Valores a Receber (SVR) foi lançado, já foram devolvidos R$ 12,22 bilhões a correntistas, embora ainda restem R$ 9,73 bilhões disponíveis para saque. Saiba mais!

(segue) Segundo Eduardo Bolsonaro, o ministro detalhou “como El Salvador deixou de ser o país mais violento do mundo para se tornar o mais seguro do hemisfério ocidental”.

Eduardo, que está autoexilado nos Estados Unidos desde fevereiro, afirmou que o chamado “milagre Bukele” se apoia em três pilares: “Autoridade e coragem para romper com o sistema que protegia o crime, leis duras contra facções e ação massiva e controle territorial total”.

Ele acrescentou que pretende levar as experiências vistas no país para o debate brasileiro. “Levo este conhecimento para o Brasil com a certeza de que é possível, sim, recuperar nosso país do domínio das facções. Basta vontade política, coragem e leis que funcionem”, escreveu. “O Brasil tem muito a aprender com El Salvador e nós estamos aqui exatamente para isso!”

Já o senador Flávio Bolsonaro, que viajou em missão oficial como presidente da Comissão de Segurança Pública do Senado, disse acompanhar de perto as ações salvadorenhas contra o crime organizado.

Em suas redes sociais, divulgou um vídeo da reunião com Villatoro e afirmou: “A experiência salvadorenha prova que é possível derrotar a criminalidade. O Brasil tem jeito”.

Desde 2019, Bukele implementa medidas rígidas para combater gangues e grupos criminosos. O governo prendeu mais de 75 mil pessoas por acusação de participação em facções. O país também inaugurou o CECOT, mega prisão com capacidade para 40 mil detentos, operando sob severas restrições, como ausência de visitas e isolamento externo.

Apesar das críticas de organizações internacionais de direitos humanos, o impacto nas estatísticas foi expressivo: a taxa de homicídios caiu para 1,9 por 100 mil habitantes, a mais baixa das Américas. Bukele se apresenta como o líder que venceu a “guerra contra as gangues”.

 

 

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Os irmãos Flávio e Eduardo Bolsonaro chegaram a San Salvador, capital de El Salvador, para uma série de compromissos voltados à segurança pública.

A expectativa era de uma reunião com o presidente Nayib Bukele, que se tornou referência internacional em políticas de combate ao crime. Até o momento, porém, o encontro não foi confirmado pela Presidência salvadorenha.

Nesta terça-feira (18/11), os dois parlamentares se reuniram com o ministro da Segurança, Gustavo Villatoro, figura central da estratégia de endurecimento adotada pelo país desde 2021. Villatoro tem sido responsável por recepcionar políticos brasileiros interessados no modelo salvadorenho — na semana anterior, recebeu o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG). (Continua)

Veja também! Os brasileiros recuperaram R$ 455,68 milhões em dinheiro esquecido no sistema financeiro apenas em setembro, segundo dados divulgados nesta terça-feira (11) pelo Banco Central (BC). Desde que o Sistema de Valores a Receber (SVR) foi lançado, já foram devolvidos R$ 12,22 bilhões a correntistas, embora ainda restem R$ 9,73 bilhões disponíveis para saque. Saiba mais!

(segue) Segundo Eduardo Bolsonaro, o ministro detalhou “como El Salvador deixou de ser o país mais violento do mundo para se tornar o mais seguro do hemisfério ocidental”.

Eduardo, que está autoexilado nos Estados Unidos desde fevereiro, afirmou que o chamado “milagre Bukele” se apoia em três pilares: “Autoridade e coragem para romper com o sistema que protegia o crime, leis duras contra facções e ação massiva e controle territorial total”.

Ele acrescentou que pretende levar as experiências vistas no país para o debate brasileiro. “Levo este conhecimento para o Brasil com a certeza de que é possível, sim, recuperar nosso país do domínio das facções. Basta vontade política, coragem e leis que funcionem”, escreveu. “O Brasil tem muito a aprender com El Salvador e nós estamos aqui exatamente para isso!”

Já o senador Flávio Bolsonaro, que viajou em missão oficial como presidente da Comissão de Segurança Pública do Senado, disse acompanhar de perto as ações salvadorenhas contra o crime organizado.

Em suas redes sociais, divulgou um vídeo da reunião com Villatoro e afirmou: “A experiência salvadorenha prova que é possível derrotar a criminalidade. O Brasil tem jeito”.

Desde 2019, Bukele implementa medidas rígidas para combater gangues e grupos criminosos. O governo prendeu mais de 75 mil pessoas por acusação de participação em facções. O país também inaugurou o CECOT, mega prisão com capacidade para 40 mil detentos, operando sob severas restrições, como ausência de visitas e isolamento externo.

Apesar das críticas de organizações internacionais de direitos humanos, o impacto nas estatísticas foi expressivo: a taxa de homicídios caiu para 1,9 por 100 mil habitantes, a mais baixa das Américas. Bukele se apresenta como o líder que venceu a “guerra contra as gangues”.

 

 

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