Líder da oposição diz que prisão de Bolsonaro tem “caráter punitivo”

O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), afirmou, neste sábado (22/11), que a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro “tem caráter nitidamente punitivo”. Bolsonaro foi preso pela Polícia Federal na manhã deste sábado, por volta das 6h. Ele foi encaminhado para a Superintendência Regional da Polícia Federal no Distrito Federal.

O senador publicou uma nota no X afirmando que a decisão que determinou a prisão de Bolsonaro “ultrapassa limites constitucionais e ameaça pilares essenciais do Estado de Direito” e que ao invés de se apoiar em fatos e provas, atribui “responsabilidade criminal por vínculos familiares”.

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NOTA PÚBLICA

A decisão que determinou a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro ultrapassa limites constitucionais e ameaça pilares essenciais do Estado de Direito. Em vez de se apoiar em fatos e provas, adota uma lógica de culpa por associação, atribuindo responsabilidade…

— Rogério Marinho (@rogeriosmarinho) November 22, 2025

Marinho acusou a decisão de contraria a jurisprudência do próprio Supremo Tribunal Federal (STF) e que a imparcialidade objetiva foi comprometida. O senador finaliza afirmando que “quando a lei deixa de conter abusos, ela se converte em instrumento do próprio abuso”.





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O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), afirmou, neste sábado (22/11), que a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro “tem caráter nitidamente punitivo”. Bolsonaro foi preso pela Polícia Federal na manhã deste sábado, por volta das 6h. Ele foi encaminhado para a Superintendência Regional da Polícia Federal no Distrito Federal.

O senador publicou uma nota no X afirmando que a decisão que determinou a prisão de Bolsonaro “ultrapassa limites constitucionais e ameaça pilares essenciais do Estado de Direito” e que ao invés de se apoiar em fatos e provas, atribui “responsabilidade criminal por vínculos familiares”.

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A decisão que determinou a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro ultrapassa limites constitucionais e ameaça pilares essenciais do Estado de Direito. Em vez de se apoiar em fatos e provas, adota uma lógica de culpa por associação, atribuindo responsabilidade…

— Rogério Marinho🇧🇷 (@rogeriosmarinho) November 22, 2025

Marinho acusou a decisão de contraria a jurisprudência do próprio Supremo Tribunal Federal (STF) e que a imparcialidade objetiva foi comprometida. O senador finaliza afirmando que “quando a lei deixa de conter abusos, ela se converte em instrumento do próprio abuso”.

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