PSOL leva Flávio Bolsonaro à PGR por convocação de vigília

A bancada do PSOL na Câmara dos Deputados anunciou neste sábado (22) que acionará a Procuradoria-Geral da República para que investigue o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Os deputados querem apurar a conduta do parlamentar após a convocação de uma vigília de oração pela saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

O evento, promovido por Flávio nas redes sociais na sexta-feira (21), foi mencionado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, na decisão que determinou a prisão preventiva do ex-presidente. (continua)

E mais: Os brasileiros recuperaram R$ 455,68 milhões em dinheiro esquecido no sistema financeiro. Já foram devolvidos R$ 12,22 bilhões a correntistas, embora ainda restem R$ 9,73 bilhões disponíveis para saque. Clique AQUI para ver.

Mesmo após a vigília ter sido citada como um dos elementos que embasaram a ordem de prisão, Flávio reforçou a convocação e o ato ocorreu na noite de sábado (22) nos arredores do condomínio onde Bolsonaro morava em regime domiciliar.

Para os parlamentares do PSOL, a iniciativa do senador teria buscado mobilizar apoiadores “com a potencial finalidade de facilitação de fuga, bem como aglomeração e tumulto no local de cumprimento da medida cautelar, com potencial objetivo de obstruir ou dificultar a atuação da Polícia Federal e da Polícia Penal do Distrito Federal”.

O grupo pede que Flávio seja investigado por suposta incitação ao crime, obstrução de justiça, ações contra o Estado Democrático de Direito e eventual facilitação de fuga de pessoa submetida a medida de restrição.

Os deputados também solicitam que seja analisada a “reiterada participação ou colaboração com organização criminosa”, alegando que as atitudes de Flávio expressariam a repetição de um “modus operandi atribuído à organização criminosa investigada”, que, segundo decisões judiciais, costuma mobilizar apoiadores para gerar tumultos com finalidades políticas e pessoais.

Durante a vigília realizada no sábado, Flávio afirmou que o ato tinha caráter exclusivamente espiritual. “Nos resta a fé”, declarou. Ainda assim, ele disse a jornalistas que a bancada aliada no Congresso deve se articular em defesa da proposta de anistia e da “união da direita”.

O senador também classificou como “fundamentação esdrúxula” os argumentos utilizados por Alexandre de Moraes para justificar a prisão preventiva de Jair Bolsonaro.

Em sua decisão, o ministro escreveu que houve uma “convocação de manifestantes disfarçada de ‘vigília’ pela saúde do réu Jair Messias Bolsonaro” e relacionou o episódio à violação da tornozeleira eletrônica pelo ex-presidente.

Segundo Moraes, o dano ao equipamento representava “altíssimo risco para a efetividade da prisão domiciliar decretada” e para a “efetividade da lei penal”, podendo inclusive facilitar uma tentativa de fuga. E mais: Assista ao pronunciamento de Michelle sobre prisão de Bolsonaro. Clique AQUI para ver. (Foto: Ag. Senado; Fonte: CNN)

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A bancada do PSOL na Câmara dos Deputados anunciou neste sábado (22) que acionará a Procuradoria-Geral da República para que investigue o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Os deputados querem apurar a conduta do parlamentar após a convocação de uma vigília de oração pela saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

O evento, promovido por Flávio nas redes sociais na sexta-feira (21), foi mencionado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, na decisão que determinou a prisão preventiva do ex-presidente. (continua)

E mais: Os brasileiros recuperaram R$ 455,68 milhões em dinheiro esquecido no sistema financeiro. Já foram devolvidos R$ 12,22 bilhões a correntistas, embora ainda restem R$ 9,73 bilhões disponíveis para saque. Clique AQUI para ver.

Mesmo após a vigília ter sido citada como um dos elementos que embasaram a ordem de prisão, Flávio reforçou a convocação e o ato ocorreu na noite de sábado (22) nos arredores do condomínio onde Bolsonaro morava em regime domiciliar.

Para os parlamentares do PSOL, a iniciativa do senador teria buscado mobilizar apoiadores “com a potencial finalidade de facilitação de fuga, bem como aglomeração e tumulto no local de cumprimento da medida cautelar, com potencial objetivo de obstruir ou dificultar a atuação da Polícia Federal e da Polícia Penal do Distrito Federal”.

O grupo pede que Flávio seja investigado por suposta incitação ao crime, obstrução de justiça, ações contra o Estado Democrático de Direito e eventual facilitação de fuga de pessoa submetida a medida de restrição.

Os deputados também solicitam que seja analisada a “reiterada participação ou colaboração com organização criminosa”, alegando que as atitudes de Flávio expressariam a repetição de um “modus operandi atribuído à organização criminosa investigada”, que, segundo decisões judiciais, costuma mobilizar apoiadores para gerar tumultos com finalidades políticas e pessoais.

Durante a vigília realizada no sábado, Flávio afirmou que o ato tinha caráter exclusivamente espiritual. “Nos resta a fé”, declarou. Ainda assim, ele disse a jornalistas que a bancada aliada no Congresso deve se articular em defesa da proposta de anistia e da “união da direita”.

O senador também classificou como “fundamentação esdrúxula” os argumentos utilizados por Alexandre de Moraes para justificar a prisão preventiva de Jair Bolsonaro.

Em sua decisão, o ministro escreveu que houve uma “convocação de manifestantes disfarçada de ‘vigília’ pela saúde do réu Jair Messias Bolsonaro” e relacionou o episódio à violação da tornozeleira eletrônica pelo ex-presidente.

Segundo Moraes, o dano ao equipamento representava “altíssimo risco para a efetividade da prisão domiciliar decretada” e para a “efetividade da lei penal”, podendo inclusive facilitar uma tentativa de fuga. E mais: Assista ao pronunciamento de Michelle sobre prisão de Bolsonaro. Clique AQUI para ver. (Foto: Ag. Senado; Fonte: CNN)

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