Com Bolsonaro preso, apoiadores e sósia se manifestam em frente à PF

No segundo dia após a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), a entrada da Superintendência Regional da Polícia Federal, em Brasília (DF), voltou a concentrar grupos de manifestantes.

Desde as primeiras horas da manhã deste domingo (23/11), um grupo com cerca de 15 pessoas se mobiliza em frente ao prédio com faixas e fazendo orações. Um sósia de Bolsonaro também está entre os se mobilizaram até o local.

Uma das faixas exibidas pede: “Fora Lula e Moraes. Buzine”. Em vídeo registrado pelo Metrópoles, motoristas que passavam pelo local responderam ao chamado. Assista:

A movimentação deste domingo se soma aos episódios registrados nesse sábado (22/11), logo após a prisão do ex-presidente.

A área em frente à PF recebeu tanto apoiadores quanto opositores. Um grupo chegou a estourar uma garrafa de champanhe para celebrar a decisão. Houve um princípio de confusão, que foi controlado sem necessidade de intervenção policial.

À noite, porém, a tensão aumentou na porta do condomínio onde Bolsonaro mora, no Jardim Botânico, em Brasília. Um opositor invadiu a vigília organizada por apoiadores e acabou agredido.

Ismael Lopes, que afirma ser um dos coordenadores da Frente Nacional dos Evangélicos, criticou a atuação de Bolsonaro na pandemia e dirigiu seus comentários ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Ele disse que o país precisa de justiça e afirmou que o ex-presidente “abriu 700 mil covas” durante a crise sanitária.

15 imagensOpositor ao ex-presidente Jair Bolsonaro se infiltra em vigília e é agredido por manifestantes da vigília Ismael na vigiliaFlávio Bolsonaro em oração pelo paiApoiadores fazem vigília a Bolsonaro após prisão do ex-presidenteA vigília acontece após a prisão preventiva do ex-chefe do ExecutivoFechar modal.1 de 15

Sósia de Bolsonaro

Daniela Santos/Metrópoles2 de 15

Opositor ao ex-presidente Jair Bolsonaro se infiltra em vigília e é agredido por manifestantes da vigília

BRENO ESAKI/ METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto3 de 15

Ismael na vigilia

BRENO ESAKI/ METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto4 de 15

Flávio Bolsonaro em oração pelo pai

Giovana Alves/Metrópoles5 de 15

Apoiadores fazem vigília a Bolsonaro após prisão do ex-presidente

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto6 de 15

A vigília acontece após a prisão preventiva do ex-chefe do Executivo

Giovana Alves/Metrópoles7 de 15

O senador eleito pelo PL caiu nas lágrimas durante uma oração

Giovana Alves/Metrópoles8 de 15

BRENO ESAKI/ METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto9 de 15

BRENO ESAKI/ METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto10 de 15

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BRENO ESAKI/ METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto

A fala gerou revolta imediata. O ex-desembargador e advogado Sebastião Coelho tomou o microfone das mãos de Ismael, que foi retirado do local sob gritos, chutes e tapas.

Apoiadores chamaram o evangélico de “vagabundo” e “filho da put*”. A Polícia Militar precisou usar gás de pimenta para dispersar o tumulto. Após a agressão, Ismael tentou falar com a imprensa, mas relatou que não conseguia abrir os olhos.

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Prisão de Jair Bolsonaro

Os protestos acontecem em meio às repercussões da prisão preventiva de Bolsonaro, autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

O ex-presidente foi detido após a Polícia Federal apontar risco de fuga, reforçado pela vigília convocada por Flávio Bolsonaro na porta do condomínio. A Procuradoria-Geral da República concordou com o pedido.

A decisão de Moraes também destacou que Bolsonaro tentou violar a tornozeleira eletrônica que usava desde julho. No início da tarde de sábado, o ministro retirou o sigilo do vídeo em que o ex-presidente admite ter queimado o dispositivo com um ferro de solda, alegando “curiosidade”.

Segundo documento assinado pela diretora-adjunta Rita de Cássia, o Centro Integrado de Monitoração Eletrônica detectou a violação do aparelho às 0h07.

A equipe de escolta posicionada na porta da casa solicitou que Bolsonaro apresentasse o equipamento, momento em que ele confirmou o dano.



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No segundo dia após a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), a entrada da Superintendência Regional da Polícia Federal, em Brasília (DF), voltou a concentrar grupos de manifestantes.

Desde as primeiras horas da manhã deste domingo (23/11), um grupo com cerca de 15 pessoas se mobiliza em frente ao prédio com faixas e fazendo orações. Um sósia de Bolsonaro também está entre os se mobilizaram até o local.

Uma das faixas exibidas pede: “Fora Lula e Moraes. Buzine”. Em vídeo registrado pelo Metrópoles, motoristas que passavam pelo local responderam ao chamado. Assista:

A movimentação deste domingo se soma aos episódios registrados nesse sábado (22/11), logo após a prisão do ex-presidente.

A área em frente à PF recebeu tanto apoiadores quanto opositores. Um grupo chegou a estourar uma garrafa de champanhe para celebrar a decisão. Houve um princípio de confusão, que foi controlado sem necessidade de intervenção policial.

À noite, porém, a tensão aumentou na porta do condomínio onde Bolsonaro mora, no Jardim Botânico, em Brasília. Um opositor invadiu a vigília organizada por apoiadores e acabou agredido.

Ismael Lopes, que afirma ser um dos coordenadores da Frente Nacional dos Evangélicos, criticou a atuação de Bolsonaro na pandemia e dirigiu seus comentários ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Ele disse que o país precisa de justiça e afirmou que o ex-presidente “abriu 700 mil covas” durante a crise sanitária.

15 imagensOpositor ao ex-presidente Jair Bolsonaro se infiltra em vigília e é agredido por manifestantes da vigília Ismael na vigiliaFlávio Bolsonaro em oração pelo paiApoiadores fazem vigília a Bolsonaro após prisão do ex-presidenteA vigília acontece após a prisão preventiva do ex-chefe do ExecutivoFechar modal.1 de 15

Sósia de Bolsonaro

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Opositor ao ex-presidente Jair Bolsonaro se infiltra em vigília e é agredido por manifestantes da vigília

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Ismael na vigilia

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Flávio Bolsonaro em oração pelo pai

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Apoiadores fazem vigília a Bolsonaro após prisão do ex-presidente

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A vigília acontece após a prisão preventiva do ex-chefe do Executivo

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O senador eleito pelo PL caiu nas lágrimas durante uma oração

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A fala gerou revolta imediata. O ex-desembargador e advogado Sebastião Coelho tomou o microfone das mãos de Ismael, que foi retirado do local sob gritos, chutes e tapas.

Apoiadores chamaram o evangélico de “vagabundo” e “filho da put*”. A Polícia Militar precisou usar gás de pimenta para dispersar o tumulto. Após a agressão, Ismael tentou falar com a imprensa, mas relatou que não conseguia abrir os olhos.

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Prisão de Jair Bolsonaro

Os protestos acontecem em meio às repercussões da prisão preventiva de Bolsonaro, autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

O ex-presidente foi detido após a Polícia Federal apontar risco de fuga, reforçado pela vigília convocada por Flávio Bolsonaro na porta do condomínio. A Procuradoria-Geral da República concordou com o pedido.

A decisão de Moraes também destacou que Bolsonaro tentou violar a tornozeleira eletrônica que usava desde julho. No início da tarde de sábado, o ministro retirou o sigilo do vídeo em que o ex-presidente admite ter queimado o dispositivo com um ferro de solda, alegando “curiosidade”.

Segundo documento assinado pela diretora-adjunta Rita de Cássia, o Centro Integrado de Monitoração Eletrônica detectou a violação do aparelho às 0h07.

A equipe de escolta posicionada na porta da casa solicitou que Bolsonaro apresentasse o equipamento, momento em que ele confirmou o dano.

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