Após Bolsonaro ser filmado, PF instala películas escuras em portas

A Polícia Federal instalou, na tarde desta segunda-feira (24/11), películas escuras nos vidros das portas de sua Superintendência Regional no Distrito Federal. A intervenção ocorre um dia após o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), preso preventivamente desde sábado (22/11), ter sido filmado pela imprensa na recepção do prédio após ser visitado por sua esposa, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.

As novas películas permitem que quem está dentro veja o lado externo, mas bloqueiam a visão de fora para dentro.

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Instalação de peliculas na porta da superintendência da Polícia Federal

Luis Nova/Especial Metrópoles @LuisGustavoNova2 de 3

Instalação de películas na porta da superintendência da Polícia Federal

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Luis Nova/Especial Metrópoles @LuisGustavoNova

Reforço de segurança

Além das películas, a porta lateral da Superintendência foi temporariamente fechada. Servidores agora entram exclusivamente pela porta principal, medida adotada para controlar melhor o fluxo no prédio.

Segundo investigadores, o objetivo é reforçar a segurança e preservar a privacidade tanto de detidos quanto de servidores, além de evitar exposição de rotinas internas. A avaliação é de que a filmagem de Bolsonaro gerou vulnerabilidade operacional, uma vez que áreas internas ficaram visíveis em vídeos divulgados nas redes sociais.

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As imagens de Bolsonaro, registradas no domingo (23/11), mostraram o ex-presidente usando camisa escura e circulando entre a sala de visitas e a área de recepção. Ele havia recebido Michelle Bolsonaro, que permaneceu na Superintendência por cerca de duas horas.

As gravações geraram críticas nas redes sociais, com alegações de suposto tratamento diferenciado. O Metrópoles apurou que os deslocamentos estavam dentro dos protocolos internos e que não houve irregularidade. O ex-mandatário apenas retornava ao espaço onde permanece custodiado.

Condições de detenção

A sala onde Bolsonaro cumpre a prisão preventiva conta com cama de solteiro, televisão, ar-condicionado, frigobar e banheiro próprio. Ele está detido desde a manhã de sábado, após o ministro Alexandre de Moraes apontar risco de fuga diante da vigília convocada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e da violação da tornozeleira eletrônica.

O Supremo Tribunal Federal (STF) julgou, nesta segunda-feira, a manutenção da prisão preventiva. Com os votos de Moraes, Flávio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin, o colegiado decidiu, por unanimidade, manter Bolsonaro preso.



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A Polícia Federal instalou, na tarde desta segunda-feira (24/11), películas escuras nos vidros das portas de sua Superintendência Regional no Distrito Federal. A intervenção ocorre um dia após o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), preso preventivamente desde sábado (22/11), ter sido filmado pela imprensa na recepção do prédio após ser visitado por sua esposa, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.

As novas películas permitem que quem está dentro veja o lado externo, mas bloqueiam a visão de fora para dentro.

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Reforço de segurança

Além das películas, a porta lateral da Superintendência foi temporariamente fechada. Servidores agora entram exclusivamente pela porta principal, medida adotada para controlar melhor o fluxo no prédio.

Segundo investigadores, o objetivo é reforçar a segurança e preservar a privacidade tanto de detidos quanto de servidores, além de evitar exposição de rotinas internas. A avaliação é de que a filmagem de Bolsonaro gerou vulnerabilidade operacional, uma vez que áreas internas ficaram visíveis em vídeos divulgados nas redes sociais.

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As gravações geraram críticas nas redes sociais, com alegações de suposto tratamento diferenciado. O Metrópoles apurou que os deslocamentos estavam dentro dos protocolos internos e que não houve irregularidade. O ex-mandatário apenas retornava ao espaço onde permanece custodiado.

Condições de detenção

A sala onde Bolsonaro cumpre a prisão preventiva conta com cama de solteiro, televisão, ar-condicionado, frigobar e banheiro próprio. Ele está detido desde a manhã de sábado, após o ministro Alexandre de Moraes apontar risco de fuga diante da vigília convocada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e da violação da tornozeleira eletrônica.

O Supremo Tribunal Federal (STF) julgou, nesta segunda-feira, a manutenção da prisão preventiva. Com os votos de Moraes, Flávio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin, o colegiado decidiu, por unanimidade, manter Bolsonaro preso.

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