Conselho de Ética da Câmara analisa processos contra nove deputados

O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados vota, nesta terça-feira (22/11), a abertura de processos disciplinares contra nove deputados federais. As representações vão de ofensas pessoais a tumultos em sessões da Casa, e incluem parlamentares do PT e do PL.

Veja a lista e o motivo do pedido de abertura de processo disciplinar:

  • Gilvan da Federal (PL-ES): tem duas representações. Uma delas é referente a “manifestações gravemente ofensivas e difamatórias” contra a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann. A outra é por desejar a morte do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
  • André Janones (Avante-MG): acumula três representações. A primeira é do embate contra o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). Outra é por uma discussão no X (antigo Twitter), onde Janones acusa o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) de ser um assassino. A última se trata de supostas denúncias de rachadinha em seu gabinete, feitas por um ex-assessor.
  • Kim Kataguiri (União Brasil-SP): ação apresentada pelo Psol se refere a uma discussão entre Kim e a deputada federal Célia Xakriabá, quando ele disse que a indígena faz “cosplay”;
  • Lindbergh Farias (PT-RJ): uma das representações desmente a suposta acusação que o deputado federal Marcel Van Hattem (Novo-RS) teria feito ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. A mais recente é refente ao episódio em que o petista chamou Gayer de “canalha”.
  • Éder Mauro (PL-PA): acusado de agredir o bancário Bruno Silva, que havia se posicionado politicamente contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. A denúncia menciona atitude de intimidação e emprego de força física.
  • Guilherme Boulos (Psol-SP): o atual ministro, que está licenciado do mandato de deputado, é alvo de uma representação movida pelo PL. O partido alega que Boulos teria dirigido ofensas a Gustavo Gayer e Gilvan da Federal durante discussões no plenário, utilizando termos que, na visão da sigla, extrapolaram o debate político aceitável.
  • José Medeiros (PL-MT): a peça protocolada pelo Psolsustenta que Medeiros atacou o deputado Ivan Valente (Psol-SP) em publicações nas redes sociais, recorrendo a insultos pessoais e atribuindo ao colega ações que ele não teria cometido.
  • Sargento Fahur (PSD-PR): O parlamentar é alvo de uma representação por causa de um episódio envolvendo o deputado Pastor Henrique Vieira (Psol-RJ). Durante um discurso, Fahur afirmou que, se houvesse um filme em que Vieira fosse agredido, ele gostaria de “interpretar o policial que bate”.
  • Célia Xakriabá (Psol-MG): a ação movida pelo PL contra Célia está ligada ao tumulto ocorrido na votação do projeto de licenciamento ambiental. De acordo com a representação, a deputada teria usado uma caneta para atingir Kim Kataguiri e, no meio da confusão, acabou acertando Sargento Fahur de maneira não intencional.
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3 imagensKim Kataguiri é um dos líderes do MBLDeputado Gilvan da Federal (PL-ES) no Conselho de Ética da CâmaraFechar modal.1 de 3

Lindbergh Farias critica PL Antifacção de Derrite

Reprodução / Metrópoles2 de 3

Kim Kataguiri é um dos líderes do MBL

KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo3 de 3

Deputado Gilvan da Federal (PL-ES) no Conselho de Ética da Câmara

Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

Na sessão desta terça, o Conselho de Ética volta a analisar a representação do Psol contra o deputado Kim Kataguiri (União-SP). A legenda afirma que a deputada Célia Xakriabá (Psol-MG) sofreu violência política de gênero e raça pelo parlamentar.



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O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados vota, nesta terça-feira (22/11), a abertura de processos disciplinares contra nove deputados federais. As representações vão de ofensas pessoais a tumultos em sessões da Casa, e incluem parlamentares do PT e do PL.

Veja a lista e o motivo do pedido de abertura de processo disciplinar:

  • Gilvan da Federal (PL-ES): tem duas representações. Uma delas é referente a “manifestações gravemente ofensivas e difamatórias” contra a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann. A outra é por desejar a morte do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
  • André Janones (Avante-MG): acumula três representações. A primeira é do embate contra o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). Outra é por uma discussão no X (antigo Twitter), onde Janones acusa o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) de ser um assassino. A última se trata de supostas denúncias de rachadinha em seu gabinete, feitas por um ex-assessor.
  • Kim Kataguiri (União Brasil-SP): ação apresentada pelo Psol se refere a uma discussão entre Kim e a deputada federal Célia Xakriabá, quando ele disse que a indígena faz “cosplay”;
  • Lindbergh Farias (PT-RJ): uma das representações desmente a suposta acusação que o deputado federal Marcel Van Hattem (Novo-RS) teria feito ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. A mais recente é refente ao episódio em que o petista chamou Gayer de “canalha”.
  • Éder Mauro (PL-PA): acusado de agredir o bancário Bruno Silva, que havia se posicionado politicamente contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. A denúncia menciona atitude de intimidação e emprego de força física.
  • Guilherme Boulos (Psol-SP): o atual ministro, que está licenciado do mandato de deputado, é alvo de uma representação movida pelo PL. O partido alega que Boulos teria dirigido ofensas a Gustavo Gayer e Gilvan da Federal durante discussões no plenário, utilizando termos que, na visão da sigla, extrapolaram o debate político aceitável.
  • José Medeiros (PL-MT): a peça protocolada pelo Psolsustenta que Medeiros atacou o deputado Ivan Valente (Psol-SP) em publicações nas redes sociais, recorrendo a insultos pessoais e atribuindo ao colega ações que ele não teria cometido.
  • Sargento Fahur (PSD-PR): O parlamentar é alvo de uma representação por causa de um episódio envolvendo o deputado Pastor Henrique Vieira (Psol-RJ). Durante um discurso, Fahur afirmou que, se houvesse um filme em que Vieira fosse agredido, ele gostaria de “interpretar o policial que bate”.
  • Célia Xakriabá (Psol-MG): a ação movida pelo PL contra Célia está ligada ao tumulto ocorrido na votação do projeto de licenciamento ambiental. De acordo com a representação, a deputada teria usado uma caneta para atingir Kim Kataguiri e, no meio da confusão, acabou acertando Sargento Fahur de maneira não intencional.
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Na sessão desta terça, o Conselho de Ética volta a analisar a representação do Psol contra o deputado Kim Kataguiri (União-SP). A legenda afirma que a deputada Célia Xakriabá (Psol-MG) sofreu violência política de gênero e raça pelo parlamentar.

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