Eduardo vota dos EUA; Alcolumbre anula participação do deputado

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que está nos Estados Unidos, chegou a votar de forma remota durante a sessão conjunta do Congresso Nacional que analisou vetos presidenciais de Lula nesta quinta-feira (27).

O registro, porém, acabou anulado pelo presidente do Congresso (e também do Senado), o senador Davi Alcolumbre (União-AP), que considerou a participação ‘irregular’ diante das normas recém-adotadas pela Câmara.

Alcolumbre lembrou que há uma decisão vigente que veda o voto remoto de deputados quando estão no exterior, exceto em situações de missão oficial. (continua)

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(segue) Ao anunciar a nulidade, o senador afirmou. “Na deliberação dos vetos por meio da cédula eletrônica foi constatado o registro irregular de votação pelo deputado Eduardo Bolsonaro […] Essa presidência reconhece a sua aplicabilidade no âmbito das sessões conjuntas do Congresso Nacional”. O episódio foi inicialmente levantado pela deputada Erika Kokay (PT-DF), que pediu esclarecimentos à Mesa.

Antes de invalidar o voto, Alcolumbre disse que o caso estava sendo avaliado pela Consultoria e pela Advocacia do Senado e apontou que não houve “tempo hábil” para atualizar o sistema de votação após a decisão da Câmara — divulgada na última terça-feira (25).

Eduardo Bolsonaro havia registrado votos no bloco que tratava dos vetos à Lei Geral do Licenciamento Ambiental, ao Propag (Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados) e a mudanças no quadro de servidores do Senado, temas que compuseram a primeira etapa da sessão conjunta. E mais: Carlos faz desabafo e manda recado a quem é corajoso no teclado. Clique AQUI para ver. (Foto: Ag. Senado; Fonte: CNN)

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O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que está nos Estados Unidos, chegou a votar de forma remota durante a sessão conjunta do Congresso Nacional que analisou vetos presidenciais de Lula nesta quinta-feira (27).

O registro, porém, acabou anulado pelo presidente do Congresso (e também do Senado), o senador Davi Alcolumbre (União-AP), que considerou a participação ‘irregular’ diante das normas recém-adotadas pela Câmara.

Alcolumbre lembrou que há uma decisão vigente que veda o voto remoto de deputados quando estão no exterior, exceto em situações de missão oficial. (continua)

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Antes de invalidar o voto, Alcolumbre disse que o caso estava sendo avaliado pela Consultoria e pela Advocacia do Senado e apontou que não houve “tempo hábil” para atualizar o sistema de votação após a decisão da Câmara — divulgada na última terça-feira (25).

Eduardo Bolsonaro havia registrado votos no bloco que tratava dos vetos à Lei Geral do Licenciamento Ambiental, ao Propag (Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados) e a mudanças no quadro de servidores do Senado, temas que compuseram a primeira etapa da sessão conjunta. E mais: Carlos faz desabafo e manda recado a quem é corajoso no teclado. Clique AQUI para ver. (Foto: Ag. Senado; Fonte: CNN)

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