Como operação contra sonegação na Refit atingiu comentarista da Jovem Pan

A Operação Poço de Lobato, deflagrada nesta quinta-feira (27) pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) em parceria com a Receita Federal, avançou sobre um suposto esquema bilionário de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro atribuído ao Grupo Refit, liderado pelo empresário Ricardo Magro, dono da antiga Refinaria Manguinhos.

Além de Magro, familiares, sócios, fundos de investimento e diversas empresas, a ação também teve como alvo o comentarista político Cristiano Beraldo, apontado pelos investigadores supostamente como responsável por comandar offshores nos Estados Unidos cujos endereços coincidem com companhias ligadas ao empresário.

Documentos de registros empresariais nos EUA mostram que Beraldo e a esposa de Magro figuram como diretores de um empreendimento estabelecido no mesmo endereço em Miami, cidade onde o dono da Refit vive atualmente. (continua)

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(segue) De acordo com o MPSP, informações apresentadas por Beraldo em depoimento, somadas a e-mails e documentos apreendidos, reforçam a tese de uma “confusão patrimonial” que teria sido estruturada para proteger valores supostamente provenientes de um esquema de sonegação — somente em São Paulo, o Grupo Refit acumula cerca de R$ 9,6 bilhões em débitos tributários.

Segundo os promotores, Beraldo mantém cinco offshores registradas em Delaware, considerado um paraíso fiscal dentro dos Estados Unidos: Quantum Bay, Hm Mia, Cascais Bay, além das imobiliárias Real Estate Assets e Oceana KB Real Estate.

Ele também já atuou como CEO da J.Global Energy Inc., empresa parceira da Refit. Como parte da operação, foram cumpridos 190 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Maranhão e no Distrito Federal, com apoio da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, da Secretaria Municipal da Fazenda paulistana e das polícias Civil e Militar.

Nas redes sociais, ele disse que foi surpreendido com a notícia de que é alvo da operação. “Ainda estou apurando os detalhes que me dizem respeito, mas o que posso afirmar é que tenho um histórico profissional de mais de 25 anos e todas as minhas atividades sempre foram e continuam sendo lícitas. Atualmente trabalho nos EUA onde atuo integralmente em linha com a legislação local sem nada a dever às autoridades. Enquanto isso, afasto-me das minhas atividades na Jovem Pan e da militância política para focar em responder eventuais questionamentos às autoridades”, afirmou. (Fonte: Metrópoles)

 

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A Operação Poço de Lobato, deflagrada nesta quinta-feira (27) pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) em parceria com a Receita Federal, avançou sobre um suposto esquema bilionário de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro atribuído ao Grupo Refit, liderado pelo empresário Ricardo Magro, dono da antiga Refinaria Manguinhos.

Além de Magro, familiares, sócios, fundos de investimento e diversas empresas, a ação também teve como alvo o comentarista político Cristiano Beraldo, apontado pelos investigadores supostamente como responsável por comandar offshores nos Estados Unidos cujos endereços coincidem com companhias ligadas ao empresário.

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Segundo os promotores, Beraldo mantém cinco offshores registradas em Delaware, considerado um paraíso fiscal dentro dos Estados Unidos: Quantum Bay, Hm Mia, Cascais Bay, além das imobiliárias Real Estate Assets e Oceana KB Real Estate.

Ele também já atuou como CEO da J.Global Energy Inc., empresa parceira da Refit. Como parte da operação, foram cumpridos 190 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Maranhão e no Distrito Federal, com apoio da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, da Secretaria Municipal da Fazenda paulistana e das polícias Civil e Militar.

Nas redes sociais, ele disse que foi surpreendido com a notícia de que é alvo da operação. “Ainda estou apurando os detalhes que me dizem respeito, mas o que posso afirmar é que tenho um histórico profissional de mais de 25 anos e todas as minhas atividades sempre foram e continuam sendo lícitas. Atualmente trabalho nos EUA onde atuo integralmente em linha com a legislação local sem nada a dever às autoridades. Enquanto isso, afasto-me das minhas atividades na Jovem Pan e da militância política para focar em responder eventuais questionamentos às autoridades”, afirmou. (Fonte: Metrópoles)

 

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