
A Fundação Perseu Abramo, braço teórico e vinculada ao PT, elaborou uma ‘cartilha’ sobre segurança pública que defende a criação de uma guarda nacional de caráter civil para substituir a atual Força Nacional.
A proposta prevê que, com a nova estrutura, “não será mais necessário o emprego” das Forças Armadas em ações de GLO (Garantia da Lei e da Ordem). O material pode servir de referência para o programa eleitoral do partido em 2026.
Segundo o documento, a Força Nacional ainda funciona apenas como um programa, sem cadeia de comando própria, sem código disciplinar e sem corregedoria estruturada, sendo composta por policiais enviados pelos estados e pelo Distrito Federal. (continua)
Dinheiro esquecido: Os brasileiros recuperaram R$ 455,68 milhões em dinheiro esquecido no sistema financeiro em apenas um mês, mas R$ 9,73 bilhões ainda disponíveis para saque. Saiba mais!
Em seu lugar, o texto recomenda a criação de uma Guarda Nacional permanente, por meio de uma PEC, com atuação em todo o país — especialmente em regiões sensíveis como fronteiras e a Amazônia Legal.
“O resultado seria a ampliação dos órgãos que compõem a segurança pública, com a criação de uma nova instituição policial da União para atuar em todo território nacional”, afirma a cartilha.
A publicação também reforça que, com essa força civil, “gradativamente não será mais necessário o emprego das Forças Armadas” em operações de GLO.
Outra proposta central do material é a recriação do Ministério da Segurança Pública, separado do Ministério da Justiça. A nova pasta reuniria órgãos como a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal, a Polícia Ferroviária Federal, a Polícia Penal, a própria Força Nacional e a Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública).
A Fundação Perseu Abramo acaba de lançar a cartilha“Brasil seguro, família protegida – Subsídios para o debate de segurança pública”, reunindo propostas consistentes para enfrentar a criminalidade sem recorrer à lógica do extermínio que fracassou no Brasil.
Nossa abordagem é…
— Fundação Perseu Abramo (@fpabramo) November 30, 2025
A GLO
A GLO, sigla para Garantia da Lei e da Ordem, é um instrumento previsto na Constituição que permite ao presidente da República autorizar o uso das Forças Armadas — Exército, Marinha e Aeronáutica — em situações excepcionais dentro do território nacional.
Durante uma operação de GLO, os militares passam a atuar temporariamente com poderes semelhantes aos das forças policiais, podendo fazer patrulhamento, controlar áreas sensíveis, garantir segurança e restaurar a normalidade.
É sempre uma medida pontual, temporária e emergencial, usada apenas quando outros recursos se mostram insuficientes. E mais: MBL diz que quer ‘acabar com raça’ de Flávio Bolsonaro. Clique AQUI para ver. (Foto: EBC; Fonte: Poder360)
Gostou? Compartilhe!


A Fundação Perseu Abramo, braço teórico e vinculada ao PT, elaborou uma ‘cartilha’ sobre segurança pública que defende a criação de uma guarda nacional de caráter civil para substituir a atual Força Nacional.
A proposta prevê que, com a nova estrutura, “não será mais necessário o emprego” das Forças Armadas em ações de GLO (Garantia da Lei e da Ordem). O material pode servir de referência para o programa eleitoral do partido em 2026.
Segundo o documento, a Força Nacional ainda funciona apenas como um programa, sem cadeia de comando própria, sem código disciplinar e sem corregedoria estruturada, sendo composta por policiais enviados pelos estados e pelo Distrito Federal. (continua)
Dinheiro esquecido: Os brasileiros recuperaram R$ 455,68 milhões em dinheiro esquecido no sistema financeiro em apenas um mês, mas R$ 9,73 bilhões ainda disponíveis para saque. Saiba mais!
Em seu lugar, o texto recomenda a criação de uma Guarda Nacional permanente, por meio de uma PEC, com atuação em todo o país — especialmente em regiões sensíveis como fronteiras e a Amazônia Legal.
“O resultado seria a ampliação dos órgãos que compõem a segurança pública, com a criação de uma nova instituição policial da União para atuar em todo território nacional”, afirma a cartilha.
A publicação também reforça que, com essa força civil, “gradativamente não será mais necessário o emprego das Forças Armadas” em operações de GLO.
Outra proposta central do material é a recriação do Ministério da Segurança Pública, separado do Ministério da Justiça. A nova pasta reuniria órgãos como a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal, a Polícia Ferroviária Federal, a Polícia Penal, a própria Força Nacional e a Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública).
A Fundação Perseu Abramo acaba de lançar a cartilha“Brasil seguro, família protegida – Subsídios para o debate de segurança pública”, reunindo propostas consistentes para enfrentar a criminalidade sem recorrer à lógica do extermínio que fracassou no Brasil.
Nossa abordagem é…
— Fundação Perseu Abramo (@fpabramo) November 30, 2025
A GLO
A GLO, sigla para Garantia da Lei e da Ordem, é um instrumento previsto na Constituição que permite ao presidente da República autorizar o uso das Forças Armadas — Exército, Marinha e Aeronáutica — em situações excepcionais dentro do território nacional.
Durante uma operação de GLO, os militares passam a atuar temporariamente com poderes semelhantes aos das forças policiais, podendo fazer patrulhamento, controlar áreas sensíveis, garantir segurança e restaurar a normalidade.
É sempre uma medida pontual, temporária e emergencial, usada apenas quando outros recursos se mostram insuficientes. E mais: MBL diz que quer ‘acabar com raça’ de Flávio Bolsonaro. Clique AQUI para ver. (Foto: EBC; Fonte: Poder360)
Gostou? Compartilhe!
[/gpt3]
