A bronca e a acusação de um Sindicato de motos a Boulos ; Saiba detalhes

O Sindicato dos Mensageiros Motociclistas, Ciclistas e Mototaxistas de São Paulo (SindimotoSP) reagiu com veemência à criação de um grupo de trabalho destinado a debater novas regras trabalhistas para entregadores por aplicativo.

Em nota divulgada nessa quinta-feira (4), a entidade acusa o ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, de deixar de fora a representação sindical formal e de favorecer associações que, segundo o sindicato, “não possuem legitimidade constitucional para falar em nome dos trabalhadores”.

O SindimotoSP aponta que, desde o início do mandato de Boulos, o ministro “tem reiteradamente convocado associações que não representam a categoria profissional” e que reúnem apenas pequenos grupos de associados, sem base territorial definida.

A entidade também informou que não foi convidada para a reunião de negociação realizada no Tribunal Superior do Trabalho (TST), que contou com a presença do presidente da Corte, do ministro do Trabalho e do próprio Boulos, onde associações foram chamadas para representar os trabalhadores do setor. (continua)

Uber para empresas: uma plataforma que permite que empresas gerenciem viagens, refeições e entregas para funcionários e clientes. Saiba como funciona!

(segue) O sindicato se apresenta como “o maior sindicato do mundo na área de motofrete e ciclista mensageiro” e considera sua exclusão das negociações coordenadas pelo governo como uma violação ao sistema sindical previsto na Constituição.

Segundo a nota, o episódio se repete, pois Boulos já teria impedido a participação de sindicatos em audiência pública sobre o tema, permitindo a presença das mesmas associações que agora foram novamente convocadas.

Veja também!
Deputada federal invade Câmara atrás de suposta amante do marido: ‘cadê a vag…..?’

Como doações dos EUA para vítimas das enchentes do RS foram parar em brechós; Saiba detalhes

A entidade reforça que a representação de trabalhadores deve ser feita por sindicatos com registro formal, base territorial e dirigentes eleitos, e não por organizações sem personalidade sindical ou ligadas a influenciadores digitais.

“A vida do trabalhador não cabe em 15 segundos de vídeo”, afirma o documento, acrescentando que negociação coletiva “não é palco de likes”.

O SindimotoSP também criticou a divulgação de um vídeo no qual o ministro aparece ao lado de representantes de associações anunciando a criação do grupo de trabalho. Para a entidade, tais iniciativas “não têm legitimidade sem a participação da entidade sindical”.

O sindicato reforça que “nenhum grupo de trabalho ou negociação coletiva é legítimo sem a presença da entidade sindical” e que qualquer ação que exclua o sindicato “atenta contra o sistema sindical, a representatividade democrática e a segurança jurídica das relações coletivas”.

Apesar das críticas, a nota enfatiza que o sindicato permanece aberto ao diálogo “com todas as instituições públicas e privadas”, desde que respeitada a representação legítima prevista pela Constituição de 1988, e finaliza afirmando que continuará defendendo a categoria e a legitimidade sindical “construída ao longo de décadas de luta e organização”. (Foto: Ascom\SGPR; Fonte: Congresso em Foco)

Gostou? Compartilhe!



<

O Sindicato dos Mensageiros Motociclistas, Ciclistas e Mototaxistas de São Paulo (SindimotoSP) reagiu com veemência à criação de um grupo de trabalho destinado a debater novas regras trabalhistas para entregadores por aplicativo.

Em nota divulgada nessa quinta-feira (4), a entidade acusa o ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, de deixar de fora a representação sindical formal e de favorecer associações que, segundo o sindicato, “não possuem legitimidade constitucional para falar em nome dos trabalhadores”.

O SindimotoSP aponta que, desde o início do mandato de Boulos, o ministro “tem reiteradamente convocado associações que não representam a categoria profissional” e que reúnem apenas pequenos grupos de associados, sem base territorial definida.

A entidade também informou que não foi convidada para a reunião de negociação realizada no Tribunal Superior do Trabalho (TST), que contou com a presença do presidente da Corte, do ministro do Trabalho e do próprio Boulos, onde associações foram chamadas para representar os trabalhadores do setor. (continua)

Uber para empresas: uma plataforma que permite que empresas gerenciem viagens, refeições e entregas para funcionários e clientes. Saiba como funciona!

(segue) O sindicato se apresenta como “o maior sindicato do mundo na área de motofrete e ciclista mensageiro” e considera sua exclusão das negociações coordenadas pelo governo como uma violação ao sistema sindical previsto na Constituição.

Segundo a nota, o episódio se repete, pois Boulos já teria impedido a participação de sindicatos em audiência pública sobre o tema, permitindo a presença das mesmas associações que agora foram novamente convocadas.

Veja também!
Deputada federal invade Câmara atrás de suposta amante do marido: ‘cadê a vag…..?’

Como doações dos EUA para vítimas das enchentes do RS foram parar em brechós; Saiba detalhes

A entidade reforça que a representação de trabalhadores deve ser feita por sindicatos com registro formal, base territorial e dirigentes eleitos, e não por organizações sem personalidade sindical ou ligadas a influenciadores digitais.

“A vida do trabalhador não cabe em 15 segundos de vídeo”, afirma o documento, acrescentando que negociação coletiva “não é palco de likes”.

O SindimotoSP também criticou a divulgação de um vídeo no qual o ministro aparece ao lado de representantes de associações anunciando a criação do grupo de trabalho. Para a entidade, tais iniciativas “não têm legitimidade sem a participação da entidade sindical”.

O sindicato reforça que “nenhum grupo de trabalho ou negociação coletiva é legítimo sem a presença da entidade sindical” e que qualquer ação que exclua o sindicato “atenta contra o sistema sindical, a representatividade democrática e a segurança jurídica das relações coletivas”.

Apesar das críticas, a nota enfatiza que o sindicato permanece aberto ao diálogo “com todas as instituições públicas e privadas”, desde que respeitada a representação legítima prevista pela Constituição de 1988, e finaliza afirmando que continuará defendendo a categoria e a legitimidade sindical “construída ao longo de décadas de luta e organização”. (Foto: Ascom\SGPR; Fonte: Congresso em Foco)

Gostou? Compartilhe!

[/gpt3]

NOTÍCIA