Flávio revela única condição de retirar candidatura; Assista

Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou, em entrevista exclusiva concedida à Record nesse domingo (7), que considera seu nome “altamente competitivo” para a disputa presidencial de 2026. O anúncio oficial de sua pré-candidatura havia sido feito dois dias antes, na sexta-feira (5).

Ao comentar levantamentos divulgados antes de seu nome entrar no páreo, Flávio disse que “não valem absolutamente nada”, reforçando que só após sua oficialização seria possível avaliar cenários eleitorais de maneira realista.

Durante a conversa, o senador destacou a centralidade do Congresso Nacional em qualquer projeto de governo. “A Presidência da República para mim é a cereja do bolo apenas. O bolo são os deputados e senadores. Não adianta você sentar na cadeira de presidente da República se você não tiver a Câmara e o Senado”, declarou.

Ele afirmou que sua campanha será construída em parceria com candidatos a deputado, senador e governador, apostando em alianças amplas desde o início da pré-campanha.

Flávio também estabeleceu qual seria seu único motivo para desistir da disputa: a situação do ex-presidente Jair Bolsonaro.

“Meu preço é justiça. E não é só justiça comigo, é justiça com quase 60 milhões de brasileiros que foram sequestrados, estão dentro de um cativeiro, nesse momento, junto com o presidente Jair Messias Bolsonaro. Então, óbvio que não tem volta. A minha pré-candidatura à Presidência da República é muito consciente”, afirmou. (assista ao fim da reportagem)

Na manhã deste domingo (7), em seu primeiro evento público após oficializar a pré-candidatura, o senador negou que exista divisão interna no campo da direita e relatou ter recebido uma “reação muito boa” do governador paulista Tarcísio de Freitas — figura que, segundo ele, será decisiva em 2026.

“São Paulo é o maior colégio eleitoral do Brasil, é o estado com maior importância em questão de PIB, em geração de empregos, é uma potência. O orçamento de São Paulo só fica abaixo do orçamento da União. E o Tarcísio é um craque. Tarcísio é o camisa 10 dessa seleção, desse time que nós temos”, disse à emissora.

Com a pré-candidatura oficializada, Flávio Bolsonaro informou que dedicará os próximos dias a construir apoios políticos. Ele pretende se reunir nesta segunda-feira (8) com líderes partidários como Valdemar Costa Neto (PL), Antonio Rueda (União Brasil), Ciro Nogueira (PP) e o líder da oposição Rogério Marinho (PL-RN).

O senador ainda manifestou o desejo de contar com o presidente do Republicanos, Marcos Pereira (SP), que deve receber um convite formal para integrar as articulações.


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Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou, em entrevista exclusiva concedida à Record nesse domingo (7), que considera seu nome “altamente competitivo” para a disputa presidencial de 2026. O anúncio oficial de sua pré-candidatura havia sido feito dois dias antes, na sexta-feira (5).

Ao comentar levantamentos divulgados antes de seu nome entrar no páreo, Flávio disse que “não valem absolutamente nada”, reforçando que só após sua oficialização seria possível avaliar cenários eleitorais de maneira realista.

Durante a conversa, o senador destacou a centralidade do Congresso Nacional em qualquer projeto de governo. “A Presidência da República para mim é a cereja do bolo apenas. O bolo são os deputados e senadores. Não adianta você sentar na cadeira de presidente da República se você não tiver a Câmara e o Senado”, declarou.

Ele afirmou que sua campanha será construída em parceria com candidatos a deputado, senador e governador, apostando em alianças amplas desde o início da pré-campanha.

Flávio também estabeleceu qual seria seu único motivo para desistir da disputa: a situação do ex-presidente Jair Bolsonaro.

“Meu preço é justiça. E não é só justiça comigo, é justiça com quase 60 milhões de brasileiros que foram sequestrados, estão dentro de um cativeiro, nesse momento, junto com o presidente Jair Messias Bolsonaro. Então, óbvio que não tem volta. A minha pré-candidatura à Presidência da República é muito consciente”, afirmou. (assista ao fim da reportagem)

Na manhã deste domingo (7), em seu primeiro evento público após oficializar a pré-candidatura, o senador negou que exista divisão interna no campo da direita e relatou ter recebido uma “reação muito boa” do governador paulista Tarcísio de Freitas — figura que, segundo ele, será decisiva em 2026.

“São Paulo é o maior colégio eleitoral do Brasil, é o estado com maior importância em questão de PIB, em geração de empregos, é uma potência. O orçamento de São Paulo só fica abaixo do orçamento da União. E o Tarcísio é um craque. Tarcísio é o camisa 10 dessa seleção, desse time que nós temos”, disse à emissora.

Com a pré-candidatura oficializada, Flávio Bolsonaro informou que dedicará os próximos dias a construir apoios políticos. Ele pretende se reunir nesta segunda-feira (8) com líderes partidários como Valdemar Costa Neto (PL), Antonio Rueda (União Brasil), Ciro Nogueira (PP) e o líder da oposição Rogério Marinho (PL-RN).

O senador ainda manifestou o desejo de contar com o presidente do Republicanos, Marcos Pereira (SP), que deve receber um convite formal para integrar as articulações.


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