

Exonerações
O grupo ligado ao até então Todo-Poderoso Rodrigo Bacellar vai agora passar a lupa nos cargos nomeados em quem votou para que ele continuasse preso. Sinal de que vai ter muita gente perdendo o cargo.
Dois pesos, duas medidas
O deputado Luiz Paulo votou pela manutenção da prisão de Rodrigo Bacellar, mas, quando foi com sua colega de partido Lucinha e envolvimento com a milícia, ele votou contra.
Pela segurança
O deputado Marcio Gualberto, de direita, a despeito de ter sido conduzido pela Comissão de Segurança pelo próprio Bacellar, votou contra ele. Coragem.
Resposta
Bacellar fez muitos inimigos e recebeu a resposta nesta votação. É o caso do Rosemberg Reis, que lembrou da exoneração do irmão e votou contra Bacellar.
Resposta II
Já Dionísio Lins, que também teve um aliado exonerado do IPEM por Bacellar quando este assumiu temporariamente como governador, preferiu se abster.
Pelo partido
O psolista Yuri Moura ia votar contra a prisão, mas até aliados de Bacellar sugeriram que votasse a favor e evitasse uma expulsão do partido.
Incoerência
Falando em esquerda, o deputado Renan Jordy trabalhou bem em mostrar a incoerência da esquerda na obtenção do voto em área controlada por traficantes e de que nunca a esquerda teve tanto espaço na gestão Bacellar, como ele disse, “comendo boi com chifre e tudo”.
Incoerência II
Mas, podendo ter terminado o dia por cima da carne-seca, Jordy saiu dando soco em um bombeiro hidráulico após ficar preso em um elevador da Alerj.
Presidente
Tudo indica que Rodrigo Bacellar não voltará a ser presidente, nem que haverá nova eleição da mesa. Dessa forma, Guilherme Delalori fica como presidente interino e fora da linha sucessória do governo do RJ.
Presidente II
Melhor para Cláudio Castro, que agora pode se ausentar sem ter receios do que pode fazer seu sucessor.
