
O líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), destituiu o deputado Bibo Nunes (foto – PL-RS) do cargo de vice-líder após ele contrariar a orientação da sigla durante a votação que tratava do futuro do mandato de Glauber Braga (Psol-RJ).
A tensão começou quando Bibo apoiou a emenda do Psol que propunha suspender o mandato do psolista, em vez de aprovar sua cassação definitiva.
O plenário analisava o parecer do Conselho de Ética, que desde abril recomendava a cassação de Glauber e oito anos de inelegibilidade. Antes da decisão final, o Psol apresentou uma alternativa: trocar a cassação por uma suspensão de seis meses, proposta que só teria validade se alcançasse 257 votos favoráveis — maioria absoluta da Casa. (continua)
Dinheiro esquecido nos bancos: na última atualização do ano, BC diz que 48,7 milhões de pessoas ainda têm valores a receber em bancos. Total é de mais de R$ 9 bilhões. Clique AQUI para ver.
Ao divergir do PL, Bibo afirmou que rejeitar a emenda poderia resultar em um impasse e, no fim, não aplicar qualquer sanção ao parlamentar. Para ele, a suspensão seria a saída mais viável para garantir alguma punição.
A reação de Sóstenes foi imediata e dura. Em plenário, ele anunciou a retirada de Bibo da vice-liderança sob a justificativa de quebra de alinhamento interno.
“Portanto, como líder, a partir de hoje ele não é mais meu vice-líder, porque um vice-líder deve lealdade ao seu líder. Se ele tivesse combinado comigo antes, não haveria a destituição (…). A nossa orientação continua ‘não’”, declarou.
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O líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), destituiu o deputado Bibo Nunes (foto – PL-RS) do cargo de vice-líder após ele contrariar a orientação da sigla durante a votação que tratava do futuro do mandato de Glauber Braga (Psol-RJ).
A tensão começou quando Bibo apoiou a emenda do Psol que propunha suspender o mandato do psolista, em vez de aprovar sua cassação definitiva.
O plenário analisava o parecer do Conselho de Ética, que desde abril recomendava a cassação de Glauber e oito anos de inelegibilidade. Antes da decisão final, o Psol apresentou uma alternativa: trocar a cassação por uma suspensão de seis meses, proposta que só teria validade se alcançasse 257 votos favoráveis — maioria absoluta da Casa. (continua)
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“Portanto, como líder, a partir de hoje ele não é mais meu vice-líder, porque um vice-líder deve lealdade ao seu líder. Se ele tivesse combinado comigo antes, não haveria a destituição (…). A nossa orientação continua ‘não’”, declarou.
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