A Polícia Federal identificou o senador Weverton Rocha (foto – PDT-MA), atual vice-líder do governo Lula no Senado, como o suposto destinatário final de recursos desviados em um esquema criminoso que envolvia descontos irregulares aplicados sobre aposentadorias e pensões do INSS.
A informação consta em relatórios da investigação conhecida como Operação Sem Desconto, que apura a chamada “farra do INSS”.
De acordo com os investigadores, o parlamentar teria se beneficiado financeiramente das operações conduzidas pela organização criminosa, com o repasse de valores sendo feito por intermédio de assessores parlamentares. Para a PF, a estrutura montada tinha como objetivo ocultar a origem ilícita do dinheiro e direcioná-lo ao beneficiário final do esquema.
As apurações também apontam que, em fases anteriores da operação, foram encontradas mensagens trocadas entre Alexandre Caetano — contador de empresas ligadas ao empresário conhecido como Careca do INSS — e o economista Rubens Oliveira Costa. (continua)
Dinheiro esquecido nos bancos: na última atualização do ano, BC diz que 48,7 milhões de pessoas ainda têm valores a receber em bancos. Total é de mais de R$ 9 bilhões. Clique AQUI para ver.
(continua) Além disso, os agentes localizaram um arquivo em Excel intitulado “Grupo Senador Weverton”, que passou a integrar o conjunto de provas analisadas.
Segundo a Polícia Federal, o enriquecimento do Careca do INSS, que atualmente está preso, teria sido viabilizado por respaldo político. Na avaliação dos investigadores, esse suporte contou com a participação direta do senador Weverton, o que teria facilitado a manutenção e a expansão do esquema criminoso.
Na manhã dessa quinta-feira (18/12), o parlamentar foi alvo de mandados de busca e apreensão. A PF chegou a solicitar a prisão do senador, mas o pedido foi negado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, relator do caso no tribunal. (continua)
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Durante o cumprimento das ordens judiciais, os agentes apreenderam uma série de bens de alto valor, incluindo armas, dinheiro em espécie, veículos de luxo, relógios importados, joias e outros itens considerados incompatíveis com a renda declarada. De acordo com as investigações, esses bens teriam sido adquiridos com recursos desviados do esquema.
Entre os objetos recolhidos estão automóveis de marcas premium, como Volvo, além de relógios estrangeiros de alto valor. As apreensões ocorreram em diferentes estados do país e também no Distrito Federal. Um dos endereços vistoriados pertence ao senador Weverton Rocha.
Em nota conjunta, o Ministério da Previdência Social e o INSS afirmaram que “permanecerão contribuindo ativamente com as investigações e atuando para recuperar os recursos desviados por esse esquema que começou no governo anterior, mas foi interrompido neste governo”.
Ainda no âmbito administrativo, o procurador federal Felipe Cavalcante e Silva, que atua como consultor jurídico do ministério, assumirá a função de secretário-executivo da pasta.
Por meio de nota, o senador Weverton Rocha declarou que segue no exercício do mandato e afirmou estar colaborando com as investigações. Segundo ele, continuará atuando “com serenidade e colaborando para o esclarecimento dos fatos”. (Foto: Ag. Câmara; Fonte: Metrópoles)
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A Polícia Federal identificou o senador Weverton Rocha (foto – PDT-MA), atual vice-líder do governo Lula no Senado, como o suposto destinatário final de recursos desviados em um esquema criminoso que envolvia descontos irregulares aplicados sobre aposentadorias e pensões do INSS.
A informação consta em relatórios da investigação conhecida como Operação Sem Desconto, que apura a chamada “farra do INSS”.
De acordo com os investigadores, o parlamentar teria se beneficiado financeiramente das operações conduzidas pela organização criminosa, com o repasse de valores sendo feito por intermédio de assessores parlamentares. Para a PF, a estrutura montada tinha como objetivo ocultar a origem ilícita do dinheiro e direcioná-lo ao beneficiário final do esquema.
As apurações também apontam que, em fases anteriores da operação, foram encontradas mensagens trocadas entre Alexandre Caetano — contador de empresas ligadas ao empresário conhecido como Careca do INSS — e o economista Rubens Oliveira Costa. (continua)
Dinheiro esquecido nos bancos: na última atualização do ano, BC diz que 48,7 milhões de pessoas ainda têm valores a receber em bancos. Total é de mais de R$ 9 bilhões. Clique AQUI para ver.
(continua) Além disso, os agentes localizaram um arquivo em Excel intitulado “Grupo Senador Weverton”, que passou a integrar o conjunto de provas analisadas.
Segundo a Polícia Federal, o enriquecimento do Careca do INSS, que atualmente está preso, teria sido viabilizado por respaldo político. Na avaliação dos investigadores, esse suporte contou com a participação direta do senador Weverton, o que teria facilitado a manutenção e a expansão do esquema criminoso.
Na manhã dessa quinta-feira (18/12), o parlamentar foi alvo de mandados de busca e apreensão. A PF chegou a solicitar a prisão do senador, mas o pedido foi negado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, relator do caso no tribunal. (continua)
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Entre os objetos recolhidos estão automóveis de marcas premium, como Volvo, além de relógios estrangeiros de alto valor. As apreensões ocorreram em diferentes estados do país e também no Distrito Federal. Um dos endereços vistoriados pertence ao senador Weverton Rocha.
Em nota conjunta, o Ministério da Previdência Social e o INSS afirmaram que “permanecerão contribuindo ativamente com as investigações e atuando para recuperar os recursos desviados por esse esquema que começou no governo anterior, mas foi interrompido neste governo”.
Ainda no âmbito administrativo, o procurador federal Felipe Cavalcante e Silva, que atua como consultor jurídico do ministério, assumirá a função de secretário-executivo da pasta.
Por meio de nota, o senador Weverton Rocha declarou que segue no exercício do mandato e afirmou estar colaborando com as investigações. Segundo ele, continuará atuando “com serenidade e colaborando para o esclarecimento dos fatos”. (Foto: Ag. Câmara; Fonte: Metrópoles)
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