
A Polícia Federal solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) autorização para tomar o depoimento do ex-presidente Jair Bolsonaro. O pedido foi encaminhado após a localização de dois cofres no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, onde Bolsonaro morou até o fim de seu mandato.
Os cofres foram encontrados em junho deste ano. Como não havia senha para acesso, a Polícia Federal foi acionada e realizou a abertura do compartimento.
No interior, segundo a corporação, havia documentos pessoais do ex-presidente e outros bens cujo conteúdo ainda não foi detalhado publicamente. A PF não informou se os itens incluem dinheiro, joias ou outros objetos de valor, limitando-se a mencionar a existência de “alguns bens”.(continua)
Dinheiro esquecido nos bancos: na última atualização do ano, BC diz que 48,7 milhões de pessoas ainda têm valores a receber em bancos. Total é de mais de R$ 9 bilhões. Clique AQUI para ver.
(segue) No pedido encaminhado ao Supremo, a Polícia Federal argumenta que a oitiva é necessária para esclarecer a titularidade e a procedência do material encontrado.
Em trecho do documento, a corporação afirma: “Tendo em vista terem sido encontrados documentos pessoais do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro junto a outros bens, faz-se necessária a realização de oitiva do mesmo para que se manifeste sobre a propriedade e a origem de tais bens.”
Com base nisso, a PF aguarda a decisão do STF para que Bolsonaro seja formalmente ouvido no âmbito da apuração. Até o momento, não há informação sobre prazo para a análise do pedido nem sobre eventual autorização por parte da Corte.
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A Polícia Federal solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) autorização para tomar o depoimento do ex-presidente Jair Bolsonaro. O pedido foi encaminhado após a localização de dois cofres no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, onde Bolsonaro morou até o fim de seu mandato.
Os cofres foram encontrados em junho deste ano. Como não havia senha para acesso, a Polícia Federal foi acionada e realizou a abertura do compartimento.
No interior, segundo a corporação, havia documentos pessoais do ex-presidente e outros bens cujo conteúdo ainda não foi detalhado publicamente. A PF não informou se os itens incluem dinheiro, joias ou outros objetos de valor, limitando-se a mencionar a existência de “alguns bens”.(continua)
Dinheiro esquecido nos bancos: na última atualização do ano, BC diz que 48,7 milhões de pessoas ainda têm valores a receber em bancos. Total é de mais de R$ 9 bilhões. Clique AQUI para ver.
(segue) No pedido encaminhado ao Supremo, a Polícia Federal argumenta que a oitiva é necessária para esclarecer a titularidade e a procedência do material encontrado.
Em trecho do documento, a corporação afirma: “Tendo em vista terem sido encontrados documentos pessoais do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro junto a outros bens, faz-se necessária a realização de oitiva do mesmo para que se manifeste sobre a propriedade e a origem de tais bens.”
Com base nisso, a PF aguarda a decisão do STF para que Bolsonaro seja formalmente ouvido no âmbito da apuração. Até o momento, não há informação sobre prazo para a análise do pedido nem sobre eventual autorização por parte da Corte.
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