PGR arquiva mais uma investigação contra Bolsonaro; Saiba detalhes

A Procuradoria-Geral da República (PGR) decidiu arquivar uma investigação aberta contra o ex-presidente Jair Bolsonaro por falta de provas. O procedimento analisava declarações feitas pelo ex-chefe do Executivo durante um ato realizado em Copacabana, no Rio de Janeiro, em março deste ano.

De acordo com a revista Veja, a apuração teve início após uma denúncia encaminhada por meio do canal do cidadão. O relato apontava suposta prática de crime contra a democracia, com base no teor das falas de Bolsonaro durante a manifestação.

O ato ocorreu no dia 16 de março e reuniu manifestantes que defendiam a anistia aos condenados e investigados pelos atos de 8 de janeiro de 2023. Em seu discurso, Bolsonaro fez críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e afirmou que haveria uma narrativa construída para resultar em sua condenação. (continua)

Dinheiro esquecido nos bancos: na última atualização do ano, BC diz que 48,7 milhões de pessoas ainda têm valores a receber em bancos. Total é de mais de R$ 9 bilhões. Clique AQUI para ver.

(segue) “O que eles querem? É uma condenação. Se é 17 anos para as pessoas humildes, é para justificar 28 anos para mim”, declarou o ex-presidente durante o evento.

A avaliação feita por Bolsonaro, segundo a reportagem, ficou próxima do que acabou sendo decidido posteriormente pelo STF, que fixou uma pena de 27 anos e três meses de prisão em condenações relacionadas aos atos. (continua)

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Durante a manifestação, Bolsonaro também afirmou que não pretendia deixar o país e citou decisões da Justiça Eleitoral que o tornaram inelegível. O ex-presidente está impedido de disputar eleições até 2030, após decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que o condenou por abuso de poder político e suposto uso indevido dos meios de comunicação.

“Como viram que a questão da inelegibilidade dá para ser alterada. Afinal de contas, me tornaram inelegíveis por quê? Pegaram dinheiro na minha cueca? Alguma caixa de dinheiro no meu apartamento? Algum desfalque em estatal? Porque me reuni com embaixadores e, a outra, porque subi no carro de som do Silas Malafaia”, afirmou Bolsonaro no discurso.

Segundo a PGR, a análise do material não encontrou elementos suficientes que justificassem o prosseguimento da investigação, o que levou ao arquivamento do procedimento. (Foto: divulgação PL; Fonte: Pleno News)

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A Procuradoria-Geral da República (PGR) decidiu arquivar uma investigação aberta contra o ex-presidente Jair Bolsonaro por falta de provas. O procedimento analisava declarações feitas pelo ex-chefe do Executivo durante um ato realizado em Copacabana, no Rio de Janeiro, em março deste ano.

De acordo com a revista Veja, a apuração teve início após uma denúncia encaminhada por meio do canal do cidadão. O relato apontava suposta prática de crime contra a democracia, com base no teor das falas de Bolsonaro durante a manifestação.

O ato ocorreu no dia 16 de março e reuniu manifestantes que defendiam a anistia aos condenados e investigados pelos atos de 8 de janeiro de 2023. Em seu discurso, Bolsonaro fez críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e afirmou que haveria uma narrativa construída para resultar em sua condenação. (continua)

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A avaliação feita por Bolsonaro, segundo a reportagem, ficou próxima do que acabou sendo decidido posteriormente pelo STF, que fixou uma pena de 27 anos e três meses de prisão em condenações relacionadas aos atos. (continua)

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“Como viram que a questão da inelegibilidade dá para ser alterada. Afinal de contas, me tornaram inelegíveis por quê? Pegaram dinheiro na minha cueca? Alguma caixa de dinheiro no meu apartamento? Algum desfalque em estatal? Porque me reuni com embaixadores e, a outra, porque subi no carro de som do Silas Malafaia”, afirmou Bolsonaro no discurso.

Segundo a PGR, a análise do material não encontrou elementos suficientes que justificassem o prosseguimento da investigação, o que levou ao arquivamento do procedimento. (Foto: divulgação PL; Fonte: Pleno News)

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