O advogado Bruno Ferullo afirmou que o pedido será protocolado após decisão do Supremo, que autorizou medida semelhante no caso do banqueiro Daniel Vorcaro, investigado no escândalo do Banco Master
A defesa de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, informou nesta quinta-feira (12) que irá pedir autorização para que as conversas entre o líder do Primeiro Comando da Capital (PCC) e seus advogados ocorram sem gravação de áudio e vídeo na Penitenciária Federal de Brasília.
O advogado Bruno Ferullo afirmou que o pedido será protocolado após decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou medida semelhante no caso do banqueiro Daniel Vorcaro, investigado no escândalo do Banco Master.
Segundo a defesa, a legislação que regula o sistema penitenciário federal permite o monitoramento apenas mediante autorização judicial específica, o que não ocorreu no caso analisado pela Corte. Com base nesse entendimento, os advogados de Marcola defendem que o mesmo direito seja assegurado ao cliente.
Monitoramento costuma ser feito nos presídios federais para evitar ordens de novos crimes por parte de integrantes de organizações criminosas.
O pedido será encaminhado ao juiz corregedor responsável pelo sistema penitenciário federal. Caso não seja aceito, a defesa afirma que pretende recorrer ao próprio STF. Os advogados também pedem que possam entrar no presídio com documentos e que seja permitido fazer anotações.
Caso Master
O ministro André Mendonça decidiu na segunda-feira (9) proibir a gravação das conversas entre o banqueiro Daniel Vorcaro e seus advogados na Penitenciária Federal de Brasília, presídio de segurança máxima onde o empresário está detido. A decisão foi tomada após a defesa solicitar à Corte a flexibilização das medidas de segurança aplicadas no presídio.
Além de vedar a gravação de áudio e vídeo durante os encontros, Mendonça também autorizou que os advogados realizem visitas sem necessidade de agendamento prévio e façam anotações escritas durante as reuniões com o cliente.
Vorcaro foi preso no início de março, durante a terceira fase da Operação Compliance Zero. Inicialmente, ele ficou custodiado na Penitenciária de Potim, no interior de São Paulo, e foi transferido na sexta-feira (6) para a Penitenciária Federal de Brasília.
As liquidações do Banco Master, decretada pelo BC em novembro de 2025, e da gestora de investimentos Reag, revelaram um dos episódios mais graves do sistema financeiro brasileiro.
O advogado Bruno Ferullo afirmou que o pedido será protocolado após decisão do Supremo, que autorizou medida semelhante no caso do banqueiro Daniel Vorcaro, investigado no escândalo do Banco Master
A defesa de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, informou nesta quinta-feira (12) que irá pedir autorização para que as conversas entre o líder do Primeiro Comando da Capital (PCC) e seus advogados ocorram sem gravação de áudio e vídeo na Penitenciária Federal de Brasília.
O advogado Bruno Ferullo afirmou que o pedido será protocolado após decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou medida semelhante no caso do banqueiro Daniel Vorcaro, investigado no escândalo do Banco Master.
Segundo a defesa, a legislação que regula o sistema penitenciário federal permite o monitoramento apenas mediante autorização judicial específica, o que não ocorreu no caso analisado pela Corte. Com base nesse entendimento, os advogados de Marcola defendem que o mesmo direito seja assegurado ao cliente.
Monitoramento costuma ser feito nos presídios federais para evitar ordens de novos crimes por parte de integrantes de organizações criminosas.
O pedido será encaminhado ao juiz corregedor responsável pelo sistema penitenciário federal. Caso não seja aceito, a defesa afirma que pretende recorrer ao próprio STF. Os advogados também pedem que possam entrar no presídio com documentos e que seja permitido fazer anotações.
Caso Master
O ministro André Mendonça decidiu na segunda-feira (9) proibir a gravação das conversas entre o banqueiro Daniel Vorcaro e seus advogados na Penitenciária Federal de Brasília, presídio de segurança máxima onde o empresário está detido. A decisão foi tomada após a defesa solicitar à Corte a flexibilização das medidas de segurança aplicadas no presídio.
Além de vedar a gravação de áudio e vídeo durante os encontros, Mendonça também autorizou que os advogados realizem visitas sem necessidade de agendamento prévio e façam anotações escritas durante as reuniões com o cliente.
Vorcaro foi preso no início de março, durante a terceira fase da Operação Compliance Zero. Inicialmente, ele ficou custodiado na Penitenciária de Potim, no interior de São Paulo, e foi transferido na sexta-feira (6) para a Penitenciária Federal de Brasília.
As liquidações do Banco Master, decretada pelo BC em novembro de 2025, e da gestora de investimentos Reag, revelaram um dos episódios mais graves do sistema financeiro brasileiro.
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