O Itamaraty comunicou em resposta ao Supremo Triunal Federal (STD) que uma visita de Darren Beattie com o ex-presidente Jair Bolsonaro “pode configurar indevida ingerência nos assuntos internos do Estado brasileiro”.
O retorno do Ministério das Relações Exteriores (MRE) vem após pedido do ministro Alexandre de Moraes por mais detalhes sobre a finalidade da agenda do assessor de Trump Darren Beattie no Brasil na próxima semana.
Em comunicação oficial dada no dia 6 de março, o governo dos Estados Unidos informou ao Itamaraty que Beattie viajaria ao Brasil “para uma conferência sobre minerais críticos e para reuniões oficiais com representantes do Governo brasileiro” e, por este motivo, o visto ao Consulado‑Geral foi concedido ao assessor. “O processamento e a concessão do visto ocorreram exclusivamente com base na justificativa então apresentada pelo Departamento de Estado”, informou o ministério.
Trata-se, portanto, de solicitação realizada em momento posterior ao encaminhamento do pedido de visto ao Consulado‑Geral e
que, ressalte‑se, não guarda relação com os propósitos da viagem originalmente informados pelo governo norte-americano.
*Em atualização
O Itamaraty comunicou em resposta ao Supremo Triunal Federal (STD) que uma visita de Darren Beattie com o ex-presidente Jair Bolsonaro “pode configurar indevida ingerência nos assuntos internos do Estado brasileiro”.
O retorno do Ministério das Relações Exteriores (MRE) vem após pedido do ministro Alexandre de Moraes por mais detalhes sobre a finalidade da agenda do assessor de Trump Darren Beattie no Brasil na próxima semana.
Em comunicação oficial dada no dia 6 de março, o governo dos Estados Unidos informou ao Itamaraty que Beattie viajaria ao Brasil “para uma conferência sobre minerais críticos e para reuniões oficiais com representantes do Governo brasileiro” e, por este motivo, o visto ao Consulado‑Geral foi concedido ao assessor. “O processamento e a concessão do visto ocorreram exclusivamente com base na justificativa então apresentada pelo Departamento de Estado”, informou o ministério.
Trata-se, portanto, de solicitação realizada em momento posterior ao encaminhamento do pedido de visto ao Consulado‑Geral e
que, ressalte‑se, não guarda relação com os propósitos da viagem originalmente informados pelo governo norte-americano.
*Em atualização
[/gpt3]
