No STF, amiga de Lulinha contesta relatório da PF sobre fraude no INSS

A defesa da empresária Roberta Luchsinger protocolou, nesta quinta-feira (19/3), uma petição no Supremo Tribunal Federal (STF) contestando o relatório da Polícia Federal (PF) que levanta suspeitas sobre ela e Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.

A informação foi confirmada ao Metrópoles pela defesa de Roberta Luchsinger.  A petição é endereçada ao ministro André Mendonça, relator do caso INSS no STF. 

Segundo a PF, o lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, mais conhecido como Careca do INSS, fez cinco repasses de R$ 300 mil — totalizando R$ 1,5 milhão — para uma empresa ligada à empresária Roberta Luchsinger, entre novembro de 2024 e março de 2025, como mostrou a coluna Tácio Lorran.

No STF, amiga de Lulinha contesta relatório da PF sobre fraude no INSS - imagem 1
1 de 6Arte/Metrópoles sobre fotos de reprodução/Instagram
Lulinha e Roberta Luchsinger
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Lulinha e Roberta Luchsinger

Arte/ Metrópoles

Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha
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Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha

Foto: Instagram/ @roberta.luchsinger

Roberta Luchsinger e Renata Moreira, esposa de Lulinha
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Roberta Luchsinger e Renata Moreira, esposa de Lulinha

Foto: Instagram/ @roberta.luchsinger

Roberta Luchsinger é amiga pessoal do Lulinha, filho do presidente Lula
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Roberta Luchsinger é amiga pessoal do Lulinha, filho do presidente Lula

Reprodução/Instagram

Roberta Luchsinger
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Roberta Luchsinger

Reprodução/Instagram

O repasse fez a PF suspeitar que parte do montante pago à empresária pelo Careca foi direcionado a Lulinha por meio do pagamento de viagens.

Em petição, os representantes de Roberta alegam que a empresária pagou R$ 641 mil à agência de viagens de dezembro de 2023 a junho de 2024, e só veio a receber o primeiro pagamento de R$ 300 mil do Careca do INSS, em novembro de 2024.

A defesa entende que as datas não coincidem e o relatório da PF partiu de uma “premissa falsa”.



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A defesa da empresária Roberta Luchsinger protocolou, nesta quinta-feira (19/3), uma petição no Supremo Tribunal Federal (STF) contestando o relatório da Polícia Federal (PF) que levanta suspeitas sobre ela e Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.

A informação foi confirmada ao Metrópoles pela defesa de Roberta Luchsinger.  A petição é endereçada ao ministro André Mendonça, relator do caso INSS no STF. 

Segundo a PF, o lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, mais conhecido como Careca do INSS, fez cinco repasses de R$ 300 mil — totalizando R$ 1,5 milhão — para uma empresa ligada à empresária Roberta Luchsinger, entre novembro de 2024 e março de 2025, como mostrou a coluna Tácio Lorran.

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O repasse fez a PF suspeitar que parte do montante pago à empresária pelo Careca foi direcionado a Lulinha por meio do pagamento de viagens.

Em petição, os representantes de Roberta alegam que a empresária pagou R$ 641 mil à agência de viagens de dezembro de 2023 a junho de 2024, e só veio a receber o primeiro pagamento de R$ 300 mil do Careca do INSS, em novembro de 2024.

A defesa entende que as datas não coincidem e o relatório da PF partiu de uma “premissa falsa”.

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