STF apura se ex-presidente violou medidas da prisão domiciliar após seu filho afirmar que o pai assistia à transmissão
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta segunda-feira (30) que a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro explique, no prazo de 24 horas, sobre uma possível violação das regras de sua prisão domiciliar. A decisão ocorre após a divulgação de um vídeo gravado por seu filho, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), durante um evento nos Estados Unidos.
Moraes autorizou no último dia 24 a prisão domiciliar para Bolsonaro, por um período de 90 dias. O ex-presidente está em recuperação de um quadro de broncopneumonia. Para manter essa medida, foram impostas medidas cautelares, entre elas:
- Proibição de uso de celular, telefone ou qualquer outro meio de comunicação, inclusive por intermédio de terceiros;
- Proibição de utilizar redes sociais, diretamente ou por meio de outras pessoas;
- Proibição de gravar vídeos ou áudios, também estendida a intermediários.
O pedido de explicações foi motivado por uma postagem feita na rede social X no sábado (28). No vídeo, gravado durante a “Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC)” nos EUA, Eduardo aparece segurando um celular e afirma que está “mostrando” o evento para o pai. Na gravação, o deputado fala:
“Vocês sabem por que eu estou fazendo esse vídeo? Porque eu estou mostrando para o meu pai e eu vou provar para todo mundo no Brasil que você não pode calar um movimento de forma injusta, tirando o seu líder, Jair Messias Bolsonaro. Muito obrigado”.
A decisão de Moraes consta que o descumprimento de qualquer uma das condições impostas pode levar à retirada da prisão domiciliar. Caso a violação seja confirmada, o ex-presidente deverá retornar ao regime fechado ou, se a saúde ainda exigir cuidados, a um hospital penitenciário.
*Matéria em atualização
STF apura se ex-presidente violou medidas da prisão domiciliar após seu filho afirmar que o pai assistia à transmissão

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta segunda-feira (30) que a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro explique, no prazo de 24 horas, sobre uma possível violação das regras de sua prisão domiciliar. A decisão ocorre após a divulgação de um vídeo gravado por seu filho, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), durante um evento nos Estados Unidos.
Moraes autorizou no último dia 24 a prisão domiciliar para Bolsonaro, por um período de 90 dias. O ex-presidente está em recuperação de um quadro de broncopneumonia. Para manter essa medida, foram impostas medidas cautelares, entre elas:
- Proibição de uso de celular, telefone ou qualquer outro meio de comunicação, inclusive por intermédio de terceiros;
- Proibição de utilizar redes sociais, diretamente ou por meio de outras pessoas;
- Proibição de gravar vídeos ou áudios, também estendida a intermediários.
O pedido de explicações foi motivado por uma postagem feita na rede social X no sábado (28). No vídeo, gravado durante a “Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC)” nos EUA, Eduardo aparece segurando um celular e afirma que está “mostrando” o evento para o pai. Na gravação, o deputado fala:
“Vocês sabem por que eu estou fazendo esse vídeo? Porque eu estou mostrando para o meu pai e eu vou provar para todo mundo no Brasil que você não pode calar um movimento de forma injusta, tirando o seu líder, Jair Messias Bolsonaro. Muito obrigado”.
A decisão de Moraes consta que o descumprimento de qualquer uma das condições impostas pode levar à retirada da prisão domiciliar. Caso a violação seja confirmada, o ex-presidente deverá retornar ao regime fechado ou, se a saúde ainda exigir cuidados, a um hospital penitenciário.
*Matéria em atualização
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