Ministro argumentou que prefere esperar o acórdão do julgamento do TSE, que cassou Cláudio Castro, para dar seu voto
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu vista nesta quinta-feira (9), durante o julgamento que trata sobre as eleições do Rio de Janeiro, após a cassação e renúncia do mandato de Claudio Castro. Apesar disso, André Mendonça antecipou seu voto.
O ministro argumentou que prefere esperar o acórdão do julgamento do Supremo Tribunal Eleitoral (TSE) para dar seu voto. O tribunal decidiu tornar Castro inelegível em relação ao abuso de poder político e econômico na campanha à reeleição em 2022.
Dino disse que o relatório irá “elucidar” as questões que o tribunal tem neste momento em relação ao caso.
O STF iniciou a votação nesta quarta para decidir entre eleição direta – determinada pela população fluminense – ou indireta – realizada pelos deputados estaduais — para eleger o próximo governador no Rio de Janeiro.
As discussões chegaram ao STF por meio de ações apresentadas pelo PSD após a sigla alegar que o ex-governador do estado Cláudio Castro teria renunciado ao cargo para não ter a posição cassada em votação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Como votaram os ministros
O ministro Cristiano Zanin votou a favor das eleições diretas. Já Luiz Fux votou contra e considera que a Assembleia deverá eleger seu novo presidente.
O ministro completou que, uma vez eleito pelos votos dos deputados estaduais, ele será governador interino até que eleitos os novos ocupantes do cargo. “Seria inconcebível que em um espaço de menos de seis meses a população fluminense fosse convocada para duas eleições, com enorme custo financeiro para Justiça Eleitoral”, argumentou.
Fux defendeu ainda que o STF não pode reavaliar fatos já analisados pela Justiça Eleitoral nem presumir fraude na renúncia do governador sem via processual adequada.
*Em atualização
Ministro argumentou que prefere esperar o acórdão do julgamento do TSE, que cassou Cláudio Castro, para dar seu voto

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu vista nesta quinta-feira (9), durante o julgamento que trata sobre as eleições do Rio de Janeiro, após a cassação e renúncia do mandato de Claudio Castro. Apesar disso, André Mendonça antecipou seu voto.
O ministro argumentou que prefere esperar o acórdão do julgamento do Supremo Tribunal Eleitoral (TSE) para dar seu voto. O tribunal decidiu tornar Castro inelegível em relação ao abuso de poder político e econômico na campanha à reeleição em 2022.
Dino disse que o relatório irá “elucidar” as questões que o tribunal tem neste momento em relação ao caso.
O STF iniciou a votação nesta quarta para decidir entre eleição direta – determinada pela população fluminense – ou indireta – realizada pelos deputados estaduais — para eleger o próximo governador no Rio de Janeiro.
As discussões chegaram ao STF por meio de ações apresentadas pelo PSD após a sigla alegar que o ex-governador do estado Cláudio Castro teria renunciado ao cargo para não ter a posição cassada em votação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Como votaram os ministros
O ministro Cristiano Zanin votou a favor das eleições diretas. Já Luiz Fux votou contra e considera que a Assembleia deverá eleger seu novo presidente.
O ministro completou que, uma vez eleito pelos votos dos deputados estaduais, ele será governador interino até que eleitos os novos ocupantes do cargo. “Seria inconcebível que em um espaço de menos de seis meses a população fluminense fosse convocada para duas eleições, com enorme custo financeiro para Justiça Eleitoral”, argumentou.
Fux defendeu ainda que o STF não pode reavaliar fatos já analisados pela Justiça Eleitoral nem presumir fraude na renúncia do governador sem via processual adequada.
*Em atualização
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