PF: operação que prendeu ex-chefe do BRB mirou “corrupção de gestores”

O diretor-executivo da Polícia Federal, William Murad, afirmou que o foco da operação desta quinta-feira (16/4), em que o ex-presidente do Banco de Brasília (BRB) Paulo Henrique Costa foi preso, focou na “corrupção de gestores”.

“O foco foi a corrupção dos gestores e todo o esquema de lavagem de dinheiro decorrente desses atos, que se conectam com a primeira parte da operação”, disse Murad

A nova fase da Operação Compliance Zero prendeu Paulo Henrique Costa em seu apartamento, em Brasília. Ele é suspeito de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, em um esquema que envolveria recursos recebidos do Banco Master para viabilizar a aprovação da compra de carteiras fraudulentas.

Paulo Henrique, ex-presidente do BRB, a caminho da Superintendência da Polícia Federal
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Paulo Henrique, ex-presidente do BRB, a caminho da Superintendência da Polícia Federal

Michael Melo/Metrópoles

Paulo Herinque, ex presidente do BRB, deixou seu apartamento no Noroeste após buscas da PF
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Paulo Herinque, ex presidente do BRB, deixou seu apartamento no Noroeste após buscas da PF

Michael Melo/Metrópoles

Policia Federal faz buscas em imóvel no Noroeste
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Policia Federal faz buscas em imóvel no Noroeste

Michael Melo/Metrópoles

aulo Herinque, ex presidente do BRB, deixa seu apartamento no noroeste após buscas da PF
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aulo Herinque, ex presidente do BRB, deixa seu apartamento no noroeste após buscas da PF

Michael Melo/Metrópoles

Momento em que Paulo Herinque, ex presidente do BRB, deixou seu apartamento no Noroeste após buscas da PF
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Momento em que Paulo Herinque, ex presidente do BRB, deixou seu apartamento no Noroeste após buscas da PF

Michael Melo/Metrópoles

 

A prisão foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, relator do caso na Corte.

A PF investiga se o ex-presidente do BRB recebeu R$ 140 milhões de Daniel Vorcaro como propina para facilitar a aquisição do banco pela instituição financeira de Brasília.

O pagamento teria sido feito por meio de imóveis localizados em Brasília e São Paulo. Informações obtidas pelo Metrópoles indicam que seriam quatro na capital paulista e dois na capital federal.

O advogado Daniel Monteiro também foi preso. Ele é suspeito de ter atuado na montagem da estrutura financeira usada para ocultar valores ligados à negociação entre o BRB e o Banco Master.



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O diretor-executivo da Polícia Federal, William Murad, afirmou que o foco da operação desta quinta-feira (16/4), em que o ex-presidente do Banco de Brasília (BRB) Paulo Henrique Costa foi preso, focou na “corrupção de gestores”.

“O foco foi a corrupção dos gestores e todo o esquema de lavagem de dinheiro decorrente desses atos, que se conectam com a primeira parte da operação”, disse Murad

A nova fase da Operação Compliance Zero prendeu Paulo Henrique Costa em seu apartamento, em Brasília. Ele é suspeito de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, em um esquema que envolveria recursos recebidos do Banco Master para viabilizar a aprovação da compra de carteiras fraudulentas.

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A prisão foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, relator do caso na Corte.

A PF investiga se o ex-presidente do BRB recebeu R$ 140 milhões de Daniel Vorcaro como propina para facilitar a aquisição do banco pela instituição financeira de Brasília.

O pagamento teria sido feito por meio de imóveis localizados em Brasília e São Paulo. Informações obtidas pelo Metrópoles indicam que seriam quatro na capital paulista e dois na capital federal.

O advogado Daniel Monteiro também foi preso. Ele é suspeito de ter atuado na montagem da estrutura financeira usada para ocultar valores ligados à negociação entre o BRB e o Banco Master.

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