As fortes chuvas que atingem diferentes regiões do país desde sexta-feira (1º/5) já deixaram ao menos 10 mortos e três pessoas desaparecidas. Os casos foram registrados principalmente em Pernambuco, mas também há ocorrências na Paraíba e no Rio Grande do Sul.
O estado mais afetado é Pernambuco, onde seis mortes foram confirmadas, a maioria na região metropolitana do Recife. Ao todo, 1.906 pessoas ficaram desabrigadas em todo o estado após deslizamentos de terra e alagamentos.
Na capital pernambucana, um desmoronamento atingiu uma casa no bairro de Dois Unidos, na Zona Norte, e matou uma mulher de 24 anos e o filho dela, de 6. A irmã do menino, uma bebê de 1 ano e 6 meses, chegou a ser socorrida, mas morreu no hospital neste sábado (2/5). O pai das crianças ficou ferido e está internado em um hospital da região.
Outro deslizamento foi registrado em Olinda, também na região metropolitana. Uma jovem de 20 anos e o filho dela, um bebê de 6 meses, morreram após serem soterrados no bairro do Passarinho. Já em São Lourenço da Mata, um homem de 34 anos foi encontrado morto após desaparecer durante as chuvas. Ele teria se afogado.
Os municípios com mais afetados
- Recife, 671 desabrigados e 3 óbitos;
- Olinda, 170 desabrigados, 5 feridos e 2 óbitos;
- Goiana, 146 desabrigados e 994 desalojados;
- Timbaúba, 42 desabrigados e 52 desalojados;
- Paulista, 32 desabrigados e 11 desalojados;
- Igarassu, 27 desabrigados e 21 desalojados;
- Camaragibe registrando 4 desabrigados e 11 desalojados; e
- Limoeiro, 4 desabrigados e 5 desalojados.
Paraíba

Na Paraíba, o temporal também causou estragos e deixou cerca de 1.800 famílias fora de casa, segundo o Ministério do Desenvolvimento Regional. Em Guarabira, dois homens morreram após sofrerem descarga elétrica enquanto organizavam um evento do Dia do Trabalho.
Já na capital João Pessoa, 11 famílias precisaram deixar as casas após alagamentos na comunidade Engenho Velho. Elas foram levadas para um abrigo público. Em 48 horas, o volume de chuva chegou a 219 milímetros, de acordo com o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden).
Rio Grande do Sul

No Sul do país, o Rio Grande do Sul também enfrenta os efeitos do mau tempo. Ao menos duas mortes são investigadas e podem ter relação com as chuvas, incluindo um caso de choque elétrico em Canguçu e outro após a queda de uma árvore em Bom Retiro do Sul.
Além disso, um naufrágio na região de Pelotas deixou um pescador morto e três pessoas desaparecidas. Ainda não há confirmação de que o acidente tenha sido provocado pelo temporal.
Os temporais também causaram destruição em cidades do interior gaúcho. Em Rosário do Sul, o volume de chuva chegou a 324 milímetros em apenas sete horas, alagando centenas de casas e deixando mais de 500 pessoas desalojadas. Ao todo, 19 municípios relataram estragos à Defesa Civil.
Rodovias estaduais foram afetadas, com bloqueios e interdições parciais. A RS-348, por exemplo, teve trechos destruídos entre Faxinal do Soturno e Ivorá. Em outras regiões, o risco de novos deslizamentos mantém autoridades em alerta.
As fortes chuvas que atingem diferentes regiões do país desde sexta-feira (1º/5) já deixaram ao menos 10 mortos e três pessoas desaparecidas. Os casos foram registrados principalmente em Pernambuco, mas também há ocorrências na Paraíba e no Rio Grande do Sul.
O estado mais afetado é Pernambuco, onde seis mortes foram confirmadas, a maioria na região metropolitana do Recife. Ao todo, 1.906 pessoas ficaram desabrigadas em todo o estado após deslizamentos de terra e alagamentos.
Na capital pernambucana, um desmoronamento atingiu uma casa no bairro de Dois Unidos, na Zona Norte, e matou uma mulher de 24 anos e o filho dela, de 6. A irmã do menino, uma bebê de 1 ano e 6 meses, chegou a ser socorrida, mas morreu no hospital neste sábado (2/5). O pai das crianças ficou ferido e está internado em um hospital da região.
Outro deslizamento foi registrado em Olinda, também na região metropolitana. Uma jovem de 20 anos e o filho dela, um bebê de 6 meses, morreram após serem soterrados no bairro do Passarinho. Já em São Lourenço da Mata, um homem de 34 anos foi encontrado morto após desaparecer durante as chuvas. Ele teria se afogado.
Os municípios com mais afetados
- Recife, 671 desabrigados e 3 óbitos;
- Olinda, 170 desabrigados, 5 feridos e 2 óbitos;
- Goiana, 146 desabrigados e 994 desalojados;
- Timbaúba, 42 desabrigados e 52 desalojados;
- Paulista, 32 desabrigados e 11 desalojados;
- Igarassu, 27 desabrigados e 21 desalojados;
- Camaragibe registrando 4 desabrigados e 11 desalojados; e
- Limoeiro, 4 desabrigados e 5 desalojados.
Paraíba

Na Paraíba, o temporal também causou estragos e deixou cerca de 1.800 famílias fora de casa, segundo o Ministério do Desenvolvimento Regional. Em Guarabira, dois homens morreram após sofrerem descarga elétrica enquanto organizavam um evento do Dia do Trabalho.
Já na capital João Pessoa, 11 famílias precisaram deixar as casas após alagamentos na comunidade Engenho Velho. Elas foram levadas para um abrigo público. Em 48 horas, o volume de chuva chegou a 219 milímetros, de acordo com o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden).
Rio Grande do Sul

No Sul do país, o Rio Grande do Sul também enfrenta os efeitos do mau tempo. Ao menos duas mortes são investigadas e podem ter relação com as chuvas, incluindo um caso de choque elétrico em Canguçu e outro após a queda de uma árvore em Bom Retiro do Sul.
Além disso, um naufrágio na região de Pelotas deixou um pescador morto e três pessoas desaparecidas. Ainda não há confirmação de que o acidente tenha sido provocado pelo temporal.
Os temporais também causaram destruição em cidades do interior gaúcho. Em Rosário do Sul, o volume de chuva chegou a 324 milímetros em apenas sete horas, alagando centenas de casas e deixando mais de 500 pessoas desalojadas. Ao todo, 19 municípios relataram estragos à Defesa Civil.
Rodovias estaduais foram afetadas, com bloqueios e interdições parciais. A RS-348, por exemplo, teve trechos destruídos entre Faxinal do Soturno e Ivorá. Em outras regiões, o risco de novos deslizamentos mantém autoridades em alerta.
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