Flávio chama PT de ‘câncer’ e acusa TSE de ‘desequilíbrio eleitoral’ em 2022 – Jovem Pan

Pré-candidato à presidência, congressista acusa tribunal de imparcialidade no último pleito

Reprodução /
Governo do Estado de São Paulo

O senador Flávio Bolsonaro (PL) em discurso na Agrishow

Flavio Bolsonaro, senador e pré-candidato à presidência pelo PL, acusou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de ser imparcial nas eleições presidenciais de 2022, causando desequilíbrio na disputa presidencial, o que levou à revolta da população. Deu a declaração durante a chegada à cerimônia de posse do ministro Kassio Nunes Marques, que assume a presidência do TSE

“O que todo mundo espera, o papel do TSE: ser imparcial. Diferente de 22, nós não vimos imparcialidade nenhuma; vimos um desequilíbrio na disputa presidencial, e isso foi, inclusive, uma das razões pra revolta da sociedade, grande parte dela, de questionar essa neutralidade e a justiça no resultado da eleição”, disse Flávio ao ser questionado sobre sua expectativa sobre Nunes Marques na presidência do Tribunal Superior Eleitoral.

Posse de Nunes Marques

O ministro Nunes Marques assumiu nesta terça-feira (12) o cargo de presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), órgão responsável pela organização das eleições presidenciais de outubro.

A cerimônia de posse está marcada para as 19h. Diversas autoridades foram convidadas, entre elas o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB).

Marques entrará na vaga da ministra Cármen Lúcia, que completa mandato de dois anos à frente do tribunal.

A escolha do presidente do TSE ocorre por antiguidade entre os ministros que também compõem o Supremo Tribunal Federal (STF). O vice-presidente será o ministro André Mendonça.

Após a posse, será realizado um coquetel restrito a convidados. O evento ocorrerá em uma casa de festas de Brasília e será custeado por uma associação de juízes federais. O ingresso foi vendido por R$ 800.



<

Pré-candidato à presidência, congressista acusa tribunal de imparcialidade no último pleito

Reprodução /
Governo do Estado de São Paulo
O pré-candidato à Presidência da República, senador Flávio Bolsonaro (PL), afirmou que o governo Lula está preocupado apenas em “pisar e asfixiar o agronegócio” e em perseguir opositores políticos.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) em discurso na Agrishow

Flavio Bolsonaro, senador e pré-candidato à presidência pelo PL, acusou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de ser imparcial nas eleições presidenciais de 2022, causando desequilíbrio na disputa presidencial, o que levou à revolta da população. Deu a declaração durante a chegada à cerimônia de posse do ministro Kassio Nunes Marques, que assume a presidência do TSE

“O que todo mundo espera, o papel do TSE: ser imparcial. Diferente de 22, nós não vimos imparcialidade nenhuma; vimos um desequilíbrio na disputa presidencial, e isso foi, inclusive, uma das razões pra revolta da sociedade, grande parte dela, de questionar essa neutralidade e a justiça no resultado da eleição”, disse Flávio ao ser questionado sobre sua expectativa sobre Nunes Marques na presidência do Tribunal Superior Eleitoral.

Posse de Nunes Marques

O ministro Nunes Marques assumiu nesta terça-feira (12) o cargo de presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), órgão responsável pela organização das eleições presidenciais de outubro.

A cerimônia de posse está marcada para as 19h. Diversas autoridades foram convidadas, entre elas o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB).

Marques entrará na vaga da ministra Cármen Lúcia, que completa mandato de dois anos à frente do tribunal.

A escolha do presidente do TSE ocorre por antiguidade entre os ministros que também compõem o Supremo Tribunal Federal (STF). O vice-presidente será o ministro André Mendonça.

Após a posse, será realizado um coquetel restrito a convidados. O evento ocorrerá em uma casa de festas de Brasília e será custeado por uma associação de juízes federais. O ingresso foi vendido por R$ 800.

[/gpt3]

NOTÍCIA