após xeque-mate de Pedro Paulo na disputa para o Senado, Cavaliere marca café da manhã com vereadores para definir mudanças no tabuleiro

A semana começou agitada para o PSD. Após a confirmação de que Pedro Paulo vai mesmo fazer um “upgrade” na sua campanha eleitoral para disputar uma vaga no Senado, o prefeito do Rio, Eduardo Cavaliere, se reúne, na manhã desta segunda-feira (15), com vereadores e suplentes do partido para um café da manhã decisivo.

A pauta do café deve ser mesmo a definição de quem vai assumir a vaga de pré-candidato a deputado federal que Pedro Paulo deixou para o partido. A expectativa é que o partido escolha logo não apenas o substituto, mas também aponte novos nomes para a disputa, com o objetivo de garantir de oito a 12 candidatos a deputado federal.

Na manhã desta segunda-feira (15), o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, confirmou a mudança na nominata e a candidatura de Pedro Paulo em uma foto nas redes sociais, em que parece jogando xadrez junto ao agora pré-candidato a senador. Cavaliere e Eduardo Paes também aparecem na imagem.

“No xadrez, como na política, ganha quem move as peças certas na hora certa. Anuncio o deputado federal Pedro Paulo como pré-candidato ao Senado pelo Rio”, decretou o chefe do PSD.

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Márcio Ribeiro e Pedro Duarte estão entre cotados para vaga deixada por Pedro Paulo

O tabuleiro da legenda tem várias peças no aguardo de uma decisão sobre a vaga. O vereador líder do governo na Câmara do Rio, Márcio Ribeiro, o recém-filiado Pedro Duarte, Salvino Oliveira, Felipe Boró e o suplente Deangeles Percy estão entre os nomes cotados, em discussões internas, para dar xeque-mate na cadeira de Pedro Paulo na Câmara dos Deputados.

Conforme noticiado na semana passada pelo TEMPO REAL, outros nomes de fora do Rio também devem reforçar a jogada do PSD. São cotados o influenciador Danielzinho de São João de Meriti e Ana Paula Mendes, ex-apresentadora da Inter TV, afiliada da Rede Globo em Cabo Frio.

Além da definição dos candidatos, o café da manhã com Cavaliere também deve definir a reorganização das peças em outro tabuleiro: o da própria Câmara do Rio, que deve ter mudanças na base governista com saída provisória de vereadores titulares para disputa eleitoral.

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