BTG/Nexus: maioria condena tarifaço e culpa Flávio por medida de Trump

Para 42% dos eleitores ouvidos pela pesquisa BTG/Nexus, o senador Flávio Bolsonaro (PL) é o culpado pelo recomendação dos Estados Unidos em aplicar um novo tarifaço de 25% sobre os produtos brasileiros. Em levantamento divulgado nesta segunda-feira (15/6), a maioria dos entrevistados afirma que a aproximação do pré-candidato com o presidente Donald Trump pode ter influenciado nas sanções ao Brasil.

Outros 39% dizem que o responsável é presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Para 11%, não é culpa de nenhum dos dois, mas, sim, de uma decisão independente tomada pela gestão norte-americana. Veja os números

  • É mais culpa do Lula — 39%
  • É mais culpa do Flávio Bolsonaro — 42%
  • Não é culpa de nenhum dos dois — 11%
  • Não sabem ou não responderam — 8%

Também perguntados sobre a decisão dos EUA de classificar as facções Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas, 37% acreditam que a decisão vai ameaçar a segurança dos brasileiros.

Outros 30% dizem que a mudança, na verdade, vai melhorar a segurança dos brasileiros. Para 23%, nada vai mudar.

Lula lidera

Na pesquisa divulgada nesta segunda, Lula lidera os cenários de primeiro e segundo turnos para as eleições presidenciais de 2026. O petista surge com nove pontos percentuais de vantagem (42%) diante do senador Flávio Bolsonaro (33%) em um cenário de primeiro turno.

O pré-candidato do PL também elevou sua rejeição entre os eleitores: passou de 50% para 52%, na comparação com o levantamento de maio. O atual presidente mantém o mesmo número de rejeição: 47%.

Presidente Lula lidera pesquisas de intenção de voto
1 de 4

Presidente Lula lidera pesquisas de intenção de voto

Ricardo Stuckert / PR

Determinação de Trump ocorreu após reunião com Flávio Bolsonaro
2 de 4

Determinação de Trump ocorreu após reunião com Flávio Bolsonaro

Alice Rabello

Senador é considerado pelos entrevistados como o culpado pelo novo tarifaço
3 de 4

Senador é considerado pelos entrevistados como o culpado pelo novo tarifaço

Lara Abreu / Arte Metrópoles

Senador Flávio Bolsonaro se encontrou com o presidente Donald Trump em 26 de maio
4 de 4

Senador Flávio Bolsonaro se encontrou com o presidente Donald Trump em 26 de maio

Divulgação/Flávio Bolsonaro

Novo tarifaço

No início do mês, o governo Trump adotou tarifas retaliatórias de 25% a produtos brasileiros após concluir uma investigação sobre o Brasil.

O Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) justificou práticas de comércio consideradas desleais após concluir a investigação contra o Brasil respaldada na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974.

O relatório acusa o Banco Central de atuar de forma “dupla” e desleal, sendo discriminatório com as empresas americanas. Foi fixado o prazo de 15 de julho para que o Brasil adote medidas corretivas antes da aplicação definitiva das taxas.

A pesquisa ouviu 2.017 pessoas, por telefone, no período de 12 a 14 de junho. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%.



<

Para 42% dos eleitores ouvidos pela pesquisa BTG/Nexus, o senador Flávio Bolsonaro (PL) é o culpado pelo recomendação dos Estados Unidos em aplicar um novo tarifaço de 25% sobre os produtos brasileiros. Em levantamento divulgado nesta segunda-feira (15/6), a maioria dos entrevistados afirma que a aproximação do pré-candidato com o presidente Donald Trump pode ter influenciado nas sanções ao Brasil.

Outros 39% dizem que o responsável é presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Para 11%, não é culpa de nenhum dos dois, mas, sim, de uma decisão independente tomada pela gestão norte-americana. Veja os números

  • É mais culpa do Lula — 39%
  • É mais culpa do Flávio Bolsonaro — 42%
  • Não é culpa de nenhum dos dois — 11%
  • Não sabem ou não responderam — 8%

Também perguntados sobre a decisão dos EUA de classificar as facções Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas, 37% acreditam que a decisão vai ameaçar a segurança dos brasileiros.

Outros 30% dizem que a mudança, na verdade, vai melhorar a segurança dos brasileiros. Para 23%, nada vai mudar.

Lula lidera

Na pesquisa divulgada nesta segunda, Lula lidera os cenários de primeiro e segundo turnos para as eleições presidenciais de 2026. O petista surge com nove pontos percentuais de vantagem (42%) diante do senador Flávio Bolsonaro (33%) em um cenário de primeiro turno.

O pré-candidato do PL também elevou sua rejeição entre os eleitores: passou de 50% para 52%, na comparação com o levantamento de maio. O atual presidente mantém o mesmo número de rejeição: 47%.

BTG/Nexus: maioria condena tarifaço e culpa Flávio por medida de Trump - destaque galeria

Presidente Lula lidera pesquisas de intenção de voto
1 de 4

Presidente Lula lidera pesquisas de intenção de voto

Ricardo Stuckert / PR

Determinação de Trump ocorreu após reunião com Flávio Bolsonaro
2 de 4

Determinação de Trump ocorreu após reunião com Flávio Bolsonaro

Alice Rabello

Senador é considerado pelos entrevistados como o culpado pelo novo tarifaço
3 de 4

Senador é considerado pelos entrevistados como o culpado pelo novo tarifaço

Lara Abreu / Arte Metrópoles

Senador Flávio Bolsonaro se encontrou com o presidente Donald Trump em 26 de maio
4 de 4

Senador Flávio Bolsonaro se encontrou com o presidente Donald Trump em 26 de maio

Divulgação/Flávio Bolsonaro

Novo tarifaço

No início do mês, o governo Trump adotou tarifas retaliatórias de 25% a produtos brasileiros após concluir uma investigação sobre o Brasil.

O Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) justificou práticas de comércio consideradas desleais após concluir a investigação contra o Brasil respaldada na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974.

O relatório acusa o Banco Central de atuar de forma “dupla” e desleal, sendo discriminatório com as empresas americanas. Foi fixado o prazo de 15 de julho para que o Brasil adote medidas corretivas antes da aplicação definitiva das taxas.

A pesquisa ouviu 2.017 pessoas, por telefone, no período de 12 a 14 de junho. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%.

[/gpt3]

NOTÍCIA