A curiosa biblioteca de Sérgio Cabral, que reúne André Marinho e Djamila Ribeiro

Os vídeos publicados nas redes sociais de Sérgio Cabral revelam um detalhe curioso para além de suas análises políticas: o gosto pela leitura do ex-governador. E a biblioteca que aparece quase sempre ao fundo das gravações acabou chamando tanta atenção quanto os comentários feitos por ele.

Nela, é possível identificar desde “Torto arado”, de Itamar Vieira Junior, um dos maiores fenômenos recentes da literatura brasileira, até “Sidarta”, clássico de Hermann Hesse inspirado na filosofia budista.

Cabral também surpreende por se interessar por obras voltadas ao debate racial contemporâneo, como “Não basta não ser racista”, de Djamila Ribeiro.

Mas talvez o livro que mais chame atenção é “O Brasil não é uma piada”, assinado por André Marinho (Novo). Em meio aos clássicos, a presença do título do pré-candidato ao governo do estado não passa despercebida, especialmente em ano de disputa eleitoral.

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Livro do pré-candidato ao governo do estado André Marinho – Fotos: Reprodução

Entre “Os sertões” de Euclides da Cunha, a europa desaparecida de Stefan Zweig, as memórias do vocalista do U2, e o amor quase impossível imaginado por Gabriel García Márquez, a biblioteca revela uma faceta menos conhecida de Sérgio Cabral — e mais distante dos tribunais e dos cargos políticos que marcaram sua trajetória pública.

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