Lula cita Trump e Milei e diz não querer “ajuda de fora” na eleição

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) rejeitou apoio externo para reforçar sua candidatura à reeleição na corrida ao Palácio do Planalto em outubro. O petista afirmou que os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da Argentina, Javier Milei, podem ajudar os adversários, mas garantiu que eles perderão a disputa.

“Enquanto eu viver, a extrema direita não voltará a governar esse país. E vou dizer mais: quem quiser ajudá-los, que venha. Se quiser vir o Trump, que venha. Se quiser vir o Milei, que venha. Venha quem quiser”, provocou o petista. “Eu não quero ajuda de fora, a única ajuda que eu quero é a ajuda do povo brasileiro para que a gente possa manter a democracia no país”, completou.

A declaração ocorre após episódios recentes envolvendo os governos norte-americano e argentino, que deram sinais de interferência na disputa eleitoral no Brasil. No último sábado (25/7), Milei participou da convenção nacional do PL, que lançou a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência.

No mesmo dia, o governo brasileiro negou o visto de dois funcionários de Trump que supostamente viriam ao Brasil com o objetivo de desacreditar as urnas eletrônicas.

Lula discursou durante a convenção que oficializou a candidatura de Elmano de Freitas (PT) ao governo do Ceará. O governador concorrerá à reeleição em uma chapa com a vice-prefeita de Fortaleza, Gabriella Aguiar (PSD).

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do Metrópoles

Em outro momento da fala, o presidente defendeu o investimento na formação de estudantes nas áreas de engenharia e matemática para que o país possa disputar com a China e “acabar com a arrogância de Trump”.

Com Lula, PT oficializa candidatura de Elmano ao governo do Ceará
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Ricardo Stuckert/PR

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“Não é preciso formar tantos advogados como nós formamos hoje. Precisamos apostar na nossa meninada, estudar engenharia, inteligência artificial, matemática para que a gente possa competir com a China. Para que a gente possa acabar com a arrogância do Trump de dizer nós somos o país que mais temos investimentos. Nós poderíamos passar eles. O povo brasileiro não deve inteligência pra ninguém”, afirmou.

A presença de Lula na convenção procura fortalecer o palanque no Ceará, considerado estratégico. O partido governa o estado há 12 anos, mas vê a hegemonia ameaçada pelo ex-governador Ciro Gomes (PSDB), que lidera as pesquisas de intenção de voto.

Segundo o último levantamento Genial/Quaest, divulgado nessa quinta-feira (30/7), o político tucano lidera em cenários de primeiro e segundo turno.



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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) rejeitou apoio externo para reforçar sua candidatura à reeleição na corrida ao Palácio do Planalto em outubro. O petista afirmou que os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da Argentina, Javier Milei, podem ajudar os adversários, mas garantiu que eles perderão a disputa.

“Enquanto eu viver, a extrema direita não voltará a governar esse país. E vou dizer mais: quem quiser ajudá-los, que venha. Se quiser vir o Trump, que venha. Se quiser vir o Milei, que venha. Venha quem quiser”, provocou o petista. “Eu não quero ajuda de fora, a única ajuda que eu quero é a ajuda do povo brasileiro para que a gente possa manter a democracia no país”, completou.

A declaração ocorre após episódios recentes envolvendo os governos norte-americano e argentino, que deram sinais de interferência na disputa eleitoral no Brasil. No último sábado (25/7), Milei participou da convenção nacional do PL, que lançou a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência.

No mesmo dia, o governo brasileiro negou o visto de dois funcionários de Trump que supostamente viriam ao Brasil com o objetivo de desacreditar as urnas eletrônicas.

Lula discursou durante a convenção que oficializou a candidatura de Elmano de Freitas (PT) ao governo do Ceará. O governador concorrerá à reeleição em uma chapa com a vice-prefeita de Fortaleza, Gabriella Aguiar (PSD).

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Em outro momento da fala, o presidente defendeu o investimento na formação de estudantes nas áreas de engenharia e matemática para que o país possa disputar com a China e “acabar com a arrogância de Trump”.

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“Não é preciso formar tantos advogados como nós formamos hoje. Precisamos apostar na nossa meninada, estudar engenharia, inteligência artificial, matemática para que a gente possa competir com a China. Para que a gente possa acabar com a arrogância do Trump de dizer nós somos o país que mais temos investimentos. Nós poderíamos passar eles. O povo brasileiro não deve inteligência pra ninguém”, afirmou.

A presença de Lula na convenção procura fortalecer o palanque no Ceará, considerado estratégico. O partido governa o estado há 12 anos, mas vê a hegemonia ameaçada pelo ex-governador Ciro Gomes (PSDB), que lidera as pesquisas de intenção de voto.

Segundo o último levantamento Genial/Quaest, divulgado nessa quinta-feira (30/7), o político tucano lidera em cenários de primeiro e segundo turno.

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