A Polícia Federal constatou que as planilhas de controle ligadas ao senador Weverton Rocha (PDT-MA) constavam valores de até R$ 1,5 milhão e negociações que envolviam tratativas sobre aeronaves privadas, pilotos, hangares e deslocamentos entre Brasília e o Maranhão.
No plano operacional da organização, a PF cita o nome de Fayla Zulmira Menezes, identificada nos contatos do parlamentar como “Financeiro WT Fayla Zulmira”.
“Os controles de FAYLA registrariam, entre maio e julho de 2024, lançamentos e repasses em espécie de R$ 500.000,00, R$ 1.000.000,00, R$ 1.500.000,00 e outros valores, próximos a tratativas sobre aeronaves privadas, pilotos, hangares e deslocamentos entre Brasília e o Maranhão”, diz trecho da decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou a busca e apreensão contra o senador nesta terça-feira (4/8).
“A representação menciona fato superveniente de apreensão de R$ 1.000.000,00 em espécie, em 11/5/2026, em poder de pessoa que, em tese, destinaria o numerário a ex-assessor de WEVERTON, elemento invocado como corroboração externa da hipótese de circulação fora do sistema bancário formal”, diz outro trecho.
O senador foi alvo de busca e apreensão na nona fase da Operação Sem Desconto, que investiga descontos indevidos de beneficiários do INSS.
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do Metrópoles
Segundo a autoridade policial, a análise do material interceptado revelou um quadro mais amplo de distribuição do dinheiro desviado:
- Circulação de valores entre pessoas físicas e jurídicas.
- Utilização de numerário em espécie
- Pagamento de despesas pessoais e familiares.
- Aquisição ou fruição de bens em nome de terceiros.
- Investimentos em imóveis, veículos, aeronaves, propriedades rurais, empresas de radiodifusão e outros ativos de elevado valor.
Advogado dono de aeronave
Outro alvo desta terça-feira é o advogado Willer Tomaz. Por meio de nota, ele argumentou que entrou na mira da PF porque é dono de uma aeronave usada por Weverton Rocha.
Tomaz afirmou que “não é investigado no âmbito da Operação Sem Desconto e não possui qualquer vínculo com o esquema de fraudes em descontos previdenciários apurado pela Polícia Federal”, e ressaltou que a operação “decorre exclusivamente do fato de ser proprietário da aeronave utilizada, em caráter estritamente particular, pelo senador Weverton Rocha em viagem já de conhecimento público”.
A Polícia Federal constatou que as planilhas de controle ligadas ao senador Weverton Rocha (PDT-MA) constavam valores de até R$ 1,5 milhão e negociações que envolviam tratativas sobre aeronaves privadas, pilotos, hangares e deslocamentos entre Brasília e o Maranhão.
No plano operacional da organização, a PF cita o nome de Fayla Zulmira Menezes, identificada nos contatos do parlamentar como “Financeiro WT Fayla Zulmira”.
“Os controles de FAYLA registrariam, entre maio e julho de 2024, lançamentos e repasses em espécie de R$ 500.000,00, R$ 1.000.000,00, R$ 1.500.000,00 e outros valores, próximos a tratativas sobre aeronaves privadas, pilotos, hangares e deslocamentos entre Brasília e o Maranhão”, diz trecho da decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou a busca e apreensão contra o senador nesta terça-feira (4/8).
“A representação menciona fato superveniente de apreensão de R$ 1.000.000,00 em espécie, em 11/5/2026, em poder de pessoa que, em tese, destinaria o numerário a ex-assessor de WEVERTON, elemento invocado como corroboração externa da hipótese de circulação fora do sistema bancário formal”, diz outro trecho.
O senador foi alvo de busca e apreensão na nona fase da Operação Sem Desconto, que investiga descontos indevidos de beneficiários do INSS.
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Segundo a autoridade policial, a análise do material interceptado revelou um quadro mais amplo de distribuição do dinheiro desviado:
- Circulação de valores entre pessoas físicas e jurídicas.
- Utilização de numerário em espécie
- Pagamento de despesas pessoais e familiares.
- Aquisição ou fruição de bens em nome de terceiros.
- Investimentos em imóveis, veículos, aeronaves, propriedades rurais, empresas de radiodifusão e outros ativos de elevado valor.
Advogado dono de aeronave
Outro alvo desta terça-feira é o advogado Willer Tomaz. Por meio de nota, ele argumentou que entrou na mira da PF porque é dono de uma aeronave usada por Weverton Rocha.
Tomaz afirmou que “não é investigado no âmbito da Operação Sem Desconto e não possui qualquer vínculo com o esquema de fraudes em descontos previdenciários apurado pela Polícia Federal”, e ressaltou que a operação “decorre exclusivamente do fato de ser proprietário da aeronave utilizada, em caráter estritamente particular, pelo senador Weverton Rocha em viagem já de conhecimento público”.
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