Um dos nomes de destaque da esquerda na disputa de senador nas eleições de 2022, o ex-deputado Alessandro Molon (PSB) ficará de fora das urnas em outubro. Ele não vai concorrer a nenhum cargo nas eleições deste ano.
Na última eleição, Molon manteve a candidatura ao Senado apesar das articulações por uma candidatura única do campo progressista. A decisão acabou levando a uma divisão dos votos com André Ceciliano na chapa de Marcelo Freixo, que acabou derrotado nas urnas por Cláudio Castro.
De lá pra cá o saldo não foi positivo para Molon, que acabou perdendo o comando do partido para Comte Bittencourt e, mais recentemente, a tão sonhada vaga de suplente de Pedro Paulo, braço direito de Eduardo Paes, para o Senado nas eleições deste ano.
Sob o comando de Comte, o partido aposta, para a Câmara dos Deputados em Brasília, nas candidaturas de Tatiana Roque, vereadora e ex-secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação de Paes na Prefeitura do Rio; no auditor da Receita Federal e influenciador Paulo Angelito; no youtuber José Fernandes; e na ex-atleta Paula do Vôlei.
Enquanto isso, na Alerj, as prioridades são as reeleições de Carlos Minc e Jari Oliveira, juntamente com as apostas de Comte: o ex-prefeito de Iguaba Grande, Vantoil Martins; e o presidente da Câmara de Macaé, Alan Mansur — aliado do prefeito Welberth Rezende —; além do professor Renato Pelizzari, Wesley Teixeira e o ex-vereador do PSOL, Dr. Marcos Paulo.
