O candidato à Presidência Renan Santos (Missão) usou as gestões de Palmeiras e Flamengo para explicar como pretende gerir a dívida pública do Brasil, caso seja eleito.
A declaração foi feita nesta quarta-feira (26/8), durante sabatina no Jornal Nacional. Ao ser questionado sobre a dívida pública brasileira, o presidente do Missão destacou a necessidade de conter o ritmo de crescimento dos débitos do governo.
“As medidas que o Palmeiras e o Flamengo adotaram para se salvar da falência devem ser aplicadas pelo Brasil para o país sobreviver. Já já tem jogo do Palmeiras para o pessoal assistir, continuem na Globo acompanhando. Quem não adotou essas medidas, como São Paulo, Corinthians e outros times, quebrou. O Brasil está administrando suas contas públicas exatamente como os grandes clubes que não fizeram ajustes”, afirmou Renan.
Ao ser questionado sobre os planos do governo para a segurança pública, Renan citou medidas do presidente de El Salvador, Nayib Bukele, como exemplo para o Brasil, e defendeu que “o sangue que tem que jorrar é do bandido”.
O candidato à Presidência Renan Santos (Missão) usou as gestões de Palmeiras e Flamengo para explicar como pretende gerir a dívida pública do Brasil, caso seja eleito.
A declaração foi feita nesta quarta-feira (26/8), durante sabatina no Jornal Nacional. Ao ser questionado sobre a dívida pública brasileira, o presidente do Missão destacou a necessidade de conter o ritmo de crescimento dos débitos do governo.
“As medidas que o Palmeiras e o Flamengo adotaram para se salvar da falência devem ser aplicadas pelo Brasil para o país sobreviver. Já já tem jogo do Palmeiras para o pessoal assistir, continuem na Globo acompanhando. Quem não adotou essas medidas, como São Paulo, Corinthians e outros times, quebrou. O Brasil está administrando suas contas públicas exatamente como os grandes clubes que não fizeram ajustes”, afirmou Renan.
Ao ser questionado sobre os planos do governo para a segurança pública, Renan citou medidas do presidente de El Salvador, Nayib Bukele, como exemplo para o Brasil, e defendeu que “o sangue que tem que jorrar é do bandido”.
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