A equipe da Polícia Federalista (PF) responsável pela investigação do homicídio da vereadora Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes, já sabe uma vez que responder ao pedido que o procurador Rivaldo Barbosa fez para depor o quanto antes à corporação.
Na segunda-feira 29, em petição enviada ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federalista (STF), a resguardo afirmou que, apesar de possuir regra para que os delegados ouvissem os investigados depois das prisões, isso não ocorreu.
Saiba mais: “Sem denúncia, ex-chefe da PRF completa 8 meses recluso por ordem de Moraes”
Todavia, segundo o jornal O Orbe, a Polícia Federalista deve ouvir Rivaldo Barbosa somente depois de averiguar todo o material apreendido na operação de 24 de março. Naquele dia, a corporação prendeu os supostos mandantes do homicídio da vereadora. A PF tem até o dia 24 de maio para entregar o documento complementar a Alexandre de Moraes.
O relatório deve fundamentar a denúncia do Ministério Público Federalista (MPF) para o caso. A delação se baseia na delação do ex-policial militar do Rio de Janeiro Ronnie Lessa, sicário confesso de Marielle Franco.
A investigação do caso de Marielle Franco
Além do procurador, foram presos, em março, o mentor do Tribunal de Contas do Estado Domingos Brazão e seu irmão, o deputado federalista Chiquinho Brazão (sem partido-RJ), acusados de serem os “mentores” do transgressão.

De pacto com a Polícia Federalista, Barbosa teria orientado o planejamento do homicídio. Ele, inclusive, teria proibido que a realização de Marielle ocorresse nas imediações da Câmara de Vereadores do Rio.
Leia mais: “Da prisão, Chiquinho Brazão diz que vai provar inocência e que vai pedir retratação”
Barbosa também é criminado de obstruir as investigações na chefia da Delegacia de Homicídios (DH), da qual tomou posse na véspera do transgressão. Em seu prova, Ronnie Lessa diz que os irmãos Brazão afirmavam que a “DH tá na mão” e que “o Rivaldo é nosso”.
Também foram fim da “Operação Murder”, que investiga o caso de Marielle Franco, outras pessoas que ainda estão soltas, uma vez que o procurador Giniton Moraes Lage e a mulher de Rivaldo, Érika Andrade de Almeida Araújo. Érika seria a “testa de ferro” de Barbosa, com empresas de frontaria usadas para lavagem de numerário do esquema do marido.
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Os investigadores buscam por mais indícios e evidências de uma vez que funcionou a ação para matar Marielle Franco e Gomes. A menos que Alexandre de Moraes ordene expressamente que o prova ocorra logo, Rivaldo Barbosa vai ter de esperar.
A equipe da Polícia Federalista (PF) responsável pela investigação do homicídio da vereadora Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes, já sabe uma vez que responder ao pedido que o procurador Rivaldo Barbosa fez para depor o quanto antes à corporação.
Na segunda-feira 29, em petição enviada ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federalista (STF), a resguardo afirmou que, apesar de possuir regra para que os delegados ouvissem os investigados depois das prisões, isso não ocorreu.
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Todavia, segundo o jornal O Orbe, a Polícia Federalista deve ouvir Rivaldo Barbosa somente depois de averiguar todo o material apreendido na operação de 24 de março. Naquele dia, a corporação prendeu os supostos mandantes do homicídio da vereadora. A PF tem até o dia 24 de maio para entregar o documento complementar a Alexandre de Moraes.
O relatório deve fundamentar a denúncia do Ministério Público Federalista (MPF) para o caso. A delação se baseia na delação do ex-policial militar do Rio de Janeiro Ronnie Lessa, sicário confesso de Marielle Franco.
A investigação do caso de Marielle Franco
Além do procurador, foram presos, em março, o mentor do Tribunal de Contas do Estado Domingos Brazão e seu irmão, o deputado federalista Chiquinho Brazão (sem partido-RJ), acusados de serem os “mentores” do transgressão.


De pacto com a Polícia Federalista, Barbosa teria orientado o planejamento do homicídio. Ele, inclusive, teria proibido que a realização de Marielle ocorresse nas imediações da Câmara de Vereadores do Rio.
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Barbosa também é criminado de obstruir as investigações na chefia da Delegacia de Homicídios (DH), da qual tomou posse na véspera do transgressão. Em seu prova, Ronnie Lessa diz que os irmãos Brazão afirmavam que a “DH tá na mão” e que “o Rivaldo é nosso”.
Também foram fim da “Operação Murder”, que investiga o caso de Marielle Franco, outras pessoas que ainda estão soltas, uma vez que o procurador Giniton Moraes Lage e a mulher de Rivaldo, Érika Andrade de Almeida Araújo. Érika seria a “testa de ferro” de Barbosa, com empresas de frontaria usadas para lavagem de numerário do esquema do marido.
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