As principais agências de fomento e pesquisa do país anunciaram uma confederação contra a desinformação durante o evento “G20: Integridade da Informação” realizado em São Paulo nos dias 30/4 e 1/5. As instituições assinaram um compromisso público destacando a valor de abordar os desafios contemporâneos de forma proativa e colaborativa. O protocolo estabelece que o grupo se concentra em estribar projetos que capacitem recursos humanos especializados e mobilizem a sociedade brasileira na luta contra a disseminação de notícias falsas e exposição de ódio. A iniciativa cria uma rede de pesquisa e compartilhamento de dados, buscando concentrar a ciência no cerne do combate à desinformação.
O pregão foi feito por Antonio Gomes de Souza Rebento, presidente em tirocínio da CAPES (Instalação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), Celso Pansera, presidente da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), Luciana Servo, presidenta do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), Ricardo Galvão, presidente do CNPq (Juízo Vernáculo de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), e Tiago Emmanuel Nunes Braga, diretor do Ibict (Instituto Brasiliano de Informação em Ciência e Tecnologia). Esse movimento acontece em um contexto global de preocupação com a disseminação de notícias falsas e discursos de ódio, marcando um esforço conjunto para fortalecer os pilares da democracia e o bem-estar social por meio da ciência e da cooperação.
Entre os eixos principais da iniciativa está a geração de uma Rede de Pesquisa Científica dedicada a investigar a integridade informacional e combater a desinformação. Essa rede visa não somente entender os mecanismos por trás da propagação de notícias falsas, mas também desenvolver estratégias para diminuir seu impacto negativo na sociedade. O grupo propõe a implementação de uma política de fomento contínua, buscando estribar iniciativas que promovam a transferência de conhecimento entre os setores público e acadêmico.
As agências científicas brasileiras estão empenhadas em fortalecer a integridade informacional e a crédito no envolvente do dedo. O presidente em tirocínio da CAPES, Antonio Gomes de Souza Rebento, expressou o propósito unificador da parceria, afirmando: “Estamos unidos na persuasão de que a ciência e a informação de qualidade são fundamentais para edificar uma sociedade mais justa e com garantia de proteção da democracia”.
O compromisso assumido pelas instituições tem ações concretas definidas no Protocolo de Intenções. A presidenta do Ipea, Luciana Servo, acredita que a desinformação é uma prenúncio ao trabalho desenvolvido por instituições e na consolidação de políticas, “pois ela mina a credibilidade de pesquisas e distorce a percepção das ações dos órgãos públicos”.
