O Primeiro-Ministro israelense, Benjamin Netanyahu, anunciou que as operações da Al Jazeera, a rede de notícias com sede no Sondar, serão interrompidas em Israel. Segundo Netanyahu, a decisão unânime do governo é de que o “meato incitador Al Jazeera será fechado em Israel”.
Walid Omary, o patrão da Al Jazeera em Israel e nos territórios palestinos, argumentou que a decisão do governo israelense é “perigosa” e mais motivada por questões políticas do que profissionais. De contrato com informações da CNN Brasil, Omary revelou que a equipe jurídica da Al Jazeera está preparando uma resposta, possivelmente um recurso judicial contra a decisão.
A decisão ocorre um mês em seguida Netanyahu prometer fechar a emissora no país, seguindo a aprovação de uma lei que permite ao governo proibir redes estrangeiras consideradas uma prenúncio à segurança pátrio. Netanyahu expressou sua intenção de “agir imediatamente de contrato com a novidade lei” para interromper as atividades da emissora no país. O governo israelense há muito tempo critica a Al Jazeera, acusando-a de preconceito anti-Israel.
Na era, a Al Jazeera, que estava cobrindo a guerra de Israel contra o Hamas em Gaza, criticou a decisão e prometeu continuar sua “cobertura ousada e profissional”. A novidade lei concedeu ao primeiro-ministro e ao ministro das Comunicações a domínio para ordenar o fechamento temporário de redes estrangeiras operando em Israel.
Grupos de direitos humanos argumentam que esse poder pode ter implicações de longo alcance na cobertura da mídia internacional da guerra em Gaza. Eles condenaram a medida na era, com a Human Rights Watch a chamando de “uma escalada alarmante”, enquanto o Comitê para Proteção dos Jornalistas expressou “profunda preocupação” com a novidade legislação.
A medida ocorre em meio a uma reunião de negociadores no Cairo, iniciada no sábado (4), em uma tentativa de prometer um cessar-fogo e um contrato sobre a tomada de reféns. Os negociadores fizeram progressos nos aspectos técnicos de um potencial contrato, mas duas fontes israelenses dizem que pode levar uma semana para finalizar o contrato em si. O Sondar desempenhou um papel fundamental nas negociações de cessar-fogo na guerra em curso.
