
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), justificou nessa terça-feira (22) a suspensão das reuniões das comissões da Casa até o dia 1º de agosto. Segundo ele, a medida busca assegurar a ‘diversidade de vozes’ nas deliberações parlamentares, especialmente durante o período de recesso informal, quando apenas parlamentares da direita permaneceram em Brasília.
“A Câmara é a casa do povo e é importante que todo mecanismo legislativo possa contar com a participação ampla e extremamente democrática dos seus pares”, declarou Motta em entrevista à CNN. Ele argumentou que não seria apropriado realizar reuniões de comissões em um momento em que parte significativa dos deputados está ausente por conta do recesso previamente acordado.
Ainda segundo o presidente da Câmara, convocar comissões nesse contexto “restringe a participação dos demais componentes das referidas comissões”. Por isso, na avaliação dele, é mais prudente aguardar o retorno oficial das atividades parlamentares, no início de agosto. “É razoável”, disse ele, “esperar para que os debates e diálogos sigam de maneira democrática, representando, dessa forma, o povo brasileiro e toda a sua heterogeneidade de ideias.”
A decisão ocorre após a Polícia Federal realizar uma operação na semana passada que teve como alvo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Em resposta à ofensiva, deputados do PL decidiram suspender o recesso e tentaram convocar reuniões das comissões de Relações Exteriores e de Segurança Pública, ambas comandadas por parlamentares do partido.
Diante do movimento, Hugo Motta emitiu uma ordem formal proibindo a realização de reuniões de comissões entre 22 de julho e 1º de agosto de 2025. Com isso, as atividades legislativas nessas instâncias só poderão ser retomadas após o fim do recesso informal, o que evita deliberações com participação desigual entre as forças políticas. (Foto: Ag. Câmara; Fonte: CNN)
E mais:
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“A Câmara é a casa do povo e é importante que todo mecanismo legislativo possa contar com a participação ampla e extremamente democrática dos seus pares”, declarou Motta em entrevista à CNN. Ele argumentou que não seria apropriado realizar reuniões de comissões em um momento em que parte significativa dos deputados está ausente por conta do recesso previamente acordado.
Ainda segundo o presidente da Câmara, convocar comissões nesse contexto “restringe a participação dos demais componentes das referidas comissões”. Por isso, na avaliação dele, é mais prudente aguardar o retorno oficial das atividades parlamentares, no início de agosto. “É razoável”, disse ele, “esperar para que os debates e diálogos sigam de maneira democrática, representando, dessa forma, o povo brasileiro e toda a sua heterogeneidade de ideias.”
A decisão ocorre após a Polícia Federal realizar uma operação na semana passada que teve como alvo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Em resposta à ofensiva, deputados do PL decidiram suspender o recesso e tentaram convocar reuniões das comissões de Relações Exteriores e de Segurança Pública, ambas comandadas por parlamentares do partido.
Diante do movimento, Hugo Motta emitiu uma ordem formal proibindo a realização de reuniões de comissões entre 22 de julho e 1º de agosto de 2025. Com isso, as atividades legislativas nessas instâncias só poderão ser retomadas após o fim do recesso informal, o que evita deliberações com participação desigual entre as forças políticas. (Foto: Ag. Câmara; Fonte: CNN)
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