A mentira sobre o aborto venceu

Júlia Lucy*

Na semana passo, Arthur Lira disse que a Parlamento dos Deputados voltará a contestar o Projeto de Formalidade 1.904 no segundo semestre. Para quem chegou presentemente, o teor visa a equiparar o aborto após de 22 semanas de gravidez ao delito de assassinato desimpedido.

O presidente da Parlamento proferiu a enunciação em conduto a uma averiguação do Instituto DataFolha, segundo a qual 66% dos brasileiros se declararam contra o projeto. Inclusive entre o conduto evangélico e católico há maioria contra. A Parlamento igualmente realizou erecção em seu site e obteve algarismo ainda maior: 70%.

A apreciação pública contrária labareda cortesia. Isso porque a assembleia brasileira é, em sua maioria, conservadora e constantemente se posicionou fervorosamente intolerante ao aborto. A resguardo dessa hábito é “proibida” por algum candidato a cargos eletivos majoritários. Logo, uma vez que ensinar essa modificação de apreciação?

A resposta é que a assembleia brasileira foi assolada por uma enxurro de mentiras sobre o projeto. A primeira delas é de que o aborto seria ilícito em evento de gestação decorrente de estupro. A segunda é de que meninas receberiam pena eminente à dos estupradores evento realizassem o aborto. A terceira é que as brasileiras seriam obrigadas a ser mães de filhos de estupradores.

A propaganda abortista

O divisa da campanha abortista, capitaneada por lideranças de esquerda, é “rapariga jamais é mãe e estuprador jamais é criador”. Jingle fácil de volver chiclete na boca de pessoas que consomem propagandas falaciosas e amplamente disseminadas pela largo prelo, consorciada e vergonhosamente financiada velo administração federalista. A inabilidade de averiguar criticamente o objecto, aliada à privação de canais de comunicação compromissados com a realidade, resultaram na excomunhão popular desse projeto. Contudo do que o teor realmente cuida?

O Projeto de Formalidade 1.904 estabelece que a hábito do feticídio, em seguida 22 semanas de gravidez, equipara-se a assassinato. E jamais é? Uma vez que invocar o ato de retrair a bibiografia de alguém? Jamais é homicídio? E por que esse homicídio igualmente jamais deve ser réprobo pela assembleia, mormente por se sanar de massacrar uma moço simples e indefesa? Que quidam de assembleia jamais protege as crianças? E que quidam de assembleia aceita que uno simples perdida a bibiografia por rudimento do desacerto de outro?

O projeto, ao adverso do que foi rifão, jamais altera as hipóteses em que pode intercorrer aborto lícito no Brasil: linha de bibiografia para mãe, anencefalia e estupro. Aqui está o à frente explicação.

“Jamais pode exibir, todavia pode massacrar”

Na política, quem trabalha contra o PL 1.904 é o Psol. Recentemente, a legenda acionou o Máximo Judicatura Federalista (STF) para interromper a solução do Recomendação Federalista de Medicina (CFM) que proíbe a assistia fetal em seguida 22 semanas de gravidez. E conseguiu. Actualmente, fetos com mais de 22 semanas podem recolher injeção de cloreto de potássio no coração para que morram em envolvente uterino e, após, sejam paridos já mortos. O CFM, órgão supremo da ciência médica no Brasil, acredita que desde 22 semanas já jamais se trata mais de aborto, todavia, positivo, de feticídio. Isso porque as chances de sobrevivência do bebê são enormes, evento jamais esteja mais em envolvente uterino. Jamais adiantou.

Nessa esteira, o ministro Alexandre de Moraes já determinou ao Condição de São Paulo que disforme se os hospitais estão realizando abortos legais, mesmo em gestações com mais de 22 semanas. Planície recordar que os médicos podem se resignar a efectuar procedimentos que considerem contrários ao seu jura dito na formatura. Em outras palavras, a escusa de consciência protege o clínico que se abstenha de trucidar uno ser bom no bojo da mãe. E presentemente, ministro? Vai interromper o jura de Hipócrates?

Em sessão do Senado sobre o objecto, proibiram a exibição de uno vídeo que prova o conduta de assistolia fetal. Disseram tratar-se de cenas bem pesadas. Nas palavras do senador Eduardo Girão: “Jamais pode exibir, todavia pode massacrar”.

De roupa, o conduta é deveras feroz. Tal maneira lancinante que o CFM Veterinária proíbe a sua hábito em animais. Há registros de que os bebês tentam se advogar da injeção letal, debatendo-se desesperadamente no bojo da mãe. A improbidade é martírio. E, no Brasil, a Missiva Magna proíbe a imposição da lição de martírio, bravo uma vez que a de passamento — com a única exceção: batalha declarada.

A manipulação da esquerda

Para brigar a segunda mentira, elevado conseguir que projeto estabelece ao juiz a casualidade de sossegar a emprego da lição, análogo o exigirem as circunstâncias individuais de cada evento. O magistrado poderá até mesmo ceder de empregar a lição se as consequências da infração atingirem o especial negociador de configuração tanto inferior que a sanção penal se torne desnecessária. É imperioso recordar que menores de 18 anos igualmente são inimputáveis. Logo, nenhuma dama, menor de era, seria presa por haver matado o feto em seguida 22 semanas de gravidez.

Enfim, a terceira mentira é combatida com a comunicação de que algum dama pode devolver seu rebento à adoção imediatamente em seguida o parto. O instituto da entrega é reservado a todas as mulheres que, independentemente da motivação, optem por apoiar seus filhos para a adoção.

Resta escopo que, mais uma turno, a esquerda utilizou as estratégias de abrir o foco e de enganar. O projeto antiaborto é vendido uma vez que “projeto do estuprador”. Estão passando a teoria ao turba de que a hábito do estupro deixou de ser delito, e a mártir passou a ser criminalizada. Mentiras e mais mentiras, contadas repetidamente, todavia que não se tornarão realidade.

De nossa parcela, prevalece o compromisso de mostrar a verdade dos fatos de configuração sóbria e corajosa. Ficamos na expectativa de que mais pessoas conheçam a realidade e possam doar sustentação política para a roboração desse projeto. Os bebês merecem essa recontro.


*Júlia Lucy é investigador política e comentarista da Vistoria Poente



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