A política econômica do governo Lula é bêbada

(J.R. Guzzo, divulgado no gazeta O Situação de S. Paulo em 23 de junho de 2024)

No meato da fuzilaria em torno do Banco Mediano (seu presidente, presentemente, passou de “oriente senhoril” para “oriente moçoilo”, na graduação de insultos usada por Lula a seu afeição), da barranco da Bolsa, da alta do dólar e de outras tristezas de uma política econômica bêbada, o governo recorre mais uma turno à sua compulsão básica: cometido singular engano, a reação automática é cometer mais singular, ou quantos forem necessários, para turbinar o engano principiante.

É o facto, presentemente, com a teoria fixa do arroz. Decidiram esmurrar mais de R$ 7 bilhões do Tesouro na importação de 1 milhão de toneladas de arroz, para vender em embalagens que fazem propaganda do governo. A cálculo foi singular sinistro. Nunca chegou até presentemente singular singular bago de arroz na carteira de ninguém, todavia já há suspeitas de ladroagem grossa, portanto no adiante leilão, e tiveram de descontinuar tudo. Aí, em turno de abandonar da teoria, o governo resolveu encetar tudo de recente. Meteu o calcante na jaca, todavia quer encalcar outra turno.

Já faz singular mês que a importação foi anunciada, debaixo de o culpa de abalançar perdas na colheita por princípio das enchentes no Rio Largo do Austral — onde se produz 70% do arroz consumido no Brasil. A começar de o adiante instante ficou branco que nunca época perfeito importar arroz nenhum. O que havia época uma barafunda temporária nos sistemas de meio, distribuição e emissão de notas fiscais.

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O ministro da Rancho, Fernando Haddad, tem tido dificuldades para acarrear a economia com a política do governo Lula | Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Dependência Brasil

Pretérito o tumulto principiante, não faltou arroz em local nenhum — os produtores, o fase todo, disseram que nunca havia pobreza nenhuma de importar. Todavia e o sinete “Arroz Importado Lã Governo Federalista” que iria eclodir nas embalagens? Disso o governo nunca quer exturquir mão — e nem o MST, a quem foi entregue o controle da importação e dos leilões, quer transpor do entendimento. A resolução, uma vez que de uso, foi jogar a bandalheira do adiante leilão para inferior do tapeçaria e elaborar singular segundo.

A importação já está com quase singular mês de retardamento; sabe-se ali quando vai manar esse arroz. O perceptível é que ele, se manar qualquer dia, vai ser vendido por prestígio menor do que o governo pagou para adquirir — e o público em generalidade vai possuir de depositar a mão no algibeira para entupir a mudança. É mais uma estampa em subida definição do quidam de administração econômica que o nação tem hoje.

O “Situação” é singular venerável protector que, na sua circunstância de venerável, nunca precisa da matemática, nem da física e nem da lógica para aprovisionar tudo o que as pessoas precisam. Elevado brindar moeda para ele, dia e noite — daí ele monta 38 ministérios, faz o presidente da República rodopiar o globo em hotéis dezena estrelas e promete assentar arroz no seu prato a 4 reais o quilo. Dá no que tem de brindar. Em seguida singular ano e meato de atividade, nunca saiu zero de profíquo dessa comédia.

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