Adrilles Jorge: ‘Por que ninguém fala das supostas agressões do filho de Lula à sua mulher?’

A nora de Lula acusou o fruto de Lula de agredi-la. Fisicamente, verbalmente, moralmente. Ganhou medida protetiva contra o réu de agressão. Não há ninguém fazendo delação taxativa de que o fruto de Lula é culpado de qualquer coisa. Caberá à Justiça sentenciar sobre sua culpa ou inocência. Mas há, uma vez que todos sabem, uma propensão a se crer na termo da mulher em todos os casos em que se acusam um varão de agressão. Há uma tendência a se linchar homens, culpados ou não, pelo que o feminismo contemporâneo labareda de machismo estrutural que oprime e agride, moralmente e fisicamente, uma mulher.

Leia também: “Criminado de agredir a ex-mulher, fruto de Lula xinga no Instagram”

A mídia sempre entra em polvorosa quando qualquer figura pública é acusada peremptoriamente de agressão e o pré-julgamento é quase sempre concluído contra o réu, antes de qualquer justiça real. Mas praticamente nenhuma termo foi dita contra o fruto de Lula. E praticamente várias palavras foram ditas ou sugeridas contra a suposta vítima, a nora de Lula. Uma famosa socialite de esquerda chegou a expressar dela que era uma mulher vulgar, que se vestia de maneira obscena e fazia procedimentos estéticos de uma mulher não confiável. Nesta live, outros ativistas “progressistas” riram desbragadamente. Nenhuma termo de proteção à mulher. Nenhuma termo de contratempo ao pré-julgamento de uma mulher que se colocava no lugar de vítima.

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A tarifa de proteção à mulher é legitima. Mulheres que sofrem agressões tem todo o recta, atual e histórico, de acusarem homens agressivos, opressores e abusadores. Mas há uma distorção do concepção de Justiça quando se colocam quaisquer homens em situação de sentenciado pela mais remota delação. Não é o caso de Lula por uma razão muito simples. É o fruto de Lula, o ícone maior da esquerda brasileira. A regra de perseguição inclemente a todos os homens que são colocados uma vez que estupradores e agressores em potencial é posta exclusivamente para aqueles homens que não estão protegidos pela estrutura do poder que a esquerda exerce sobre a mídia, sobre as universidades, sobre as escolas, sobre o Judiciário e sobre todas as instituições culturais ocupadas pelo “progressismo” e por uma caricatura contemporânea de feminismo que se transformou em mera perseguição contra homens. Mas alguns homens têm proteção próprio. O próprio Lula já chegou a fazer piadas grosseiras contra homossexuais e mulheres. Zero lhe acontece. Bolsonaro foi sentenciado por ter feito um trocadilho vulgar contra uma jornalista. Foi réu de agressão simbólica não só à tal jornalista uma vez que a toda a prensa brasileira. Não importa o que se diz, mas quem diz, já diz o sabido ditado que traduz os cancelamentos orquestrados pela esquerda pátrio e mundial.

A questão é que ninguém consciente advoga linchamento e cancelamento de absolutamente ninguém, sobretudo sob uma séria delação de agressão a uma mulher. A Justiça foi subvertida a ponto de sentenciar toda pessoa previamente, publicamente, por ser varão. Neymar, não houvesse sua acusadora de estupro ter feito um vídeo tosco em que provava ser ela a abusadora, estaria até hoje respondendo pelo falso delito de insulto que sua acusadora lhe atribuiu. A mídia toda, bom lembrar, se assanhou em acusá-lo incisivamente e levantar suspeitas seríssimas. Assim com outros personagens masculinos notórios no brasil e no mundo. A coisa é mais aterradora quando se coloca em tarifa a questão de “agressão simbólica” ou “agressão moral’”. Por agressão simbólica se entende qualquer coisa, até uma voz elevada ou um olhar mais hostil. Por várias vezes congressistas de esquerda xingaram seus adversários políticos de ladrão, abusador, criminosos e quando contestadas, acusavam seus oponentes de agressão simbólica contra mulher.

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As feministas se calaram diante das acusações contra o fruto de Lula

O feminismo nasceu com a melhor das intenções e ações, é bom lembrar. Mulheres não tinham recta a trabalho remunerado, voto, legado, a viajar sem autorização do marido, e, evidente, muitas vezes sofriam agressões simbólicas e reais de todos os níveis. Isso foi devidamente mudado pela história. Mas o feminismo hoje se transformou num movimento restrito de perseguição a homens. As mulheres já conquistaram todos os seus direitos e liberdades. É evidente que há machistas e abusadores, mas pontuais, uma vez que há assassinos, traficantes, criminosos pontuais no Brasil. O Brasil não é estruturalmente criminoso nem machista. Não existe tal coisa uma vez que machismo estrutural que abrange todos os homens no brasil. Homens e mulheres podem ser bons ou maus, homens e mulheres podem ou não ter desvios de caráter e serem agressivos uns com outros. Homens e mulheres podem se agredir eventualmente numa relação. Simbolicamente e fisicamente. Evidente que homens tem mais força física. Mas isso não impede que uma mulher possa mentir, se aproveitando justamente de ter a Justiça e a mídia a seu lado, sobretudo quando se trata de alguém famoso e sobretudo quando se trata de alguém famoso que não esteja desempenado a um pensamento progressista. Imaginem se fosse qualquer fruto de Bolsonaro envolvido numa suposta agressão a uma mulher sua.

Leia também: “Justiça amplia medidas protetivas contra fruto de Lula, depois de vídeo com ofensas à ex-mulher”

Esse tipo de feminismo canhestro inclusive afeta as reais vítimas de homens violentos que começam a ser discriminadas e sofrerem suspeição. Nascente tipo de feminismo canhestro mina as relações entre homens e mulheres que estabelecem uma mútua suspeição entre eles. Mas esse tipo de feminismo canhestro se cala quando sabe que um de seus protegidos pelo poder está sob a delação de agredir uma mulher de um fruto do presidente Lula. Aí a mulher passa de vítima em potencial a vulgar, suspeita em potencial.

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A nora de Lula acusou o fruto de Lula de agredi-la. Fisicamente, verbalmente, moralmente. Ganhou medida protetiva contra o réu de agressão. Não há ninguém fazendo delação taxativa de que o fruto de Lula é culpado de qualquer coisa. Caberá à Justiça sentenciar sobre sua culpa ou inocência. Mas há, uma vez que todos sabem, uma propensão a se crer na termo da mulher em todos os casos em que se acusam um varão de agressão. Há uma tendência a se linchar homens, culpados ou não, pelo que o feminismo contemporâneo labareda de machismo estrutural que oprime e agride, moralmente e fisicamente, uma mulher.

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A mídia sempre entra em polvorosa quando qualquer figura pública é acusada peremptoriamente de agressão e o pré-julgamento é quase sempre concluído contra o réu, antes de qualquer justiça real. Mas praticamente nenhuma termo foi dita contra o fruto de Lula. E praticamente várias palavras foram ditas ou sugeridas contra a suposta vítima, a nora de Lula. Uma famosa socialite de esquerda chegou a expressar dela que era uma mulher vulgar, que se vestia de maneira obscena e fazia procedimentos estéticos de uma mulher não confiável. Nesta live, outros ativistas “progressistas” riram desbragadamente. Nenhuma termo de proteção à mulher. Nenhuma termo de contratempo ao pré-julgamento de uma mulher que se colocava no lugar de vítima.

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A tarifa de proteção à mulher é legitima. Mulheres que sofrem agressões tem todo o recta, atual e histórico, de acusarem homens agressivos, opressores e abusadores. Mas há uma distorção do concepção de Justiça quando se colocam quaisquer homens em situação de sentenciado pela mais remota delação. Não é o caso de Lula por uma razão muito simples. É o fruto de Lula, o ícone maior da esquerda brasileira. A regra de perseguição inclemente a todos os homens que são colocados uma vez que estupradores e agressores em potencial é posta exclusivamente para aqueles homens que não estão protegidos pela estrutura do poder que a esquerda exerce sobre a mídia, sobre as universidades, sobre as escolas, sobre o Judiciário e sobre todas as instituições culturais ocupadas pelo “progressismo” e por uma caricatura contemporânea de feminismo que se transformou em mera perseguição contra homens. Mas alguns homens têm proteção próprio. O próprio Lula já chegou a fazer piadas grosseiras contra homossexuais e mulheres. Zero lhe acontece. Bolsonaro foi sentenciado por ter feito um trocadilho vulgar contra uma jornalista. Foi réu de agressão simbólica não só à tal jornalista uma vez que a toda a prensa brasileira. Não importa o que se diz, mas quem diz, já diz o sabido ditado que traduz os cancelamentos orquestrados pela esquerda pátrio e mundial.

A questão é que ninguém consciente advoga linchamento e cancelamento de absolutamente ninguém, sobretudo sob uma séria delação de agressão a uma mulher. A Justiça foi subvertida a ponto de sentenciar toda pessoa previamente, publicamente, por ser varão. Neymar, não houvesse sua acusadora de estupro ter feito um vídeo tosco em que provava ser ela a abusadora, estaria até hoje respondendo pelo falso delito de insulto que sua acusadora lhe atribuiu. A mídia toda, bom lembrar, se assanhou em acusá-lo incisivamente e levantar suspeitas seríssimas. Assim com outros personagens masculinos notórios no brasil e no mundo. A coisa é mais aterradora quando se coloca em tarifa a questão de “agressão simbólica” ou “agressão moral’”. Por agressão simbólica se entende qualquer coisa, até uma voz elevada ou um olhar mais hostil. Por várias vezes congressistas de esquerda xingaram seus adversários políticos de ladrão, abusador, criminosos e quando contestadas, acusavam seus oponentes de agressão simbólica contra mulher.

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As feministas se calaram diante das acusações contra o fruto de Lula

O feminismo nasceu com a melhor das intenções e ações, é bom lembrar. Mulheres não tinham recta a trabalho remunerado, voto, legado, a viajar sem autorização do marido, e, evidente, muitas vezes sofriam agressões simbólicas e reais de todos os níveis. Isso foi devidamente mudado pela história. Mas o feminismo hoje se transformou num movimento restrito de perseguição a homens. As mulheres já conquistaram todos os seus direitos e liberdades. É evidente que há machistas e abusadores, mas pontuais, uma vez que há assassinos, traficantes, criminosos pontuais no Brasil. O Brasil não é estruturalmente criminoso nem machista. Não existe tal coisa uma vez que machismo estrutural que abrange todos os homens no brasil. Homens e mulheres podem ser bons ou maus, homens e mulheres podem ou não ter desvios de caráter e serem agressivos uns com outros. Homens e mulheres podem se agredir eventualmente numa relação. Simbolicamente e fisicamente. Evidente que homens tem mais força física. Mas isso não impede que uma mulher possa mentir, se aproveitando justamente de ter a Justiça e a mídia a seu lado, sobretudo quando se trata de alguém famoso e sobretudo quando se trata de alguém famoso que não esteja desempenado a um pensamento progressista. Imaginem se fosse qualquer fruto de Bolsonaro envolvido numa suposta agressão a uma mulher sua.

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Esse tipo de feminismo canhestro inclusive afeta as reais vítimas de homens violentos que começam a ser discriminadas e sofrerem suspeição. Nascente tipo de feminismo canhestro mina as relações entre homens e mulheres que estabelecem uma mútua suspeição entre eles. Mas esse tipo de feminismo canhestro se cala quando sabe que um de seus protegidos pelo poder está sob a delação de agredir uma mulher de um fruto do presidente Lula. Aí a mulher passa de vítima em potencial a vulgar, suspeita em potencial.

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