Anderson Kauan, menino de 8 anos primo das crianças desaparecidas em Bacabal, no interior do Maranhão, ajuda a Polícia Civil nas buscas por Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4 anos.
Na terça-feira (20/1), menino, acompanhado de uma equipe de atendimento especializada e de policiais, refez o caminho que percorreu com os primos, até a região da “casa caída”, onde as crianças teriam passado ao menos uma noite.
A ajuda foi autorizada pela Justiça do Maranhão.
Anderson Kauan foi a única criança das três desaparecidas em Bacabal a ser encontrada — três dias após ter desaparecido. Ele chegou a perder 10 kg durante os dias desaparecido e ficou internado por 14 dias no Hospital Geral de Bacabal, até receber alta.
Anderson relatou à polícia que se separou dos primos no terceiro dia, quando decidiu seguir sozinho pela mata. Ele tem ajudado as autoridades com informações para definir as áreas de buscas, porém, os “apagões de memória” impedem uma identificação precisa do local.
As buscas pelos irmãos Ágatha Isabelly e Allan Michael seguem pelo 19º dia. Eles estão desaparecidos desde 4 de janeiro, vistos pela última vez no quilombo São Sebastião dos Pretos. Até o momento, não foram encontrados vestígios que indiquem o paradeiro das crianças.
Atualmente, as ações seguem concentradas na região de mata e no leito do Rio Mearim, que passa pela área onde as crianças desapareceram. Os trabalhos contam com apoio da Marinha e de mergulhadores do Corpo de Bombeiros.
Anderson Kauan, menino de 8 anos primo das crianças desaparecidas em Bacabal, no interior do Maranhão, ajuda a Polícia Civil nas buscas por Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4 anos.
Na terça-feira (20/1), menino, acompanhado de uma equipe de atendimento especializada e de policiais, refez o caminho que percorreu com os primos, até a região da “casa caída”, onde as crianças teriam passado ao menos uma noite.
A ajuda foi autorizada pela Justiça do Maranhão.
Anderson Kauan foi a única criança das três desaparecidas em Bacabal a ser encontrada — três dias após ter desaparecido. Ele chegou a perder 10 kg durante os dias desaparecido e ficou internado por 14 dias no Hospital Geral de Bacabal, até receber alta.
Anderson relatou à polícia que se separou dos primos no terceiro dia, quando decidiu seguir sozinho pela mata. Ele tem ajudado as autoridades com informações para definir as áreas de buscas, porém, os “apagões de memória” impedem uma identificação precisa do local.
As buscas pelos irmãos Ágatha Isabelly e Allan Michael seguem pelo 19º dia. Eles estão desaparecidos desde 4 de janeiro, vistos pela última vez no quilombo São Sebastião dos Pretos. Até o momento, não foram encontrados vestígios que indiquem o paradeiro das crianças.
Atualmente, as ações seguem concentradas na região de mata e no leito do Rio Mearim, que passa pela área onde as crianças desapareceram. Os trabalhos contam com apoio da Marinha e de mergulhadores do Corpo de Bombeiros.
[/gpt3]







