
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) declarou, em entrevista ao Poder360 nessa terça-feira (15), que é contrário à tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.
Ele afirmou que não participou da decisão e que, se tivesse liberdade para conversar diretamente com o ex-presidente Donald Trump, poderia colaborar para resolver o impasse.
“Eu sou contra, seria contra o tarifaço. Meu filho Eduardo seria contra também. Mas temos um problema mais grave: se o Brasil continuar avançando à esquerda, com o Lula falando besteira o tempo todo, esse inconsequente, provocando os Estados Unidos… Essa taxa de 50% pode ser diminuída. Acho que tenho o poder de resolver esse assunto –parte dele– mas tenho que ter liberdade de conversar com Trump. No momento, nem passaporte eu tenho”, declarou.
Bolsonaro afirmou que gostaria de viajar aos EUA para dialogar com Trump e acredita que o republicano poderia apresentar uma alternativa para amenizar a crise comercial.
Contudo, desde fevereiro de 2024, o ex-presidente está com o passaporte apreendido por ordem da Justiça brasileira, em meio às investigações sobre tentativas de golpe de Estado, nas quais ele figura como réu.
O ex-presidente também elogiou o americano: “Tenho profunda gratidão por ele. Tivemos um excelente relacionamento. Fizemos planos. Parece que estávamos até namorando. Fizemos muitos planos para o Brasil na questão dos minérios”, afirmou, sobre Trump.
Sobre a atuação do filho, disse que Eduardo “não é favorável à medida aqui no Brasil”, mas que entende a ação como uma forma de pressão sobre o governo Lula.
“Ele [Eduardo] falou que é uma medida do governo [norte-americano] para pressionar o Lula aqui. É isso que ele falou. Ele tem um bom relacionamento na Casa Branca, no Parlamento. E ele tem trabalhado lá para que o Brasil volte à normalidade. Coisa que não teria liberdade aqui no Brasil. Se tivesse no Brasil falando o que está falando, já teria que estar numa prisão”, completou.
Ao comentar o governo atual, Bolsonaro voltou a criticar duramente Lula, acusando-o de atacar Trump e os EUA constantemente.
“O pessoal está insatisfeito com o que ele está fazendo. Só faz besteira. Provoca o americano o tempo todo. Se eu fosse o presidente da República, o acordo com os Estados Unidos teria sido já feito aos moldes da Argentina, onde 80% dos produtos não são taxados”, disse.
Entre os atos que considera provocações, citou a defesa de Lula pelo uso de moedas locais no comércio internacional, a postura contra o governo de Israel e a ironia de oferecer jabuticabas a Trump. Finalizou com uma crítica contundente: “’É vira-lata, f*** you (dito por Janja). Parece que para esse governo, o caos é importante”. (Foto: Palácio do Planalto; Fonte: Poder360)
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Ele afirmou que não participou da decisão e que, se tivesse liberdade para conversar diretamente com o ex-presidente Donald Trump, poderia colaborar para resolver o impasse.
“Eu sou contra, seria contra o tarifaço. Meu filho Eduardo seria contra também. Mas temos um problema mais grave: se o Brasil continuar avançando à esquerda, com o Lula falando besteira o tempo todo, esse inconsequente, provocando os Estados Unidos… Essa taxa de 50% pode ser diminuída. Acho que tenho o poder de resolver esse assunto –parte dele– mas tenho que ter liberdade de conversar com Trump. No momento, nem passaporte eu tenho”, declarou.
Bolsonaro afirmou que gostaria de viajar aos EUA para dialogar com Trump e acredita que o republicano poderia apresentar uma alternativa para amenizar a crise comercial.
Contudo, desde fevereiro de 2024, o ex-presidente está com o passaporte apreendido por ordem da Justiça brasileira, em meio às investigações sobre tentativas de golpe de Estado, nas quais ele figura como réu.
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Sobre a atuação do filho, disse que Eduardo “não é favorável à medida aqui no Brasil”, mas que entende a ação como uma forma de pressão sobre o governo Lula.
“Ele [Eduardo] falou que é uma medida do governo [norte-americano] para pressionar o Lula aqui. É isso que ele falou. Ele tem um bom relacionamento na Casa Branca, no Parlamento. E ele tem trabalhado lá para que o Brasil volte à normalidade. Coisa que não teria liberdade aqui no Brasil. Se tivesse no Brasil falando o que está falando, já teria que estar numa prisão”, completou.
Ao comentar o governo atual, Bolsonaro voltou a criticar duramente Lula, acusando-o de atacar Trump e os EUA constantemente.
“O pessoal está insatisfeito com o que ele está fazendo. Só faz besteira. Provoca o americano o tempo todo. Se eu fosse o presidente da República, o acordo com os Estados Unidos teria sido já feito aos moldes da Argentina, onde 80% dos produtos não são taxados”, disse.
Entre os atos que considera provocações, citou a defesa de Lula pelo uso de moedas locais no comércio internacional, a postura contra o governo de Israel e a ironia de oferecer jabuticabas a Trump. Finalizou com uma crítica contundente: “’É vira-lata, f*** you (dito por Janja). Parece que para esse governo, o caos é importante”. (Foto: Palácio do Planalto; Fonte: Poder360)
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