O senador Magno Malta (PL-ES) visitou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nesta terça-feira (18/11). Bolsonaro cumpre prisão domiciliar em casa, no Jardim Botânico, em Brasília (DF), desde 4 de agosto por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Na última quarta-feira (12/11), o ex-presidente completou 100 dias de prisão.
Malta, que vestia uma camiseta com a estampa do rosto de Bolsonaro, chegou ao local por volta das 14h e deixou a residência às 18h. Na saída, conversou com a imprensa e afirmou que o ex-presidente estava se sentindo bem. Segundo ele, Bolsonaro demonstrava tranquilidade.
“Ele estava muito bem, conversando, tranquilo, consciente. Sabe quando alguém é consciente de que não cometeu crime? Alguém que nunca roubou, que não desfez de ninguém e não destruiu a vida de ninguém? Essa é a consciência e é o Jair Bolsonaro que eu encontrei lá”, afirmou o parlamentar.
Questionado sobre como Bolsonaro reagiria a uma eventual transferência para o Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, Malta disse que o ex-presidente não demonstra temor.
“Jair Bolsonaro nem tem medo de Papuda. Jair Bolsonaro não tem medo de presídio e segurança máxima. Jair Bolsonaro não tem medo de nada. Porque Jair Bolsonaro tem uma consciência: ‘Não cometi nenhum crime’”, declarou o senador.
Malta também afirmou que Bolsonaro não apresentou “nenhuma reação” sobre a decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), que formou maioria para tornar o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-RJ), o “03”, réu por coação no curso do processo da trama golpista. Segundo o parlamentar, o ex-presidente recebeu a notícia sem demonstrar alterações de humor.
Esta é a primeira visita do senador ao ex-presidente. O encontro ocorre após o STF publicar, nesta manhã, no Diário da Justiça Eletrônico (DJE), o acórdão que rejeita os recursos apresentados pelas defesas do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de outros seis réus condenados no caso da trama golpista.
Bolsonaro recebeu pena de 27 anos e 3 meses de prisão. A publicação formaliza o resultado do julgamento dos embargos e abre, a partir desta quarta-feira (19/11), o prazo para a apresentação dos chamados segundos embargos.
O senador Magno Malta (PL-ES) visitou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nesta terça-feira (18/11). Bolsonaro cumpre prisão domiciliar em casa, no Jardim Botânico, em Brasília (DF), desde 4 de agosto por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Na última quarta-feira (12/11), o ex-presidente completou 100 dias de prisão.
Malta, que vestia uma camiseta com a estampa do rosto de Bolsonaro, chegou ao local por volta das 14h e deixou a residência às 18h. Na saída, conversou com a imprensa e afirmou que o ex-presidente estava se sentindo bem. Segundo ele, Bolsonaro demonstrava tranquilidade.
“Ele estava muito bem, conversando, tranquilo, consciente. Sabe quando alguém é consciente de que não cometeu crime? Alguém que nunca roubou, que não desfez de ninguém e não destruiu a vida de ninguém? Essa é a consciência e é o Jair Bolsonaro que eu encontrei lá”, afirmou o parlamentar.
Questionado sobre como Bolsonaro reagiria a uma eventual transferência para o Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, Malta disse que o ex-presidente não demonstra temor.
“Jair Bolsonaro nem tem medo de Papuda. Jair Bolsonaro não tem medo de presídio e segurança máxima. Jair Bolsonaro não tem medo de nada. Porque Jair Bolsonaro tem uma consciência: ‘Não cometi nenhum crime’”, declarou o senador.
Malta também afirmou que Bolsonaro não apresentou “nenhuma reação” sobre a decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), que formou maioria para tornar o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-RJ), o “03”, réu por coação no curso do processo da trama golpista. Segundo o parlamentar, o ex-presidente recebeu a notícia sem demonstrar alterações de humor.
Esta é a primeira visita do senador ao ex-presidente. O encontro ocorre após o STF publicar, nesta manhã, no Diário da Justiça Eletrônico (DJE), o acórdão que rejeita os recursos apresentados pelas defesas do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de outros seis réus condenados no caso da trama golpista.
Bolsonaro recebeu pena de 27 anos e 3 meses de prisão. A publicação formaliza o resultado do julgamento dos embargos e abre, a partir desta quarta-feira (19/11), o prazo para a apresentação dos chamados segundos embargos.
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