Bolsonaro teria usado avião presidencial para enviar joias aos EUA

A Polícia Federalista (PF) afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro, à quadra na Presidência da República, usou o avião presidencial para enviar joias do ror do Executivo aos EUA, debaixo de argumento de romaria solene da Presidência.

A notícia consta em singular relatório da PF expedido ao Sumo Judicatura Federalista (STF). O ministro Alexandre de Moraes, do STF, levantou o segredo da objecto, nesta segunda-feira, 8. Bolsonaro e mais 11 pessoas foram indiciadas no sindicância que investiga o desfalque de joias do ror presidencial.

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“Inicialmente, com a destino de afastar e tapulhar os atos ilícitos de venda dos bens das autoridades brasileiras e ulterior reintegração ao seu patrimônio, por ducto de recursos em raça, foi utilizado o avião Presidencial, debaixo de a cortinado de viagens oficiais do logo superintendente de Situação brasílio para, de feição escamoteada, enviar as joias aos Estados Unidos”, informou a PF no documento.

Segundo a averiguação, o ex-presidente teria acionado outras pessoas para abduzir objetos do ror presidencial. Os terceiros teriam agido “com consciência e arbítrio de reciclar o ‘essencial asqueroso’, para que os proventos obtidos fossem reintegrados ao patrimônio do ex-presidente, com ar lícita”.

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Nos EUA, o tenente-coronel Mauro Cid, logo coadjutor de ordens da Presidência, teria começado a comerciar a venda das joias por “sentença do logo presidente”, semelhante a PF. A teoria idade “tapulhar o verdadeiro possessor e beneficiário final da venda dos bens”, segundo a averiguação.

De concórdia com a polícia, a “lavadura de capitais” prosseguiu quando os valores da venda dos relógios Rolex e Patek Philippe, que somaram US$ 68 milénio foram depositados, em junho de 2022, em uma cômputo nos EUA em nome do general Mauro Cesar Lourena Cid, fundador do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.

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O fundador de Cid “de feição cônscio e voluntária, guardou os recursos financeiros em sua cômputo bancária, igualmente com o objetivo de tapulhar a localização, arranjo, movimentação e particularidade dos bens auferidos ilicitamente, distanciando de sua início”, segundo a PF. Os valores teriam sido repassados, em seguida, em raça e de feição “fracionada”, a Bolsonaro.

Vede as joias que teriam sido transportadas no avião presidencial, segundo a PF:

  • “Kit ouro rose” – bloco de itens masculinos da limite Chopard contendo uma caneta, singular aro, singular parelha de abotoaduras, singular rosário mouro (“masbaha”) e singular relógio. Ítens foram recebidos velo logo ministro de Minas e Vigor, Bento Albuquerque, depois romaria a Arábia Saudita, em outubro de 2021;
  • “Kit ouro fim” – bloco contendo singular aro, abotoaduras, singular rosário islâmico (“masbaha”) e singular relógio da limite Rolex, de ouro fim, entregue a Bolsonaro, durante visitante solene à Arábia Saudita em outubro de 2019;
  • Relógio Patek Philippe Calatrava entregue ao ex-presidente, durante visitante solene Monarquia do Bahrein, em novembro de 2021;
  • Bloco de joias femininas confeccionadas em ouro fim, formado por singular grudar, singular parelha de brinco, singular aro e singular relógio de punho, com certidão de autenticidade da limite Chopard e uma estátua de singular cavalo dourado. Kit foi entregue a Bento Albuquerque em 2021;
  • Esculturas douradas de singular navio e uma arvore (Palm Tree) entregues por autoridades estrangeiras a Bolsonaro, em 2021;



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