Boulos minimiza pedido de voto de Lula e diz que Nunes é quem usa máquina pública para campanha – Jovem Pan

Fala foi fim de ações judiciais de pré-candidatos porquê Marina Helena (Novo), Kim Kataguiri (União) e do próprio Ricardo Nunes (MDB)

GABRIEL SILVA/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
Segundo Boulos, Nunes utiliza eventos e inaugurações da Prefeitura para criticá-lo, mesmo quando as ações não estão relacionadas à campanha, porquê entregas de postos de saúde e recapeamento de ruas

O deputado federalista Guilherme Boulos (PSOL) saiu em resguardo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira, 2, e disse que o director do Executivo federalista expressou seu “libido de voto” e que não é “sigilo” que o petista apoia sua pré-candidatura a prefeito de São Paulo. O pedido de voto de Lula para Boulos ocorreu em um ato das centrais sindicais para marcar o feriado 1º de Maio, o que é uma infração eleitoral por ocorrer fora do período de campanha. Embora a fala tenha sido fim de ações judiciais de pré-candidatos porquê Marina Helena (Novo) e Kim Kataguiri (União), Boulos focou os ataques no prefeito Ricardo Nunes (MDB), que também acionou a Justiça e com quem aparece empatado tecnicamente na liderança nas últimas pesquisas eleitorais. Mais cedo nesta quinta-feira, o emedebista disse que o governo federalista está “utilizando a máquina” e “baixando Brasília inteira” para fazer campanha para o pré-candidato do PSOL. “Eu fico estarrecido com a rosto de pau do prefeito Ricardo Nunes. Ele está usando a máquina pública há um ano para fazer campanha eleitoral”, disse Boulos à prensa depois se encontrar com estudantes da Instalação Getulio Vargas (FGV) no término da tarde desta quinta-feira. De negócio com o pré-candidato, Nunes utiliza eventos e inaugurações da Prefeitura para criticá-lo, mesmo quando as ações não estão relacionadas à campanha, porquê entregas de postos de saúde e recapeamento de ruas.

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“O presidente Lula fez uma fala no evento das centrais sindicais, não era um evento solene do governo federalista, expressando o libido de voto dele, o posicionamento político dele nas eleições que não é sigilo para nenhum de vocês”, continuou Boulos. O pré-candidato do PSOL adotou a mesma traço de que seu coordenador de campanha, Josué Rocha, que em nota na quarta-feira disse Nunes “tenta produzir uma cortinado de fumaça para despistar o uso de eventos oficiais da Prefeitura, realizados com moeda público, para a promoção de sua candidatura à reeleição”. Rocha faz menção a uma notícia do site Metrópoles de que uma supervisora de saúde da subprefeitura de Perus teria orientado servidores públicos a comparecerem sem identificação em evento da gestão municipal. Ricardo Nunes foi procurado por meio da assessoria de prensa da Prefeitura de São Paulo, mas não houve resposta sobre as declarações mais recentes de Boulos até a publicação desta material.

*Com informações de Estadão Teor



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Fala foi fim de ações judiciais de pré-candidatos porquê Marina Helena (Novo), Kim Kataguiri (União) e do próprio Ricardo Nunes (MDB)

GABRIEL SILVA/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDOLUla estende o braço de Boulos durante evento
Segundo Boulos, Nunes utiliza eventos e inaugurações da Prefeitura para criticá-lo, mesmo quando as ações não estão relacionadas à campanha, porquê entregas de postos de saúde e recapeamento de ruas

O deputado federalista Guilherme Boulos (PSOL) saiu em resguardo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira, 2, e disse que o director do Executivo federalista expressou seu “libido de voto” e que não é “sigilo” que o petista apoia sua pré-candidatura a prefeito de São Paulo. O pedido de voto de Lula para Boulos ocorreu em um ato das centrais sindicais para marcar o feriado 1º de Maio, o que é uma infração eleitoral por ocorrer fora do período de campanha. Embora a fala tenha sido fim de ações judiciais de pré-candidatos porquê Marina Helena (Novo) e Kim Kataguiri (União), Boulos focou os ataques no prefeito Ricardo Nunes (MDB), que também acionou a Justiça e com quem aparece empatado tecnicamente na liderança nas últimas pesquisas eleitorais. Mais cedo nesta quinta-feira, o emedebista disse que o governo federalista está “utilizando a máquina” e “baixando Brasília inteira” para fazer campanha para o pré-candidato do PSOL. “Eu fico estarrecido com a rosto de pau do prefeito Ricardo Nunes. Ele está usando a máquina pública há um ano para fazer campanha eleitoral”, disse Boulos à prensa depois se encontrar com estudantes da Instalação Getulio Vargas (FGV) no término da tarde desta quinta-feira. De negócio com o pré-candidato, Nunes utiliza eventos e inaugurações da Prefeitura para criticá-lo, mesmo quando as ações não estão relacionadas à campanha, porquê entregas de postos de saúde e recapeamento de ruas.

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“O presidente Lula fez uma fala no evento das centrais sindicais, não era um evento solene do governo federalista, expressando o libido de voto dele, o posicionamento político dele nas eleições que não é sigilo para nenhum de vocês”, continuou Boulos. O pré-candidato do PSOL adotou a mesma traço de que seu coordenador de campanha, Josué Rocha, que em nota na quarta-feira disse Nunes “tenta produzir uma cortinado de fumaça para despistar o uso de eventos oficiais da Prefeitura, realizados com moeda público, para a promoção de sua candidatura à reeleição”. Rocha faz menção a uma notícia do site Metrópoles de que uma supervisora de saúde da subprefeitura de Perus teria orientado servidores públicos a comparecerem sem identificação em evento da gestão municipal. Ricardo Nunes foi procurado por meio da assessoria de prensa da Prefeitura de São Paulo, mas não houve resposta sobre as declarações mais recentes de Boulos até a publicação desta material.

*Com informações de Estadão Teor

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