
Em mais um capítulo da crescente pressão política de representantes da esquerda contra Eduardo Bolsonaro, o deputado federal Guilherme Boulos (PSOL-SP) levou à Polícia Federal uma representação formal pedindo a demissão de Eduardo (PL-SP) do cargo de escrivão do órgão.
A iniciativa foi protocolada nesta segunda-feira (28), e tem como base declarações e supostas articulações do deputado licenciado — atualmente vivendo nos Estados Unidos — em favor de sanções americanas contra o Brasil.
Boulos afirma que Eduardo teria cometido crime contra a soberania nacional ao defender punições econômicas impostas pelo governo Trump a autoridades brasileiras, incluindo ministros do Supremo Tribunal Federal e o procurador-geral da República.
No documento, o líder do PSOL argumenta que o filho “03” de Bolsonaro estaria atuando para interferir em processos criminais que tramitam no STF e investigam uma suposta ‘tentativa de golpe de Estado’. Segundo Boulos, Eduardo estaria utilizando sua proximidade com figuras do Partido Republicano para pressionar o Judiciário brasileiro.
“Eduardo Bolsonaro vem, reiterada e publicamente, afirmando que está se dedicando a conseguir do governo dos Estados Unidos a imposição de sanções contra integrantes do Supremo Tribunal Federal, da Procuradoria-Geral da República e da Polícia Federal, pelo que considera ser uma perseguição política a si mesmo e a seu pai”, diz trecho da representação.
A ofensiva diplomática do deputado licenciado ganhou força após o anúncio de Donald Trump, em 9 de julho, de que os EUA aplicariam tarifas de 50% sobre produtos brasileiros a partir de 1º de agosto. Pouco depois, o republicano revogou os vistos de ministros do STF, entre eles Alexandre de Moraes.
Na peça entregue à PF, Boulos argumenta que o comportamento de Eduardo Bolsonaro é incompatível com sua condição de servidor público federal e requer sua exoneração imediata. (Foto: Band; Fonte: Poder360)
E mais:
Milei anuncia acordo para que argentinos entrem nos EUA sem visto
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Em mais um capítulo da crescente pressão política de representantes da esquerda contra Eduardo Bolsonaro, o deputado federal Guilherme Boulos (PSOL-SP) levou à Polícia Federal uma representação formal pedindo a demissão de Eduardo (PL-SP) do cargo de escrivão do órgão.
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Boulos afirma que Eduardo teria cometido crime contra a soberania nacional ao defender punições econômicas impostas pelo governo Trump a autoridades brasileiras, incluindo ministros do Supremo Tribunal Federal e o procurador-geral da República.
No documento, o líder do PSOL argumenta que o filho “03” de Bolsonaro estaria atuando para interferir em processos criminais que tramitam no STF e investigam uma suposta ‘tentativa de golpe de Estado’. Segundo Boulos, Eduardo estaria utilizando sua proximidade com figuras do Partido Republicano para pressionar o Judiciário brasileiro.
“Eduardo Bolsonaro vem, reiterada e publicamente, afirmando que está se dedicando a conseguir do governo dos Estados Unidos a imposição de sanções contra integrantes do Supremo Tribunal Federal, da Procuradoria-Geral da República e da Polícia Federal, pelo que considera ser uma perseguição política a si mesmo e a seu pai”, diz trecho da representação.
A ofensiva diplomática do deputado licenciado ganhou força após o anúncio de Donald Trump, em 9 de julho, de que os EUA aplicariam tarifas de 50% sobre produtos brasileiros a partir de 1º de agosto. Pouco depois, o republicano revogou os vistos de ministros do STF, entre eles Alexandre de Moraes.
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