Braga Netto volta a pedir revogação da prisão após mais de 190 dias detido – Jovem Pan

Ex-ministro da Casa Civil participou de acareação com Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, nesta terça-feira (24), em Brasília, utilizando tornozeleira eletrônica

Antonio Augusto/STF
Braga Netto está detido, acusado de tentar interferir nas investigações sobre uma possível tentativa de golpe de Estado

Após mais de 190 dias preso, o general da reserva e ex-ministro da Casa Civil, Walter Braga Netto, voltou a solicitar ao Supremo Tribunal Federal (STF) a revogação da prisão preventiva. A defesa argumenta que o cenário atual não justifica a manutenção da medida extrema. Braga Netto está detido desde 14 de dezembro de 2024, acusado de tentar interferir nas investigações sobre uma possível tentativa de golpe de Estado. Segundo os advogados, com o fim da fase de instrução do processo, os motivos que sustentaram sua prisão não se mantêm.

“Inexiste investigação ou ato instrutório a serem protegidos, de modo que se afasta o risco que fundamentou, inicialmente, a decretação da prisão”, destacou a defesa no novo pedido ao STF. Os advogados afirmam ainda que Braga Netto tem colaborado com a Justiça e cumprido todas as medidas determinadas, o que, segundo eles, reforça a viabilidade de substituição da prisão por medidas cautelares alternativas, como o monitoramento eletrônico, já em uso.

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Nesta terça-feira (24), Braga Netto compareceu a Brasília usando tornozeleira eletrônica para participar de uma acareação com o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, peça-chave nas investigações que envolvem a cúpula militar e política do governo anterior.

O novo pedido de revogação será avaliado pelo Supremo nos próximos dias. A expectativa da defesa é de que, com o fim da instrução processual e a ausência de riscos à investigação, a Justiça opte por revogar a prisão preventiva e aplique medidas alternativas.



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Ex-ministro da Casa Civil participou de acareação com Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, nesta terça-feira (24), em Brasília, utilizando tornozeleira eletrônica

Antonio Augusto/STFBraga Netto STF
Braga Netto está detido, acusado de tentar interferir nas investigações sobre uma possível tentativa de golpe de Estado

Após mais de 190 dias preso, o general da reserva e ex-ministro da Casa Civil, Walter Braga Netto, voltou a solicitar ao Supremo Tribunal Federal (STF) a revogação da prisão preventiva. A defesa argumenta que o cenário atual não justifica a manutenção da medida extrema. Braga Netto está detido desde 14 de dezembro de 2024, acusado de tentar interferir nas investigações sobre uma possível tentativa de golpe de Estado. Segundo os advogados, com o fim da fase de instrução do processo, os motivos que sustentaram sua prisão não se mantêm.

“Inexiste investigação ou ato instrutório a serem protegidos, de modo que se afasta o risco que fundamentou, inicialmente, a decretação da prisão”, destacou a defesa no novo pedido ao STF. Os advogados afirmam ainda que Braga Netto tem colaborado com a Justiça e cumprido todas as medidas determinadas, o que, segundo eles, reforça a viabilidade de substituição da prisão por medidas cautelares alternativas, como o monitoramento eletrônico, já em uso.

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Nesta terça-feira (24), Braga Netto compareceu a Brasília usando tornozeleira eletrônica para participar de uma acareação com o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, peça-chave nas investigações que envolvem a cúpula militar e política do governo anterior.

O novo pedido de revogação será avaliado pelo Supremo nos próximos dias. A expectativa da defesa é de que, com o fim da instrução processual e a ausência de riscos à investigação, a Justiça opte por revogar a prisão preventiva e aplique medidas alternativas.

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