
A deputada federal Carla Zambelli, atualmente detida na Itália, escreveu uma carta da prisão em que acusa Alexandre de Moraes de perseguição política devido à sua atuação contra a indicação do magistrado ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Ela diz que chegou a se reunir com o então presidente Michel Temer para tentar convencê-lo a desistir da nomeação.
“Aos brasileiros todos, ontem o depoimento do Sr. Tagliaferro, vítima de perseguição política e assédio psicopático dentro de seu trabalho. Com seu depoimento, provou mais uma vez que Alexandre de Moraes queria a minha cabeça desde quando falei de sua ficha e me encontrei com [o então presidente] Temer e com colegas ativistas para não indicá-lo ao STF.
Ela prosseguiu: “Com isso, só provamos cada vez mais a minha inocência! Espero e estou confiante de que conseguirei provar que isso não passou de perseguição política e que sou inocente. E se tiver que passar por tudo o que estou passando para ajudar o Brasil a ser um país livre e democrático, podem contar sempre comigo. Deus está me dando forças! Ele é meu pastor e nada me faltará. Amo o Brasil, amo os brasileiros”, escreveu Zambelli.
A carta, obtida pela coluna de Paulo Cappelli, do Metrópoles, foi redigida na última quarta-feira (3/9). A deputada está pressa desde 29 de julho na Itália, após ter sido condenada pelo STF a 10 anos de prisão e à perda do mandato por acusação de envolvimento na invasão ao sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ela aguarda a justiça italiana decidir sobre um pedido de prisão domiciliar, enquanto o governo Lula requisita ao país europeu a extradição de Zambelli por ordem de Moraes.
Ela também recebeu cinco anos e três meses em regime semiaberto por acusação de ‘porte ilegal de arma de fogo’ e ‘constrangimento ilegal’ em episódio ocorrido em São Paulo.
O governo petista contratou um escritório de advocacia especializado para tentar viabilizar a extradição da parlamentar. (Foto: reprodução vídeo; Fonte: Metrópoles)
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A deputada federal Carla Zambelli, atualmente detida na Itália, escreveu uma carta da prisão em que acusa Alexandre de Moraes de perseguição política devido à sua atuação contra a indicação do magistrado ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Ela diz que chegou a se reunir com o então presidente Michel Temer para tentar convencê-lo a desistir da nomeação.
“Aos brasileiros todos, ontem o depoimento do Sr. Tagliaferro, vítima de perseguição política e assédio psicopático dentro de seu trabalho. Com seu depoimento, provou mais uma vez que Alexandre de Moraes queria a minha cabeça desde quando falei de sua ficha e me encontrei com [o então presidente] Temer e com colegas ativistas para não indicá-lo ao STF.
Ela prosseguiu: “Com isso, só provamos cada vez mais a minha inocência! Espero e estou confiante de que conseguirei provar que isso não passou de perseguição política e que sou inocente. E se tiver que passar por tudo o que estou passando para ajudar o Brasil a ser um país livre e democrático, podem contar sempre comigo. Deus está me dando forças! Ele é meu pastor e nada me faltará. Amo o Brasil, amo os brasileiros”, escreveu Zambelli.
A carta, obtida pela coluna de Paulo Cappelli, do Metrópoles, foi redigida na última quarta-feira (3/9). A deputada está pressa desde 29 de julho na Itália, após ter sido condenada pelo STF a 10 anos de prisão e à perda do mandato por acusação de envolvimento na invasão ao sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ela aguarda a justiça italiana decidir sobre um pedido de prisão domiciliar, enquanto o governo Lula requisita ao país europeu a extradição de Zambelli por ordem de Moraes.
Ela também recebeu cinco anos e três meses em regime semiaberto por acusação de ‘porte ilegal de arma de fogo’ e ‘constrangimento ilegal’ em episódio ocorrido em São Paulo.
O governo petista contratou um escritório de advocacia especializado para tentar viabilizar a extradição da parlamentar. (Foto: reprodução vídeo; Fonte: Metrópoles)
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